Meu primeiro cinema

Comecei a gostar de filmes em 1975, quando minha família comprou nossa primeira TV, ainda em branco & preto. Eu adorava assistir filmes de bang bang junto com minha mãe. E a primeira vez que fui ao cinema, foi em 1976. Fui com meus pais e minha irmã (meu irmão ainda não era nascido) assistir a um filme sobre a Família Robson. Meu primeiro cinema foi o Cine Plaza, o único de minha cidade natal, Campo Mourão – Pr. O cinema era enorme, com mais de mil lugares e aquele primeiro filme foi uma experiência incrível. Ainda em 1976 voltamos ao cinema, dessa vez para assistir ao sucesso King Kong. Esse foi um dos cinco filmes com maior público na história do cinema de minha cidade. E King Kong me rendeu muitos pesadelos nos dias seguintes, pois o macacão era assustador para um garoto de seis anos. Em compensação a loira do filme rendeu outros tipos de pensamento para o mesmo garoto de seis anos.

Durante muitos anos o Cine Plaza fez parte de minha vida. Inesquecível as muitas matines em que fui assistir a filmes dos Trapalhões. E foi nesse mesmo cinema onde levei minha primeira namorada, Roseli, para ver um filme no final de 1986. Só não lembro qual foi o filme! Mas lembro de que ela estava mais preocupada em comer pipoca do que me dar atenção. E nesse mesmo cinema assisti dezenas de filmes, muitos clássicos que entraram para a história. E muitas noites matei aula e pulei o muro do colégio para ir ver filmes no Cine Plaza.

O cinema ficava bem no centro da cidade, próximo da praça central. E numa época em que não existia internet, DVD ou TV a cabo, era no cinema e em frente a ele, que os jovens se reuniam nas noites de sábado e principalmente nas noites de domingo. Entre muitas histórias que vivi no cinema, tem duas que vale a pena mencionar. A primeira foi em 1987, quando num domingo a noite passou o filme sobre vampiros, A Hora do Espanto. O cinema estava tão cheio, que tinha muita gente vendo o filme em pé. Eu era um dos espectadores que estava em pé naquela noite, no corredor lateral direito do cinema. Ao meu lado duas belas moças, mais velhas do que eu. Em dado momento do filme tinha uma cena horrível, com vampiros derretendo ao serem expostos a luz do sol. Eu olhei para o chão, pois não queria ver tal cena. Um das moças, a mais bonita, ficou com tanto medo que me abraçou e me apertou. Aquele abraço inesperado foi um momento inesquecível para um garoto tímido como eu. Outra fato inesquecível foi em 1988, durante a exibição do filme A Volta dos Mortos Vivos. Era um sábado a noite e chovia forte. Tinha uma cena do filme que acontecia num cemitério, sob chuva. E no mesmo instante em que chovia no filme, começou a chover forte dentro do cinema, bem ao meu lado, por culpa de uma grande goteira. Aquilo parecia cinema 4D de tão real. Era até assustador! E nesse mesmo filme um rato passou correndo por cima do meu pé.

O Cine Plaza funcionou até o início dos anos noventa e o último filme que assisti nele foi O Exterminador do Futuro. Nesse filme estava acompanhado de meu irmão. Tempos depois o cinema fechou e desde então funciona no local uma Igreja Universal do Reino de Deus. Mas sempre que passo em frente ao antigo cinema, lembro-me das muitas experiências que vivi ali e das pessoas que conviveram comigo naquele cinema, algumas delas já falecidas. E pra finalizar, mais uma historinha desse cinema. Em meados de 1987 fiz amizade com um dos projetistas do cinema. Ele algumas vezes me deixava entrar escondido por uma porta existente ao lado da porta principal do cinema e que levava até a sala de projeção. Ali eu assistia filmes pornográficos da sessão das dez, em pé, olhando por uma das janelinhas da sala de projeção. Na época eu era menor de idade e não podia entrar no cinema para ver tais filmes. Assistir aos filmes proibidos, escondido na sala de projeção era uma grande aventura. Boas lembranças, doces histórias, muita saudade de um tempo que se foi…

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Interior do Cine Plaza.

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Antigo Cine Plaza.

47 anos

Hoje é meu aniversário, estou completando 47 anos. Nasci em um sábado às 14h30min, na cidade de Campo Mourão, Oeste do Paraná. Vivi em minha cidade até os 18 anos de idade, quando fui para Curitiba prestar o serviço militar e por lá acabei ficando. Nos vinte anos seguintes voltei para minha cidade natal por duas vezes, mas permaneci pouco tempo. E vivi um ano nos Estados Unidos, na cidade de Orlando. Em meados de 2010 retornei novamente para minha cidade natal, para ficar por somente seis meses. E não fui mais embora e nem quero mais sair daqui. Estou feliz onde estou! Estou perto da família e acho que a maturidade chegou e prefiro uma cidade tranquila de interior, sem trânsito caótico e violência. E ficando aqui, nos próximos anos penso em finalmente casar, criar meus gatos e ter uma vida pacata. Filhos eu não quero! Esse mundo está muito cheio e vai ficar cada vez pior, então não quero deixar descendência.

