Pedalar faz bem!

No domingo fui pedalar com o Luis Cesar, meu parceiro de pedal. Fez um dia bonito, não estava nem frio e nem calor, o que fez o passeio ser bastante prazeroso. E escolhemos um caminho onde tínhamos ido pela última vez em agosto de 2005, logo que começamos a pedalar juntos. Eu estava melancólico desde sábado e o sol na cabeça, o vento no rosto me fizeram deixar a melancolia pelo caminho. Após 31 km de pedaladas a alegria voltou.

Domingo de sol.

Pedalando no milharal.

Vander.

Luis Cesar.

Rodeio de Colorado (2ª Parte)

O segundo dia em Colorado foi tranqüilo. O chato foi que dormi pouco, pois não me deixaram dormir. Chegou mais um amigo nosso, o Percival. Eu e o Sid fomos acordar o Piti, que estava numa ressaca brava. Ele tentou resistir, mas não teve jeito e logo acabou levantando. Passamos boa parte da manhã sentados em frente à casa do Danilo, conversando. Chegaram mais três garotas de Maringá e a Dona Sueli, mãe do Danilo, providenciou almoço para todo mundo.

À tarde o sol estava forte e mesmo assim fomos para o centro da cidade, ver o movimento. Muitas ruas estavam fechadas, num verdadeiro “carnaval sertanejo”. Muita gente bebendo e dançando no meio da rua. Eram tantos carros com o som ligado no último volume que em alguns locais você não conseguia saber que música estava tocando, pois virava um mistura que chegava a doer nos ouvidos.

O pessoal ia ficar para a final do rodeio e para o show do Milionário & José Rico, que aconteceria a noite. Eu estava cansado e resolvi ir embora ao final da tarde. Mesmo cansativo acabou sendo um final de semana divertido e pude fazer muitos novos amigos. Em 2013 pretendo voltar ao rodeio de Colorado, dessa vez indo nos dois finais de semana, aproveitando mais o tempo, conhecendo mais pessoas e vendo mais shows.

Hora do almoço.

Almoçando.

Agito no centro da cidade.

Ruas cheias de gente.

Percival, Luciano, Vander, Sid e Piti.

O Luciano tava parecendo um pedinte...

Uma "esmolinha" para o Luciano.

Rodeio de Colorado (1ª Parte)

No final de semana fui à Colorado, num dos rodeios mais famosos do Paraná. Fui com meus amigos Piti, Sid e Luciano. Nos encontramos em Maringá e de lá seguimos por quase 100 quilômetros até chegar à Colorado. A cidade estava lotada, com gente vinda de várias cidades do Brasil. Eu nunca tinha visto nada igual, centenas de pessoas acampando no meio da rua, dormindo em carros, calçadas, numa loucura total!!!

Ficamos na casa do Danilo, amigo do Piti. Ele, sua irmã Tuani e sua mãe nos receberam super bem. A casa estava servindo de “base” também para algumas meninas vindas de Maringá. De ponto negativo foi que logo ao chegar “chutei” sem querer um copo que estava no chão. O detalhe é que o copo era da Tuani, um copo de “estimação”. Fiquei super sem graça com tal incidente e ainda tive que agüentar o pessoal tirando sarro.

A noite fomos ao Parque de Exposições, onde teria prova de cavalo (três tambores) e rodeio de cavalos e touros. Eu não curto rodeios, pois não gosto que maltratem os animais, então sempre fico torcendo pelos animais. Não que eu queira que algum peão se machuque, apenas torço para que as montarias os derrubem rapidinho.

Após o rodeio teve show com a dupla Marcos & Belutti. A arena estava cheia e o pessoal bastante animado. Mesmo essa dupla não sendo de minhas favoritas, foi um bom show e valeu a pena ter ido.

