Orange is the New Black

Após indicação de amigos, comecei a assistir Orange is the New Black. Estou adorando a série, que tem seis temporadas e 65 episódios. Estou terminando de ver a segunda temporada e quanto mais assisto mais gosto da série, que tem o selo Netflix e é muito bem feita. Vale a pena assistir, principalmente por ser baseada numa história real.

Orange is the New Black baseia-se na história real de Piper Chapman, uma mulher cuja vida aparentemente perfeita é virada de cabeça para baixo, quando deve cumprir pena em um presídio feminino por crime de tráfico de drogas. O delito ocorreu dez anos antes do início da série e, no decorrer desse período, Piper seguiu sua vida tranquila entre a classe média-alta de Nova York. Já no alto dos seus trinta e poucos anos, desfruta de uma felicidade sem tamanho ao lado do seu noivo, deixando seu passado sombrio de lado, até ele resolver voltar para assombrá-la. Para pagar por seus crimes, Piper resolve se entregar e troca uma vida confortável pela prisão. Tragada por um universo completamente distinto do seu, acaba encontrando tensão e companheirismo num grupo de detentas desbocadas, em um local em que é impossível fugir, até de si mesma.

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13 Reasons Why

Estou assistindo uma nova série da Netflix, após uma amiga ter comentado que estava vendo tal série e estava gostando. Assisti metade do primeiro episódio por curiosidade e também gostei. Daí não parei mais! Ainda bem que a série é curta e tem somente uma temporada. É que ando sem tempo para ficar vendo séries, filmes e TV em geral.

O nome da série é 13 Reasons Why (Os 13 Porquês, em português). A série é adaptada do livro homônimo de Jay Asher, publicado em 2007. Tal livro é um grande sucesso. O tema geral da série é cyberbullying e depressão. A personagem principal da história é Hannah Baker, uma adolescente que antes de cometer suicídio, envia fitas a pessoas que supostamente tem a ver com sua morte. São 13 gravações relatadas ao longo de 13 episódios. Vale a pena assistir!

Sinopse

A série gira em torno de Clay Jensen, um estudante tímido do ensino médio, que encontra uma caixa na porta de sua casa. Ao abri-la, ele descobre que a caixa contém sete fitas cassete gravadas pela falecida Hannah Baker, sua colega que cometeu suicídio recentemente. Inicialmente, as fitas foram enviadas para um colega, com instruções para passá-las de um estudante para outro. Nas fitas, Hannah explica para treze pessoas como eles desempenharam um papel na sua morte, apresentando treze motivos que explicam porque ela se matou. Hannah deu uma cópia das fitas para Tony, um de seus colegas da escola, que avisa para as pessoas que, se elas não passarem as fitas, as cópias vazarão para todo mundo, o que poderia levar ao constrangimento público e vergonha de algumas pessoas, enquanto outros poderiam ser ridicularizados ou presos.

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Marco Polo – A Série…

Eu que sou fã de séries de televisão, principalmente as de humor e históricas, na última semana pude assistir aos dez episódios da primeira temporada de Marco Polo. São episódios de uma hora, mas que passam rapidinho na tela, de tão bons que são! Gostei muito da série e agora é ficar ansioso aguardando a próxima temporada, que vai demorar alguns meses para passar.

“Marco Polo” estreia como série mais ambiciosa do Netflix

Depois de conquistar público e crítica com “House of Cards” e “Orange Is The New Black”, o Netflix lança seu projeto mais ambicioso até agora: o drama épico “Marco Polo”, baseado nas aventuras reais vividas pelo notável explorador italiano. Com um custo estimado em US$ 90 milhões por publicações internacionais, a série estreia nesta sexta-feira (12) como a produção mais cara do serviço de streaming e a aposta dele para dialogar ainda mais com o público internacional.

