The 100

Gosto muito de séries de TV, e fico atento as novas séries lançadas e converso com amigos que acabam dando sugestão do que viram e gostaram. E foi através da sugestão de um conhecido que conheci The 100. Quando ele falou sobre a série, de cara achei que não ia gostar, pois não curto ficção cientifica. Mas ele insistiu e resolvi assistir aos dois primeiros episódios. Foi o suficiente para gostar e já estou terminando de assistir a terceira temporada e esperando o anúncio de quando começa a quarta temporada.

Baseada no livro homônimo “The 100” (2013), a primeira temporada teve 13 episódios e estreou em março de 2014. A série se passa 97 anos após uma guerra nuclear devastadora que dizimou quase toda a vida na Terra. Os sobreviventes conhecidos são os moradores de doze estações espaciais em órbita da Terra, que já viviam nesta antes do fim da guerra. As estações espaciais se uniram para formar uma única estação, chamada “Arca”, onde cerca de 2.400 pessoas vivem sob a liderança do Chanceler Jaha. Os recursos são escassos e todos os crimes, não importando sua natureza ou gravidade, são puníveis com a morte por ejeção ao vácuo (“flutuante”), a menos que o autor do crime seja menor de 18 anos. Depois dos sistemas de suporte de vida da Arca serem encontrados falhando criticamente, 100 prisioneiros juvenis são declarados “dispensáveis” e enviados para a superfície em uma última tentativa de determinar se a Terra é habitável novamente em um programa chamado “Os 100”, do qual a série recebe o nome. Confrontando os perigos deste mundo novo acidentado, eles lutam para formar uma comunidade experimental. No entanto, eles descobrem que nem toda a humanidade foi exterminada. Os 100 jovens enviados encontram vários sobreviventes da guerra nuclear. Os primeiros sobreviventes encontrados, vivem em uma forma de sociedade tribal e guerreira, e dispostos a defenderem seu território se tornam hostis. Enquanto isso, a “Arca” tenta monitorar os sinais vitais dos 100 enviados para descobrir se a terra é habitável, mas passa uma crise política interna, que se agrava conforme seus recursos de sobrevivência se tornam escassos. A descoberta se a terra é habitável e uma possível evacuação torna-se uma corrida contra o tempo, assim como a luta por sobrevivência dos 100, já em guerra com os “Terra-Firmes”.

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A primeira transa de Sheldon e Amy

Hoje nos Estados Unidos vai ao ar na série The Big Bang Theory, a esperada primeira transa do casal Sheldon e Amy. No Brasil esse episódio irá ao ar somente em janeiro, pela Warner. Mas o pessoal que costuma piratear a série na internet, vai conseguir assistir a esse episódio pouco tempo depois dele ter passado nos Estados Unidos. A série está na nona temporada e continua cada vez melhor e fazendo muito sucesso. E após cinco anos de muitas idas e vindas no namoro, estava na hora do Sheldon tomar coragem e dar uns pegas mais fortes na Amy. E ela está eperando isso faz muitooooooooooooooooo tempo…

"The Raiders Minimization" -- Sheldon (Jim Parsons, right) seeks revenge after Amy (Mayim Bialik, left) ruins one of his favorite movies, on THE BIG BANG THEORY, Thursday, Oct. 10 (8:00 – 8:31 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Photo: Michael Yarish /Warner Bros. ©2013 Warner Bros. Television. All Rights Reserved.

Amy e Sheldon.

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Penny Dreadful

Em minha busca quase incessante por novas séries de TV, fiz mais uma descoberta que me agradou. A série em questão se chama Penny Dreadful e se passa na Inglaterra vitoriana, girando em torno de terror e suspense. E o mais legal é que ela junta personagens clássicos do gênero. Tem vampiro, lobisomem, Frankenstein, Dorian Gray e muito mais.

A série está na segunda temporada, mas já começa a ser produzia a terceira temporada para ser apresentada em 2016. Penny Dreadful é muito bem feita, tendo atores muito bons. Eu demorei cinco episódios para reconhecer o Josh Hartnett (Falcão Negro em Perigo e Pearl Harbor, entre outros) na pele de pistoleiro.