Eu e o Piti voltamos para a casa do Danilo quando já passava das cinco da manhã. Estávamos nos guiando pelo GPS do Piti, pois não conhecemos muito bem a cidade. E daí o GPS ficou sem bateria quando estávamos quase chegando à casa. Sei que ficamos meia hora rodando para cima e para baixo por quase todas as ruas do bairro, até encontrar a casa. O mais engraçado foi descobrir depois que tínhamos passado pelas duas ruas laterais e não tínhamos encontrado a casa. O Piti estava bêbado e não ia encontrar nada mesmo naquela altura da madrugada! Já eu que não bebo nada alcoólico, não posso dar nenhuma desculpa por ter ficado perdido. Ou melhor, a desculpa é que tudo foi culpa do Piti, pois quando se saí junto com ele é normal se meter em alguma presepada.  KKKKkkkkk…

Luciano, Piti e Sid

Sid e seu "amigo" Red Label.

Arena de rodeios.

Show de Marcos & Belutti.

Patricia e Vander.

Piti e Tuani.

O Danilo vendo o show de "camarote".

Marcos & Belutti.

Assistindo ao show.

Piti e Lorota.

Com minha prima, Adrielly Dissenha.

General Lee

Após alguns meses sem “pisar” em Cianorte, voltei à cidade com alguns amigos. Fomos ao General Lee, que é um bar muito interessante, com uma decoração exótica com muitos itens antigos. A noite era de “sertanejão”, com duas bandas cantando ao vivo. Foi muito divertido e teve um cara que dançou tanto que chegou a torcer o joelho e ao que tudo indica vai ter que passar por uma cirurgia. Depois dessa acho que esse meu amigo nunca mais vai esquecer Cianorte e uma certa moça com um vestido de onça… kkk!!!

Dudu, Pit e Vander.

General Lee - Cianorte/Pr

Interior do General Lee.

Interior do General Lee.

Vander, Jander, Dudu e Demar.

Floripa

Mesmo com a chuva atrapalhando um pouco, pude fazer alguns passeios interessantes por Florianópolis. E conheci algumas praias onde nunca estive em minhas visitas anteriores a Ilha de Santa Catarina. E um local bem simpático onde estive duas vezes, foi o distrito de Santo Antonio de Lisboa. No local existe uma igreja centenária e também foi ali realizado o primeiro calçamento em uma rua no Estado de Santa Catarina. Tal fato ocorreu em 1845 durante uma visita do Imperador Dom Pedro II.

Barcos ao mar...

Santo Antonio de Lisboa.

A rua pavimentada mais antiga de Santa Catarina.

Sambaqui.

Ponta das Canas.

Ponta das Canas.

Pôr do Sol em Florianópolis

Após uma virada de ano com muita chuva, o tempo melhorou e foi possível admirar um belo pôr do sol na praia, em Santo Antonio de Lisboa, um dos locais mais antigos da Ilha de Santa Catarina.

Momentos distintos de um mesmo pôr do sol.

Distrito de Santo Antonio de Lisboa, Florianópolis - SC.

Ody Park

Aproveitando os dias de calor que tem feito por aqui, fui para o Ody Park com alguns amigos. O parque aquático fica em Maringá e nessa época do ano está sempre lotado. Passamos um dia divertido e zoamos muito. Apenas não pude desfrutar de todas as atrações do parque, pois alguns toboáguas são meio radicais e não posso arriscar dar um mau jeito em minhas hérnias de disco, justo agora que elas não incomodam mais.

Galera reunida.

Toboágua.

Momento relax.

Sidão saindo do tubo.

Piscinas.

Mais um toboágua.

Jogando "Pitibol", com o Piti.

Urso, Dente, Maico, Vander, Sidão, Alan e Piti.

Dia de Natal

E o dia de Natal foi divertido, mais uma vez passei em uma reunião de família, na fazenda de um tio. Foi um dia muito agradável e passou muito rápido. E ficou comprovado que atualmente estou “mais para o jogo do que para o amor”, pois teve a tradicional “cacheta” de Natal e dessa vez ganhei uma boa grana. E olha que eu não jogava desde o último Natal!