Quando criança eu sonhava conhecer coisas e lugares novos. Queria conhecer o que existia além do Lar Paraná, o bairro onde cresci. E acabei conhecendo muito mais coisas do que queria ou sonhei. E ainda tenho muito que conhecer e fazer.  Há alguns anos fiz uma lista das aventuras que queria realizar, de lugares que queria conhecer. Essa lista não era muito extensa e já realizei mais da metade do que está anotado nela. E espero ter tempo e saúde para realizar o restante da lista. Depois posso morrer em paz…

Não gosto de datas comemorativas e muito menos de aniversários. Não suporto o Parabéns pra você!  E não é por ficar mais velho o motivo, pois envelhecer não é problema para mim. Vejo envelhecer um presente de Deus, pois muita gente que conheci na vida morreu muito antes de chegar aos 47 anos. E eu já senti o cheiro e vi os olhos da morte algumas vezes. Teve casos em que escapei por milagre, pois achava que ia mesmo morrer. Então cada ano que completo é um presente dos céus, pois há muito tempo eu já devia ter partido do mundo dos vivos. Aliás, eu não devia nem ter nascido, pois não fui planejado. Fui um acidente, um erro de tabelinha (mesmo assim fui/sou muito amado por meus pais).  Mas já que vim ao mundo, ainda vou ficar bastante tempo por aqui incomodando… Então me aguente!

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Circuito Vou de Bike 2016 Etapa Campo Mourão

No último domingo aconteceu mais uma etapa do Circuito Vou de Bike, dessa vez em Campo Mourão, minha cidade. E diferente do ano passado quando choveu, fez frio e teve muito barro, dessa vez fez sol, calor e teve muita poeira.

O Circuito Vou de Bike contou com a participação de seiscentos ciclistas, de quarenta e três cidades diferentes. Tinham duas opções de percurso, sendo um com trinta e outro com cinquenta quilômetros de extensão. Em ambos existiam muitas subidas, o que serviu para testar o preparo físico dos ciclistas participantes.

Fiz o percurso de trinta quilômetros e sofri um pouco nas subidas, mas consegui vencer todas pedalando. O sol estava muito forte e com muita poeira sendo trazida pelo vento a dificuldade do pedal aumentou e muito. Felizmente existiam postos de apoio durante o percurso, onde era possível beber água gelada e repor as energias comendo frutas e doces.

A Circuito foi organizando pelo Grupo Sou Bike, do qual faço parte. E o patrocinador máster do evento foi a Faculdade Integrado, que cedeu suas instalações para a realização do evento. A largada e a chegada foram na faculdade, bem como o café da manhã e o saboroso almoço servido no final.

Um momento emocionante aconteceu antes da largada, quando foi feito um minuto de silêncio em homenagem ao nosso companheiro do Grupo Sou Bike, Betão Sanglard, que tinha falecido quatro dias antes ao ser atropelado por uma carreta quando estava indo para o trabalho com sua bicicleta.

Fotos: Christiane Knoener, Gysele Rezende, Diogo Reis, Enecy Calixto, Anderson Lima e Fernando Vinhote

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Aquecimento.

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Minuto de silêncio em homenagem ao Betão.

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Início do circuito.

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Bela paisagem.

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Subida sem fim…

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Linha de chegada.

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Equipe que organizou o evento.

 

Túnel do Tempo: primeiro emprego

Meu primeiro emprego foi em 1984, quando aos 14 anos de idade fui trabalhar de empacotador em um Supermercado. O nome do supermercado era Iguaçu e não existe mais já faz muitos anos. Na época fazer pacotes era mais difícil do que hoje, pois não existiam sacolinhas plásticas, mas sim cartuchos de papel (sacos de papel). Os cartuchos eram de quatro tamanhos e o mais complicado era empacotar utilizando o cartucho grande. Você tinha que colocar os produtos pesados embaixo e depois ir colocando outros produtos por cima de uma forma que eles se “encaixassem” dentro do cartucho de papel e mantivesse o cartucho em pé, com as compras dentro.

Fiquei apenas três meses nesse primeiro emprego e logo fui para outro melhor. Mas lembro com saudade desse primeiro emprego, principalmente por que eu era empacotador do caixa número um, que tinha a operadora de caixa mais bonita do supermercado. Ela era uma paraguaia loira, de olhos azuis, cujo nome complicado não me lembro mais. E em nosso caixa a fila sempre era a maior de todas, composta quase que exclusivamente por homens…

Cartucho de papel. (Foto: www.bocasanta.com.br)

Cartucho de papel. http://www.bocasanta.com.br

Circuito Vou de Bike

Aconteceu no último domingo mais uma etapa do Circuito Vou de Bike, dessa vez na cidade de Campo Mourão. Esse circuito de ciclismo que acontece no interior do Paraná, tem crescido a cada ano e novas cidades estão realizando etapas do circuito. Foi a primeira vez que o Circuito Vou de Bike aconteceu na cidade de Campo Mourão, onde foi organizado pelo grupo de ciclismo, Sou Bike.