Introduzido ao mundo das viagens após acompanhar seu pai em uma perigosa jornada entre a Itália e a Ásia, Marco (interpretado pelo italiano Lorenzo Richelmy), é abandonado por ele no reino do imperador mongol Kublai Khan, descendente de Gêngis Khan. O jovem cai nas graças do déspota por sua habilidade em descrever ricamente os lugares que já viu e se envolve no cotidiano da corte, enquanto o imperador tenta conquistar uma cidade chinesa, cujas tramas giram em torno do chanceler Jia Sidao (Chin Han) e de sua irmã, a concubina Mei Lin (Olivia Cheng).

Tendo como pano de fundo as intrigas políticas da China do século 13, a direção de arte cuidadosa e os figurinos elaborados constroem o tom épico da série, reforçado pelo fato de as gravações terem sido realizadas na Itália, no Cazaquistão e na Malásia – na intenção de se manter alguma fidelidade às histórias do verdadeiro Marco Polo, que documentou muito do que viu na obra “O Livro das Maravilhas: A Descrição do Mundo”.

“Nós sabemos o que Marco Polo fez, mas não sabemos como. E ajudou que eu pude estar em todos os lugares em que ele esteve”, disse Lorenzo, de 24 anos, durante encontro com a imprensa brasileira. O ator, que só havia trabalhado em produções europeias anteriormente, quase não falava inglês e não possuía o condicionamento físico necessário quando começou a gravar a série, mas acredita que isso o ajudou a compor o personagem: “Nós filmamos em sequência, então no começo meu inglês é ruim, meu sotaque italiano é muito forte, mas depois eu mudei”.

Uma marca de “Marco Polo”, aliás, é a diversidade de seu elenco. Diferentemente de outras produções de TV, dominadas por norte-americanos e britânicos, a série conta com muitos atores estrangeiros, entre australianos, chineses e cingapurenses. “É a primeira produção americana sem atores americanos. Para o sistema americano, isso é muito estranho”, analisou Lorenzo. Nascida no Canadá, mas filha de imigrantes chineses, a atriz Olivia Cheng se disse feliz em poder ver sua cultura retratada na telinha: “É inovador. Estou animada em poder ver algo assim, poder ver a minha cultura”.

O clima de época de “Marco Polo” é apimentado por cenas intensas de kung-fu e nudez. Não por acaso, a série ganhou a alcunha de “‘Game of Thrones’ do Netflix”, ainda que a história das duas atrações guardem poucas semelhanças entre si. Mas Lorenzo garantiu que nem a violência nem as cenas sensuais são gratuitas. “Nós estamos mostrando a história. Isso foi real, existiu. E isso é lindo. Nós podemos tratar o sexo e a violência de uma forma significativa, porque estamos envolvidos nesse universo”.

Para poder lutar em cena, os atores passaram por um treinamento intenso, conforme contou o ator Chin Han. “Tivemos de aprender uma forma muito antiga de kung fu, e não há muitas pessoas que ensinam isso. Foi desafiador, um trabalho exigente. Acordava às 7h e treinava até as 14h”.

As cenas de luta eram tão intensas que, em uma delas, Lorenzo chegou até a quebrar o nariz de um colega de cena. “Não dava para acompanhar todo mundo, tinha três ou quatro lutas acontecendo ao mesmo tempo. Foi uma loucura. Nessa cena, eu quebrei o nariz de um cara, de verdade. Ao final da cena, ele estava morrendo de dor. Machuquei o cara com meu cotovelo”, contou o protagonista no painel da série durante a Comic Com Experience.

Um dos produtores da série, Patrick MacManus acredita que o apelo familiar da história e a qualidade técnica da série irão atrair conquistar o telespectador. “É a historia de um homem que chega a esse mundo novo e ele está procurando um pai.  E nós temos um elenco incrível. Vocês vão se apaixonar”, falou, acrescentando que a série mostra o quanto o Netflix “se sofisticou” em sua produção.

Fonte: Beatriz Amendola, Do UOL, em São Paulo 12/12/2014

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