Com minha mãe e minha sobrinha.

A tradicional cacheta de Natal.

Sobrinha corajosa.

Meus pais e uma tia.

Usina Mourão

Desde 1990 que eu não via a Usina Mourão com água passando por cima de sua represa. Nesses últimos 21 anos tal fato deve ter ocorrido algumas vezes, mas como não ia muito a Campo Mourão, acabou se passando duas décadas sem eu presenciar tal fato. Vendo a imagem da água passando por sobre a barragem, me veio algumas lembranças da infância. Naquela época parecia que a represa da Usina Mourão era gigante, mas após conhecer outras Usinas Hidrelétricas e principalmente conhecer Itaipu, descobri que a Usina Mourão é bem pequena. De qualquer forma ela é a Usina de minha infância, e sempre será a minha preferida.

História: A Usina Hidrelétrica Mourão possui potência instalada de 8,2 MW, e está localizada na margem direita do rio Mourão, no Município de Campo Mourão, a aproximadamente 6 km do centro da cidade. No final da década de 50, o Governo do Paraná solicitou pedido de concessão ao Governo Federal para aproveitar o potencial existente no Salto São João. A construção foi iniciada pelo DNAEE em 1958. Em 1961, após obtenção da concessão junto ao Governo Federal, a Copel retomou suas obras, inaugurando a usina em 1964. Foi reforçada assim a oferta de energia à região Norte. Durante muito tempo a Usina Mourão atendeu isoladamente a região composta por 15 municípios do centro-oeste paranaense. Depois, com a interligação do sistema elétrico do Paraná, passou a fazer parte do parque gerador da Copel.

Fonte: www.copel.com

Represa da Usina Mourão. (nov/2011)

Vanessa, Cris, Mariá e Marilene.

Ao fundo a represa da Usina Mourão.

Disney Hollywood Studios

Visitei o único dos quatro parques da Disney que ainda não conhecia, o Disney Hollywood Studios, antigo Disney MGM Studios. Mesmo tendo atrações baseadas em filmes de cinema, ele perde de longe para a Universal Studios, que tem atrações bem mais interessantes. O Disney Hollywood Studios é mais para crianças do que para adultos, ao menos em minha opinião. Mesmo assim foi um dia interessante que passei no parque e pude desfrutar de algumas atrações interessantes.

Entre muita coisa que fiz e vi, vale mencionar que assisti aos Muppets num teatro, numa mistura de cinema 3D e participação ao vivo de alguns bonecos. Outra atração que gostei foi Indiana Jones, onde você vê trechos do filme sendo apresentado por atores como se estivesse sendo gravado naquele momento. Eles usam e abusam dos efeitos especiais. E teve um passeio como se fosse num barco que percorre um túnel e passa por diversos cenários de filmes, com robôs representando os atores. Essa é uma legítima viagem na história do cinema. E também assisti a apresentação ao vivo de “A Bela e a Fera”. Essa atração é mais para crianças, mas mesmo assim foi divertido. Vi muito mais coisa e evitei a montanha russa e o elevador que despenca.

E teve uma parte do parque que achei muito interessante. É um local dedicado a Walt Disney, e conta toda sua história e do império que ele criou. Tem muito material original. Entre o material em exposição está o escritório de Walt Disney, que ficava em Burbank, na Califórnia. E algo que gostei muito, foi ver ao vivo e a cores alguns dos OSCAR ganhos pela Disney. Desde criança que gosto de assistir anualmente na TV a entrega do Oscar. E poder ver alguns deles foi uma experiência bastante interessante.

Jardim em frente ao Disney Hollywood Studios.

Entrada do Disney Hollywood Studios.

Interior do parque.

Disney Hollywood Studios.

Disney Hollywood Studios.

Disney Hollywood Studios.

Indiana Jones.

Escritório de Walt Disney.

Alguns dos muitos OSCAR que a Disney ganhou.

"O Patinho Feio" 1939.

Disney Hollywood Studios.