Cerca de 700 ciclistas de 25 cidades se inscreveram, mas por culpa da chuva e o frio intenso, alguns desistiram de participar. Mesmo assim a etapa ocorrida na cidade de Campo Mourão foi um sucesso, tanto de participantes, quanto de organização. A princípio seriam duas rotas, uma de 30 e outra de 50 quilômetros, quase toda passando por estradas rurais. Mas por culpa da chuva os percursos foram abreviados, sendo que o de 30 passou para 22 quilômetros e o de 50 para 42 quilômetros. O barro, a chuva e o frio foi um diferencial nessa etapa do Circuito Vou de Bike. Mesmo criando dificuldades para os ciclistas, o desafio maior foi bem recebido pelos participantes.

Participei do circuito, voltando a pedalar em estradas rurais após sete meses e meio, desde que tive uma queda de bike, sofri uma fratura no ombro e passei por uma cirurgia e um longo período de recuperação. A queda que sofri tinha sido em uma estrada rural, durante um pedal noturno. Então pedalar novamente em estradas rurais e com muito barro, foi um grande desafio para mim. Mas no fim deu tudo certo, tomei bastante cuidado, principalmente nas descidas e algumas curvas que estavam extremamente lisas por culpa do barro.

Mesmo sujo, molhado e com frio, foi muito bom ter chegado ao final do circuito de bike. Vencer esse desafio foi um estimulante para continuar pedalando e agora tomando certos cuidados para não sofrer nenhum outro acidente. Que venha agora a próxima etapa do Circuito Vou de Bike, que será no final de setembro, na cidade de Cianorte.

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Aquecimento.

Aquecimento.

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Vander e Samuel.

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Início do circuito.

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Primeira subida.

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Frio e garoa.

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Muita neblina pelo caminho.

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Estrada lisa demais. (Foto: Jornal Tribuna do Interior)

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Muito Barro.

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Estrada muito lisa.

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Mais barro…

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Acumulando barro na bike.

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Mais uma subida…

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Na chegada ganhando a medalha de “finisher”.

Caminhada na Natureza – Campo Mourão

Após um ano e meio sem participar do circuito de Caminhadas na Natureza, nesse final de semana voltei a participar de um caminhada, dessa vez em minha cidade. Essa foi a terceira edição do Caminhada na Natureza em Campo Mourão. Das vezes anteriores não participei, pois na primeira estava viajando e na segunda estava machucado.

O mais difícil da caminhada foi acordar às 5h30min da manhã num domingo frio, após ter dormido somente duas horas. Mesmo assim valeu a pena ter ido na caminhada. O trajeto era muito bonito e pude rever muitos amigos e também fiz novas amizades.

A caminhada foi realizada distante 22 quilômetros da cidade, na região conhecida como Barreiro das Frutas. O trajeto foi de quase onze quilômetros e teve alguns trechos de subida meio complicados para quem está fora de forma. Caminhei quase o tempo todo com um grupo de amigos e a conversa estava tão interessante, que às pouco mais de quatro horas de caminhada passaram rápido. E demos muitas risadas, principalmente na volta para casa.

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Aquecimento pré-caminhada.

Aquecimento pré-caminhada.

Passando sobre uma cerca.

Passando sobre uma cerca.

Longa estrada...

Longa estrada…

Subida sem fim...

Subida sem fim…

Bela paisagem!

Bela paisagem!

Percorrido mais da metade da caminhada.

Percorrido mais da metade da caminhada.

Caminhando na sombra.

Caminhando na sombra.

Colhendo poncã.

Colhendo poncã.

No caminho tinha uma placa...

No caminho tinha uma placa…

Chegada!!!

Chegada!!!

Cachoeira do Boi Cotó.

Cachoeira do Boi Cotó.

Momento de descanso após a caminhada.

Momento de descanso após a caminhada.

Túnel do Tempo: Usina Mourão

No Túnel do Tempo de hoje, uma foto da Usina Mourão, que fica há cinco quilômetros de Campo Mourão. Essa foto é do ano que nasci, 1970 e mostra a recém terminada Usina Mourão. Na foto a estrada asfaltada ainda não estava terminada, nem a nova ponte.

É visível a cachoeira que hoje faz parte do Parque Estadual Lago Azul. Na foto aparecem poucas árvores, no local que sofreu uma grande mudança para melhor e foi bastante arborizado, tendo se tornado um Parque Estadual e área de preservação permanente.