Penny Dreadful é uma série de terror com toques sobrenaturais que se passa na cidade de Londres na época vitoriana. A história conta com personagens clássicos da literatura como Frankenstein, Conde Drácula e Dorian Gray, e seus contos de horror, origem e formação se misturam à narrativa dos protagonistas. A série é estrelada pelos atores Josh Hartnett e Eva Green, e conta com Sam Mendes como produtor executivo da atração. Penny Dreadful é a aposta do canal Showtime no gênero do terror e do suspense, e tem uma abordagem psicossexual da trama de monstros, criaturas e demônios.

Fonte: Minha Série 

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A Sete Palmos

Qualquer coisa

Qualquer um.

Qualquer lugar.

Um dia termina.

Sou um grande fã de séries de TV norte americanas. Como minhas séries favoritas estão paradas no momento por motivo de férias ou então por terem sido encerradas, andei procurando alguma novidade em séries antigas. E encontrei uma da qual gostei muito! A série em questão se chama A Sete Palmos e teve cinco temporadas entre os anos de 2001 e 2005.

A série gira em torno de uma família que possui uma casa funerária. E entre enterros e embalsamamentos ocorrem os conflitos familiares, amorosos e questionamentos sobre a vida (e a morte!). Para quem curte séries e não conhece A Sete Palmos, vale à pena conhecer.

“Six Feet Under” estreou no dia 3 de junho de 2001 ajudando a estabelecer a HBO, que iniciara a produção de dramas originais em 1997. Produzida ao longo de cinco temporadas, com um total de 63 episódios, “A Sete Palmos”  foi uma das séries que melhor contextualizou as questões socioculturais americanas de seu período. A primeira temporada da série conseguiu registrar a média de 5 milhões de telespectadores, uma das maiores audiências do canal neste período.

A série acompanha a vida da família Fisher, proprietária de uma funerária, a qual é mantida no andar térreo e no porão da casa onde vive. Embora tenha como base a morte, a série gira em torno da forma como vivemos nossas vidas. A série traz à tona diversos temas inerentes aos relacionamentos entre casais, entre pais e filhos, entre irmãos, amigos e colegas de trabalho, levando em consideração as opiniões de diferentes gerações e gêneros.

A trama questiona o materialismo e a espiritualidade, que também se fez presente pelo ponto de vista daqueles que já morreram. Debates ideológicos foram travados, tanto na vida real dos personagens quanto por aqueles que estavam no limbo. Todos esses temas são explorados sem desconsiderar o peso da sociedade na vida do indivíduo e vice-versa.

Cada episódio abre com a morte de uma pessoa, geralmente repentina. Em situações dramáticas ou cômicas, ao procurarem a casa funerária dos Fisher, os membros das famílias dos mortos dividem com o público os sentimentos de perda por aqueles desconhecidos.

A produção encerrou em 2005, apresentando um dos mais belos finais da história das séries da TV americana. “A Sete Palmos” inicia e termina com a morte de um membro da família Fisher. Da forma como feito, temos o retrato do princípio e do fim.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/temporadas 05/06/2011

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A Sete Palmos.

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Elenco de “A Sete Palmos”.

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Box da Segunda Temporada.

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Box da Quinta Temporada.

Marco Polo – A Série…

Eu que sou fã de séries de televisão, principalmente as de humor e históricas, na última semana pude assistir aos dez episódios da primeira temporada de Marco Polo. São episódios de uma hora, mas que passam rapidinho na tela, de tão bons que são! Gostei muito da série e agora é ficar ansioso aguardando a próxima temporada, que vai demorar alguns meses para passar.

“Marco Polo” estreia como série mais ambiciosa do Netflix

Depois de conquistar público e crítica com “House of Cards” e “Orange Is The New Black”, o Netflix lança seu projeto mais ambicioso até agora: o drama épico “Marco Polo”, baseado nas aventuras reais vividas pelo notável explorador italiano. Com um custo estimado em US$ 90 milhões por publicações internacionais, a série estreia nesta sexta-feira (12) como a produção mais cara do serviço de streaming e a aposta dele para dialogar ainda mais com o público internacional.