Disney Hollywood Studios.

Disney Hollywood Studios.

Noite do Horror

Acabei encontrando meu amigo Samuel mais uma vez em Orlando e fomos à Noite do Horror, na Universal Studios. Foi bem divertido, apesar das longas e demoradas filas para entrar em algumas atrações. Ficamos de 5 a 40 minutos em algumas filas para entrar nas atrações, e cerca de cinco minutos em cada atração. Quando a atração era boa, valia a pena o tempo de espera, mas quando era ruim, dava uma raiva enorme ter perdido tempo na fila. As atrações de terror eram muitas, mas  bem parecidas no conceito. Ou seja, você entrava em um local fechado, que era todo decorado com algum tema relacionado a terror, ou em alguns casos a filmes de terror. A decoração era muito caprichada e cheia de efeitos especiais, luzes, gelo seco, ruídos, gritos, personagens caracterizados andando pelo local e tentando te assustar. Tudo isso criava um clima de medo.

Confesso que não me assustei nas atrações, pois já entrava preparado e atento para não levar sustos. E ficava olhando para todo lado e prestando atenção em tudo para não levar sustos. A única atração realmente assustadora em minha opinião foi o passeio pelo cemitério. Essa atração foi muito bem bolada e estava bem caracterizada. Senti-me dentro do filme “A Volta dos Mortos Vivos”, grande sucesso em meados dos anos oitenta. Essa atração consistia de um passeio por dentro de um cemitério cenográfico, à noite, com nevoeiro, ruídos estranhos, monstros surgindo no meio das tumbas, tumbas se abrindo e mortos decompostos aparecendo em sua frente. Ali não teve como não ficar com medo e não levar sustos. Mesmo sabendo que era tudo de “brincadeira”, o clima criado acabava te envolvendo e você se assustava. E mais uma vez foi uma pena não poder gravar ou fotografar dentro das atrações. E mesmo que fosse possível fotografar e gravar, não teria como transmitir a verdadeira sensação de horror e medo de algumas atrações. Só mesmo indo lá para saber como é, e se assustar um pouquinho.

E nessa noite acabei indo na montanha russa da Múmia. Essa atração é baseada no filme “A Múmia”. No início o trenzinho segue calmamente, passando por túneis com cenários idênticos aos do filme. Mas logo você entra num túnel escuro, que na verdade é uma montanha russa no escuro. Eu tinha sido aconselhado pela Consuelo e pelo Wagão, que já conheciam essa atração, a não ir nela em razão de minha labirintite. Mas como sou teimoso, curioso e adorei o filme no qual a montanha russa foi baseado, acabei indo. Quando começou a parte de freadas bruscas, curvas e descidas em alta velocidade, lembrei do conselho que me deram e me arrependi de estar ali. Segurei firme, fechei os olhos e fiquei torcendo para que acabasse rápido. Teve um momento em que quase apaguei, fiquei tão tonto que achei que ia desmaiar. Quando desci estava muito tonto, com a cabeça doendo e a labirintite atacada. Fiquei um bom tempo andando meio grogue e jurando que nunca mais entro novamente em uma montanha russa, seja ela no claro ou no escuro.

Universal Studios.

Samuel.

Cemitério.

Engolido pelo tubarão.

Samuca e Vander.

Levando uns sustos...

Noite do horror.

Montanha Russa da Múmia.

Universal Studios

Eu e o Wagão aproveitamos um dia quase inteiro para visitar o parque temático da Universal Studios. Além desse parque ser o que ficava mais próximo ao nosso hotel, ele é o nosso parque favorito em razão de suas atrações, quase todas baseadas em filmes de cinema.