Usina Mourão (1970).

Usina Mourão (1970).

Túnel do Tempo: “Escolinha de Atletismo”

Essa foto quem me enviou foi a Professora Silvana Casali. Ela foi tirada em 1981, no Estádio Municipal de Campo Mourão, para ser publicada num jornal local. A reportagem seria sobre a escolinha de atletismo que tinha sido recém criada e que era coordenada pela Professora Silvana.

Eu tinha 11 anos na época e fiz parte dessa escolinha durante alguns meses. Eu não tinha visto essa foto antes e foi interessante vê-la após mais de trinta anos. Após passados tantos anos, lembro de bem poucos dos que estão na foto. Alguns já até falecerem…

Estou marcado pela seta.

Estou marcado pela seta.

Fazendo Trilha no Parque

No final de semana estive mais uma vez percorrendo a Trilha Aventura, no Parque Estadual Lago Azul, em Campo Mourão. Fazia muito calor e foi muito bom caminhar pela mata, tomar banho de rio e caminhar pela água. O passeio era guiado e tinha trinta pessoas, sendo várias de outras cidades.

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Evento da Makita

Esteve visitando Campo Mourão, o presidente do grupo Makita, o japonês Muni Goto. A Makita é uma empresa de alcance mundial, com 40 fábricas espalhadas pelo mundo, sendo uma no Estado do Paraná, na cidade de Ponta Grossa. A empresa completara 100 de existência em 2015 e é conhecida principalmente pela fabricação de ferramentas elétricas portáteis, tornando-se conhecida mundialmente pela qualidade e tecnologia de seus produtos, que são utilizados até mesmo pelas equipes de Fórmula 1.

E participei na cidade de Maringá, de um gigantesco evento promovido pela Makita. Em 2015 para marcar seu centenário, a Makita está lançando novos produtos, principalmente com funcionamento a bateria. Dentre estes produtos, o que mais gostei foi de uma jaqueta com aquecimento. Fiquei imaginando como seria bom uma jaqueta destas em minhas aventuras no frio. A jaqueta possui três tipos de temperatura e funciona com uma pequena bateria de lition, que fica no bolso.

Após a demonstração dos novos produtos, aconteceu um delicioso jantar e sorteio de brindes. Eu que sempre levo sorte em sorteios, desta vez fiquei chupando o dedo. Mesmo assim valeu a pena ter participado de tão bom e grandioso evento.download

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Novos produtos em exposição.

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Visitando os stands em Maringá.

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O Sr. Muni Goto discursando em português.

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Roberto e Luis, testando a bicicleta a bateria.

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Luis, Isamel, Roberto, Vander, Antonio e Raphael.

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Nos despedindo do amigo Ricardo, da Makita de São Paulo.

Sou Bike

Foi criado um novo grupo de ciclismo aqui em Campo Mourão, chamado Sou Bike. Já existia o Bike Vida e com a criação do novo grupo, as opções de dias e horários para pedalar em grupo, bem como a quilometragem do pedal, ficou maior. Isso beneficia quem não tem muito tempo disponível, como no meu caso.

Já fiz vários pedais muito divertidos com o pessoal do Sou Bike. Foram pedais diurnos e noturnos, principalmente por áreas rurais, com paisagens muito bonitas. E o melhor de tudo são as novas amizades que vão surgindo.

Abaixo algumas fotos de pedais com o Sou Bike:

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Pedal diurno.

Pedal diurno.

Pedal noturno.

Pedal noturno.

Pedal na chuva.

Pedal na chuva.

Pedal no barro.

Pedal no barro.

Pedal na natureza.

Pedal na natureza.

Belas paisagens.

Belas paisagens.

Pit stop para o xixi.

Pit stop para o xixi.

Sábado de sol.

Sábado de sol.

Pedal em grupo.

Pedal em grupo.

Ciclistas felizes...

Ciclistas felizes…

Ciclistas descontraídos...

Ciclistas descontraídos…

Pedal em área rural.

Pedal em área rural.

Trilha da Lua

Na semana que teve a famosa “Lua de Sangue” (que eu não vi, pois acordei de madrugada e o céu estava todo nublado) participei de um pedal sob a luz da lua cheia. Foi um passeio interessante, que contou com quase trinta ciclistas. Após percorrer o centro da cidade, fomos para a área rural, onde andamos por estradas de terra, com um pouco de barro. Alguns estavam com medo de onça, pois dias antes uma onça morreu atropelada perto de onde estávamos.

Fiquei um pouco isolado do grupo, pois não queria utilizar lanterna e segui somente com a luz da lua. A noite estava agradável, fresca e o passeio foi bem diferente do que costumamos fazer. Pouco depois da metade do caminho fizemos uma parada numa encruzilhada, ao lado de um árvore e participamos de um animado piquenique. Foi um momento de confraternização e de contemplação da lua cheia.