Introduzido ao mundo das viagens após acompanhar seu pai em uma perigosa jornada entre a Itália e a Ásia, Marco (interpretado pelo italiano Lorenzo Richelmy), é abandonado por ele no reino do imperador mongol Kublai Khan, descendente de Gêngis Khan. O jovem cai nas graças do déspota por sua habilidade em descrever ricamente os lugares que já viu e se envolve no cotidiano da corte, enquanto o imperador tenta conquistar uma cidade chinesa, cujas tramas giram em torno do chanceler Jia Sidao (Chin Han) e de sua irmã, a concubina Mei Lin (Olivia Cheng).

Tendo como pano de fundo as intrigas políticas da China do século 13, a direção de arte cuidadosa e os figurinos elaborados constroem o tom épico da série, reforçado pelo fato de as gravações terem sido realizadas na Itália, no Cazaquistão e na Malásia – na intenção de se manter alguma fidelidade às histórias do verdadeiro Marco Polo, que documentou muito do que viu na obra “O Livro das Maravilhas: A Descrição do Mundo”.

“Nós sabemos o que Marco Polo fez, mas não sabemos como. E ajudou que eu pude estar em todos os lugares em que ele esteve”, disse Lorenzo, de 24 anos, durante encontro com a imprensa brasileira. O ator, que só havia trabalhado em produções europeias anteriormente, quase não falava inglês e não possuía o condicionamento físico necessário quando começou a gravar a série, mas acredita que isso o ajudou a compor o personagem: “Nós filmamos em sequência, então no começo meu inglês é ruim, meu sotaque italiano é muito forte, mas depois eu mudei”.

Uma marca de “Marco Polo”, aliás, é a diversidade de seu elenco. Diferentemente de outras produções de TV, dominadas por norte-americanos e britânicos, a série conta com muitos atores estrangeiros, entre australianos, chineses e cingapurenses. “É a primeira produção americana sem atores americanos. Para o sistema americano, isso é muito estranho”, analisou Lorenzo. Nascida no Canadá, mas filha de imigrantes chineses, a atriz Olivia Cheng se disse feliz em poder ver sua cultura retratada na telinha: “É inovador. Estou animada em poder ver algo assim, poder ver a minha cultura”.

O clima de época de “Marco Polo” é apimentado por cenas intensas de kung-fu e nudez. Não por acaso, a série ganhou a alcunha de “‘Game of Thrones’ do Netflix”, ainda que a história das duas atrações guardem poucas semelhanças entre si. Mas Lorenzo garantiu que nem a violência nem as cenas sensuais são gratuitas. “Nós estamos mostrando a história. Isso foi real, existiu. E isso é lindo. Nós podemos tratar o sexo e a violência de uma forma significativa, porque estamos envolvidos nesse universo”.

Para poder lutar em cena, os atores passaram por um treinamento intenso, conforme contou o ator Chin Han. “Tivemos de aprender uma forma muito antiga de kung fu, e não há muitas pessoas que ensinam isso. Foi desafiador, um trabalho exigente. Acordava às 7h e treinava até as 14h”.

As cenas de luta eram tão intensas que, em uma delas, Lorenzo chegou até a quebrar o nariz de um colega de cena. “Não dava para acompanhar todo mundo, tinha três ou quatro lutas acontecendo ao mesmo tempo. Foi uma loucura. Nessa cena, eu quebrei o nariz de um cara, de verdade. Ao final da cena, ele estava morrendo de dor. Machuquei o cara com meu cotovelo”, contou o protagonista no painel da série durante a Comic Com Experience.

Um dos produtores da série, Patrick MacManus acredita que o apelo familiar da história e a qualidade técnica da série irão atrair conquistar o telespectador. “É a historia de um homem que chega a esse mundo novo e ele está procurando um pai.  E nós temos um elenco incrível. Vocês vão se apaixonar”, falou, acrescentando que a série mostra o quanto o Netflix “se sofisticou” em sua produção.

Fonte: Beatriz Amendola, Do UOL, em São Paulo 12/12/2014

http://televisao.uol.com.br/noticias/redacao/2014/12/12/marco-polo-estreia-como-serie-mais-ambiciosa-do-netflix.htmmarco-polo-netflix-serie-tv-

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