Chegando a Universal Studios fomos primeiro em nossas atrações favoritas: Shrek 4D, MIB – Homens de Preto, e Twister. Assistimos o show de blues dos Irmãos Cara de Pau e também ao Rock Horror Show. O Wagão ainda não conhecia “Tubarão”, pois da outra vez que foi a Universal a atração estava fechada por problemas técnicos. Então enfrentamos uma fila enorme e embarcamos para “caçar” o temido tubarão. Essa atração é uma das melhores do parque. Infelizmente não é possível fotografar ou filmar dentro dos locais das principais atrações. E mesmo que fosse possível, não se conseguiria captar a sensação e a emoção dessas atrações. Então só mesmo indo até lá para sentir ao vivo o quanto a Universal Studios é sensacional.

Eu já tinha ido algumas vezes na Universal Studios, e mesmo assim foi bom ir outra vez. De novidade tinha a atração da Múmia, uma espécie de Montanha Russa no escuro, que da freadas bruscas e faz curvas radicais. Achei melhor não ir, em razão de minha labirintite que já tinha me deixado tonto com as rodadas básicas do carrinho, quando fomos caçar extras terrestres em MIB. E a sensação atual do parque é uma montanha russa super radical, com curvas, subidas e descidas de dar medo. Não curto montanhas russas, e nem é por medo. É por que fico mal, tonto mesmo e depois que tive labirintite a situação piorou ainda mais, posso chegar a desmaiar dentro do carrinho da montanha russa. Então melhor não arriscar.

Wagão na entrada da Universal Studios.

Portal da Universal Studios.

Universal Studios.

Cenários de "Tubarão".

MIB - Homens de Preto.

Momento de descanso.

O Wagão se refrescando.

Rock Horror Show.

Drive-in.

Universal Studios.

Vander e Wagão.

Washington Square Park + “August Rush: O Som do Coração”

Um local interessante que conheci em Nova York, foi o Washington Square Park. Esse parque fica na região conhecida como Greenwich Village, no final da Quinta Avenida. Ele é um importante ponto de encontro de atividades culturais. Nesse parque fica o Arco de Washington, uma construção parecida com o Arco do Triunfo, em Paris.

Em abril desse ano assisti ao filme “August Rush: O Som do Coração”, o qual gostei muito. E boa parte do filme acontece no Washington Square Park, pois é ali que o personagem principal, August Rush, se apresenta com um violão para ganhar dinheiro. Cheguei até a tirar uma foto no palco onde o August se apresentava, palco esse que fica praticamente no meio do parque. O legal de Nova York é que para apaixonados por cinema igual a mim, em todo canto você acaba “tropeçando” em algum lugar que foi cenário de filmes.

“August Rush: O Som do Coração”

“August Rush: O Som do Coração”

O palco em que August Rush toca violão no filme.

Arco de Washington.

Em frente ao Arco de Washington.

Times Square

Estive duas noites em Times Square, que atualmente é o ponto turístico mais visitado do mundo. Times Square pode ser considerado o “centro” da cidade de Nova York. Gostei das mudanças que ocorreram desde minha última visita. Uma rua foi bloqueada ao trânsito e mesas e cadeiras ocupam o espaço que antes pertencia aos carros. A área e a quantidade de painéis luminosos foi ampliada, deixando a região de Times Square ainda mais iluminada e bonita. E foi construída uma espécie de arquibancada, onde o pessoal senta para descansar e ficar observando o movimento das pessoas e olhando as dezenas de painéis luminosos. Aquilo parece uma babel, pois você ouve as pessoas falando diversos idiomas diferentes. E vi muitos policiais pela região, reflexo da tentativa de atentado com um carro-bomba que ocorreu ali em maio de 2010.

A Times Square está localizada na junção da rua Broadway com a 7ª Avenida, entre a ruas 42 Oeste e 47 Oeste, na região central de Manhattan. É uma área comercial, onde todos os prédios são obrigados a instalar letreiros luminosos, para propósitos de publicidade. Na Times Square está localizada a NASDAQ, uma das principais bolsas de valores do mundo. Entre seus pontos comerciais mais conhecidos estão os estúdios da rede de televisão ABC, de onde o programa matinal Good Morning America é transmitido ao vivo, bem como os famosos estúdios da MTV e da Virgin Records. O local possui uma das maiores concentrações da indústria do entretenimento no mundo, além de grandes lojas de famosas marcas internacionais, e obviamente congrega inúmeros anúncios luminosos de publicidade que durante a noite tornam-se uma atração peculiar. É também na Times Square que se pode assistir a uma das maiores festas de passagem de ano do planeta, contando sempre com inúmeros recursos visuais e pirotecnia.