Trilha da Lua

Trilha da Lua

Momento de descanso.

Momento de descanso.

Confraternização sob a luz da lua.

Confraternização sob a luz da lua.

O grupo reunido, com a lua cheia ao fundo.

O grupo reunido, com a lua cheia ao fundo.

Fotos: Claudia Garcez e Margarete Storer

Banca do Jonas

Eu tinha seis anos de idade em meados de 1976, quando fui pela primeira vez até a Banca do Jonas, comprar um gibi do Cebolinha. Naquela época eu estava começando a me interessar por revistinhas em quadrinhos, mesmo sem saber ler. A Banca do Jonas (ainda era a banca antiga e menor) ficava no centro de Campo Mourão, minha cidade natal. Com o passar dos anos fui aumentando a frequência de visitas e oito anos após a primeira visita, tinha me tornado colecionador de quadrinhos e amigo do Jonas, da Banca.

Dos 14 aos 18 anos eu tinha “conta” na banca. Pegava as revistas e gibis que queria e o Jonas anotava tudo num livro de capa preta. Daí no final do mês eu ia até lá e pagava a conta. Nessa época passei a fazer visitas quase diárias a banca. Algumas vezes fazia alguns serviços para o Jonas, como ir ao banco ou então lhe buscar uma Skol gelada no Bar do Bassani, que ficava próximo a banca. Graças a estes favores, ele me deixava folhear às revistas e vez ou outra ler um gibi de graça. Depois de um tempo o Jonas passou a confiar em mim e algumas vezes quando precisava dar alguma saída rápida, me deixava tomando conta da banca. Aquilo para mim era uma alegria imensa, pois para um garoto apaixonado por revistas em quadrinhos, tomar conta de um banca de revistas era algo surreal.

Em 1989 fui morar em Curitiba, mas toda vez que vinha visitar minha família em Campo Mourão, era obrigatório passar na banca conversar com o Jonas. Após alguns anos meu interesse por quadrinhos foi diminuindo, mas sempre ia visitar meu amigo Jonas nas visitas à Campo Mourão. Até que numa manhã no início de 2005, minha mãe me telefonou em Curitiba, me contando que o Jonas tinha falecido. Fiquei muito triste e lembrei da última conversa que tinha tido com o Jonas, algumas semana antes. Dois meses depois fui para Campo Mourão visitar minha família e ao passar pela banca, que passou a ser atendida pela esposa do Jonas, senti uma sensação de vazio, de tristeza. Depois disso passei a evitar passar pela frente da banca. Eu passava pelo outro lado da rua e não olhava para a banca.

Há poucas semanas ao passar pelo local da banca, levei um susto. A banca tinha desaparecido do local que ocupou por quase quarenta anos. De repente aquela banca azul que estava no mesmo local desde que eu era criança, tinha saído da calçada no centro da cidade e deixou um vazio físico e também no coração daqueles que igual a mim frequentaram aquele local durante anos.

Hoje lendo um jornal, fiquei sabendo que a velha banca ao menos terá um destino digno. Ela será reformada pela Prefeitura Municipal e ocupará um lugar no Parque de Exposições da cidade, onde servirá como espaço para divulgação de folders e folhetos durante a Festa Nacional do Carneiro do Buraco. A Banca do Jonas ao menos será preservada, mas o vazio que ela deixou na calçada onde permaneceu por décadas, jamais será preenchido…

O Jonas em sua banca. (Foto: Tribuna do Interior)

O Jonas em sua banca. (Foto: Tribuna do Interior)

A Banca do Jonas já fechada. (Foto: Boca Santa)

Banca fechada. (Foto: Boca Santa)

Passeio Ciclístico do Rotary

Participei do Passeio Ciclístico em comemoração ao Dia Internacional do Rotary, que foi no dia 22 de fevereiro. O evento foi promovido pela Associação das Senhoras de Rotarianos, o Rotary Clube de Campo Mourão e o Grupo Bike Vida. O evento também contribuiu para a difusão da prática esportiva como atividade importante para a saúde e arrecadou doações de alimentos, que serão doados a famílias carentes cadastradas pelos Vicentinos (Sociedade de São Vicente de Paulo).

A largada do passeio ciclístico aconteceu ao lado da Catedral São José e contou com dezenas de participantes, inclusive muitas crianças. O percurso foi de 6 quilômetros por ruas do centro da cidade. Após o passeio, ocorreram sorteios de brindes. Dessa vez ganhei um relógio no sorteio, sinal de que sou pé quente e sempre ganho alguma coisa nos sorteios de que participo.

*Fotos: Bike Vida e Carlão Koch

Todos reunidos para o passeio ciclístico.

Todos reunidos para o passeio ciclístico.

Terminando o aquecimento.

Terminando o aquecimento.

A criançada também participou.

A criançada também participou.

Pelas ruas do centro.

Pelas ruas do centro.

Passeio Ciclístico.

Passeio Ciclístico.

Galera animada...

Galera animada…

pedalando pelo "centrão".

Pedalando pelo “centrão”.

Bike Vida

Sou ciclista das antigas e desde que voltei a viver em Campo Mourão em meados de 2010, costumava pedalar sozinho, ou então na companhia do meu amigo Luís Cesar. Mas nos últimos meses tinha deixado minha bicicleta um pouco de lado, parte por culpa de alguns problemas físicos e parte por pura preguiça. Isso até conhecer um grupo de ciclistas aqui de Campo Mourão, chamado BIKE VIDA.

Fiquei conhecendo o grupo através de meu amigo Rodrigo “Alemão” e já me tornei participante constante no pedal das terças-feiras. Nesse dia o pedal é mais para aqueles que não costumam pedalar muito, então o trecho por onde o grupo anda não é dos mais difíceis e nem tão puxado. O pessoal também se reúne para pedalar às quintas e sábados, mas daí quem participa é o pessoal mais experiente e acostumado a fazer altas quilometragens. Aos poucos vou entrando em forma e logo pretendo pedalar com esse pessoal mais “barra pesada” (ou seria “barra-forte” em alusão a um antigo modelo de bicicleta da Caloi?).

O grupo BIKE VIDA foi idealizado pelos ciclistas Diogo Moura e Patricia Birkheuer. Eles começaram a organizar os passeios no final de 2013 e chegou a contar com mais de cem participantes em alguns passeios. Agora que às aulas das faculdades da cidade reiniciaram, muitos ciclistas não estão podendo participar, mas mesmo assim o grupo continuam grande, pois muitos novos ciclistas estão aderindo ao BIKE VIDA, convidados por amigos.

O grupo está fazendo tanto sucesso na cidade, que esse mês já foi tema de duas reportagens televisivas. Uma delas feita por uma TV local e a outra pela Rede Globo, que mostrou a reportagem em nível estadual. Em março deve ser publicada uma reportagem sobre o BIKE VIDA, na revista Metrópole (http://metropolerevista.com.br/).

Espero que o BIKE VIDA tenha vida longa e que eu possa pedalar muitos quilômetros com o pessoal, sempre fazendo novas amizades…

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Grupo reunido para o pedal do dia 04/02/2014.

Grupo reunido para o pedal do dia 04/02/2014.

Subidinha básica... 04/02/2014

Subidinha básica… (04/02/2014)

Momento de descanso. (04/02/2014)

Momento de descanso. (04/02/2014)

Luciele e Alemão. (04/02/2014)

Luciele e Alemão. (04/02/2014)

Vander descansando. (04/02/2014)

Vander descansando. (04/02/2014)

Pedalando e vendo o pôr do sol. (04/02/2014)

Pedalando e vendo o pôr do sol. (04/02/2014)

Foto para a revista Metrópole. (11/02/2014)

Foto para a revista Metrópole. (11/02/2014)

Alongamento antes do pedal... (11/02/2014)

Alongamento antes do pedal… (11/02/2014)

Colegas de pedal: Gilmar, Rosângela e Vander. (11/02/2014)

Colegas de pedal: Gilmar, Rosângela e Vander. (11/02/2014)

Fim de tarde! (11/02/2014)

Fim de tarde! (11/02/2014)

Programa Ricardo Borges (TV Carajás)

JORNAL ESTADUAL – RPC TV/REDE GLOBO – 14/02/2014

Nos Campos do Mourão

Estive presente no lançamento do livro “Nos Campos do Mourão”, obra do Victor Raoni de Assis Marques. O lançamento do livro ocorreu na Estação da Luz (Biblioteca) de Campo Mourão, em um evento que aconteceu no último dia 11/09.

O livro conta a história dos três clubes que representaram Campo Mourão no futebol profissional. Começa contando sobre a extinta Mourãoense, que disputou campeonatos profissionais nos anos sessenta e setenta. Depois fala sobre o Sport Club Campo Mourão, que disputou campeonatos profissionais no final dos anos oitenta e início do anos noventa. E por último conta sobre a ADAP, um clube empresa que passou pela cidade e que foi vice-campeão paranaense de 2006. Destes três times, somente o Sport ainda existe. Após ter sido extinto no final de 1992, o clube retornou há alguns anos e atualmente disputa a Terceira Divisão Paranaense.

A evento de lançamento do livro foi bastante agradável e após os discursos de praxe aconteceu um coquetel e sessão de autógrafos. Entre todos os presentes, com certeza o que mais chamou atenção foi o ex-jogador Alcântara. Em 1991, quando jogava pelo Sport Club Campo Mourão, Alcântara foi artilheiro do Campeonato Paranaense, com 30 gols (na verdade foram 31 gols, mas um não anotaram na súmula) se tornando o maior artilheiro de todos os campeonatos estaduais daquele ano. Após o Campeonato Paranaense de 1991, Alcântara foi contratado pelo Paraná Clube.

Conversei um pouco com o Alcântara e foi bom ouvir algumas histórias contadas por ele. Trabalhei com um irmão dele (Marcílio) na época em que morei nos Estados Unidos e por essa razão assunto entre nós é que não faltou.

Caso alguém queira adquirir o livro, o preço é R$ 25,00 e você pode entrar em contato diretamente com o Raoni, pelo e-mail: raoni.deassis@facebook.com

Livro: Nos Campos do Mourão

Livro: Nos Campos do Mourão

Evento de lançamento do livro.

Evento de lançamento do livro.

Sessão de autógrafos.

Sessão de autógrafos.

Camisa da Mourãoense.

Camisa da Mourãoense.

Camisa do Sport Campo Mourão.

Camisa do Sport Campo Mourão.

Camisa da ADAP.

Camisa da ADAP.

Alcântara em 1991.

Alcântara em 1991.

Vander e Alcântara.

Vander e Alcântara.

Usina Hidrelétrica Mourão

Desde que entrou em operação, a Usina Hidrelétrica Mourão nunca havia registrado uma vazão tão grande quanto a que foi contabilizada esta semana. Ela foi 17 vezes maior do que o que é registrado em média. Com o aumento no volume, a barragem que fica a seis quilômetros da cidade, virou um espetáculo à parte. A vazão que é na média de 14,4 metros cúbicos por segundo chegou a 250 metros cúbicos por segundo. Antes disso, a maior vazão registrada havia sido em 1983, ano de grandes enchentes, e mesmo assim, o máximo que se chegou foi 155 metros cúbicos por segundo. A usina que funciona no Rio Mourão está em operação desde 1964 e tem uma potência instalada de 8,2 MW. (Fonte: Jornal Tribuna do Interior)

Lembro que quando era criança fui algumas vezes com meus pais me banhar nas águas da represa, nas raras vezes em que ela transbordou. Naquela época era comum o pessoal além de se banhar, também lavar os carros nas águas da represa. Atualmente o acesso ao local é proibido e somente em cima da ponte que existe na estrada em frente à represa é que acaba sendo possível observar a água passando pela represa.

A represa essa semana. (Foto: Fábio Nogaroli)

A represa essa semana. (Foto: Fábio Nogaroli)

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A represa com recorde de água. (Foto: Jornal Tribuna do Interior)

A represa nos anos oitenta. (Foto: Site Boca Santa)

A represa nos anos oitenta. (Foto: Site Boca Santa)

A represa em uma das poucas vezes que transbordou. (novembro/2011)

A represa em uma das últimas vezes que transbordou. (nov/2011)

Cris, Vander, Marilene e Mariá. (novembro/2011)

Cris, Vander, Mariá e Marilene. (nov/2011)

Foto de Sucesso

Teve uma foto minha da passeata realizada no último sábado em Campo Mourão que fez um certo sucesso. Essa foto foi publicada no site Boca Santa (www.bocasanta.com.br) e também no perfil do site no Facebook. Daí ela acabou sendo compartilhada e recompartilhada por muitas pessoas e teve diversos comentários de pessoas achando a foto bonita e elogiando.

Legal isso, de ver uma foto de minha autoria se espalhando por aí e fazendo sucesso. Isso envaidece um pouco, mesmo eu não sendo um cara vaidoso. Segue abaixo a tal foto…

Protesto ao lado da Catedral São José.

Protesto ao lado da Catedral São José.

Protesto e Passeata em Campo Mourão

No último sábado participei de uma passeata aqui em minha querida Campo Mourão. Após dias de muita chuva e frio, o tempo ajudou e até saiu um solzinho que animou centenas de pessoas a saírem as ruas e protestar contra muita coisa errada que está acontecendo nesse nosso querido Brasil. Finalmente o povo acordou, tanto nas grandes quanto nas pequenas cidades do país.

Foi uma caminhada pacifica e até mesmo a “invasão” ao Terminal de Ônibus Urbano da cidade foi tranquila, sem depredações ou violência. E o pessoal que ficou parado no trânsito em razão da passeata também não reclamou e até participou de dentro de seus carros, buzinando e acenando. Outra marca dessa passeata foram as muitas pessoas nas janelas dos prédios, acenando e mostrando cartazes.

Na passeata achei que cabia um pouco de protesto com relação a Prefeita atual da cidade, que em seis meses no cargo ainda não mostrou para o que veio. Ela fala muito, aparece muito, mas faz pouco. E a cidade está ainda pior do que estava na administração anterior e as ruas estão cada vez mais sendo tomados por buracos. E a iluminação pública está um caos, depois que sua administração foi transferida da Copel para a Prefeitura. Tem lâmpadas que estão queimadas há dez meses e não adianta ligar na Prefeitura, pois eles não fazem nada.

Hoje estive revendo antigas postagens que fiz aqui no blog e notei que há muito tempo eu já criticava o Governo Petista e essa faraônica Copa do Mundo no Brasil. Não pertenço a nenhum partido político e sempre fui critico as coisas erradas que acontecem, independente do partido ao qual pertence o Vereador, Prefeito, Deputado, Governador ou Presidente. E nunca gostei do PT e da maioria dos petistas, principalmente dos militantes fanáticos, que mais se parecem com membros de torcidas organizadas de futebol, ou então fanáticos religiosos. Com estes militantes petistas não dá para ter dialogo, pois são cegos pela sua ideologia e chegam a estremos, não conseguindo enxergar o que realmente está acontecendo e principalmente acreditam cegamente e defendem com unhas e dentes seus líderes, mesmo quando estes são corruptos e ladrões.

Finalmente o Brasil acordou e espero que essa série de manifestações não seja fogo de palha. E que no próximo ano o povo que esta protestando nas ruas dê sua resposta nas urnas, excomungando da vida pública tantos corruptos que estão hoje espalhados pelo Brasil e principalmente mandando para a PQP o governo petista que comanda a quadrilha lá de Brasília.

Passeata pelo centro de Campo Mourão.

Passeata pelo centro de Campo Mourão.

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Minha “velha” amiga Tania e sua filha Gabriela.

Passeata.

Passeata.

"Invasão" ao Terminal de Ônibus.

“Invasão” ao Terminal de Ônibus.

Participando da passeata.

Participando da passeata.

Virada Cultural

No final de semana teve Virada Cultural em cinco cidades do Paraná: Curitiba, Foz do Iguaçu, Cianorte, Maringá e Campo Mourão. A Virada Cultural foi promovida pelo Governo do Paraná e contou com uma grande infraestrutura e também com shows de cantores famosos.

Em Campo Mourão foi montado um grande palco na praça central da cidade, onde aconteceram apresentações variadas no sábado e domingo, quando o evento foi encerrado com show do cantor Renato Teixeira. Paralelamente aos eventos no palco principal, aconteceram outros eventos menores em outras partes da cidade.

Estive presente na Virada Cultural no sábado a noite, e mesmo não tendo um público muito grande foi um programa diferente e interessante. Depois de assistir as apresentações que aconteceram no palco principal, fui ver uma peça de teatro na Biblioteca Pública, que terminou pouco antes das 3h00min da manhã. No domingo não participei da Virada Cultural, pois estava ausente da cidade.

Mesmo sendo um evento muito bem feito e grandioso, acredito que faltou um pouco mais de divulgação e presença de público. Não sei dizer os motivos do fracasso de público em tão bom evento! Então público logo abaixo um texto do jornal Gazeta do Povo, que talvez explique um pouco do fracasso da Virada Cultural aqui em Campo Mourão.

Sintonia

O governo do estado investiu pesado na estrutura da Virada Cultural de Campo Mourão, com a instalação de um grande palco, seguranças particulares e a montagem de dezenas de banheiros químicos, que na maioria não chegaram a ser utilizados. Mesmo assim, o evento não chegou a causar empolgação na população que compareceu em número reduzido nas apresentações programadas.

O prefeito da cidade, Nelson Tureck, e sua filha, a deputada Marla Tureck, presentes na apresentação de Renato Teixeira acreditam que houve falhas na definição da programação e na divulgação. “O evento foi organizado pelo governo em Curitiba e os shows foram definidos de cima para baixo, sem consultar os municípios ou a população. Tiveram artistas por aqui que não são fazem parte do gosto do povo. Tinha que ouvir mais as cidades”, analisou Tureck, que acredita que nas próximas edições “o povo ainda vai se acostumar”. O prefeito também criticou a falta de divulgação do evento na cidade pelos órgãos de comunicação locais, mesma tese apresentada ontem pela secretária municipal de Cultura, Sonia Singer.

Mas, se houve erros no planejamento de atrações e horários por parte do governo estadual, o mesmo ocorreu com a participação dos grupos locais, responsabilidade da prefeitura de Campo Mourão. A maioria dos artistas que se apresentaram na Virada são velhos conhecidos do público e estão presentes em quase todos os eventos realizados na cidade, sempre com os mesmo números. É o caso da banda municipal, da trupe de circo, da banda Bons e Velhos – que tocou há duas semana no parque da cidade – e até mesmo da peça teatral “Hamlet Machine”, dirigida pelo diretor mourãoense Carlos Soares, que somente neste ano, foi apresentada em quatro oportunidades. Faltou inovação e sintonia com o povo.

(Gazeta do Povo, Caderno G – 12/11/2012)

Show da “Big Time Orchestra”.

Bloco Carnavalesco “Cai Nessa”.

Vander e Fabiana, na Virada Cultural.