Times Square significa “Praça do Tempo”, e até abril de 1904 era conhecida como Longacre Square, nome original dado pelos colonizadores britânicos. O local teve seu nome mudado em função da construção do edifício que durante muitos anos serviu para abrigar os escritórios centrais do jornal New York Times, o Times Building, hoje conhecido como One Times Square.

Em Times Square.

Times Square.

Ao fundo a NASDAQ.

Times Square.

Descansando em Times Square.

Times Square.

Empire State

Minha intenção era chegar no observatório do Empire State no final da tarde e poder ver lá de cima a cidade durante o dia e depois a noite, com suas luzes acesas. Fiz isso em uma visita anterior anos antes. Mas fui surpreendido pelo tamanho da fila de visitantes. Demorou tanto para chegar até o elevador e subir os 88 andares até o observatório, que quando lá cheguei já era noite. Mesmo assim valeu a visita, e a vista lá do alto é muito bonita. Fazia muito frio e tinha um lado de onde estava vindo o vento, no qual não dava para permanecer muito tempo, pois estava congelante. O Empire State tem muita história e durante muitos anos foi o maior edifício do mundo. E quem não se lembra do filme King Kong? As versões do filme feitas em 1933 e 2005, acontecem no alto do Empire State (a versão de 1976 se passa no World Trade Center).

É no observatório do Empire State, que Tom Hanks e Meg Ryan se encontram no filme “Sintonia de Amor” (1993), um de meus filmes favoritos. O curioso nesse filme é que os personagens principais interpretados por Tom Hanks e Meg Ryan, aparecem juntos na tela por aproximadamente dois minutos apenas. E boa parte desses dois minutos é justamente no observatório do Empire State. E “Sintonia de Amor” faz muitas referências ao filme “Affair to Remember”, de 1957, no qual o casal principal do filme também tem um encontro no observatório do Empire State.

O Empire State Building foi projetado por Gregory Johnson, o qual preparou o projeto do edifício em apenas duas semanas, usando o projeto de outro edifício como projeto base. O edifício foi projetado de cima para baixo. As escavações no local começaram em 22 de janeiro de 1930, e a construção do edifício em sí, começou simbolicamente em 17 de março. O projeto envolveu 3.400 trabalhadores, a maioria imigrantes da Europa. De acordo com os dados oficiais, cinco trabalhadores morreram durante a construção. Foi inaugurado em primeiro de Maio de 1931.

Com 102 andares, o Empire State Building  foi o arranha-céu mais alto do mundo por 41 anos, e a estrutura mais alta já feita pelo homem por 23 anos. Logo após a destruição do World Trade Center em 2001, o Empire State Building recebeu novamente o título de edifício mais alto de Nova York.

Chegando ao Empire State.

Entrando no Empire State.

Na recepção do Empire State.

Vista que se tem de um dos lados do Empire State.

No lado Oeste quase congelei com o vento gelado.

Turistas no observatório do Empire State.

Meg Ryan e Tom Hanks, no filme "Sintonia de Amor" (1993).

Que tal descer 84 andares pelas escadas?

King Kong no alto do Empire State (versão de 2005).

Strawberry Fields (memorial)

Atravessando a rua em frente ao Edifício Dakota e entrando no Central Park, logo se chega a Strawberry Fields, um memorial construído para homenagear John Lennon. É um enorme jardim e numa parte dele existe um mosaico circular no chão, onde no meio está escrito a palavra IMAGINE, que remete a uma das mais famosas músicas compostas por Lennon. Nesse mosaico é comum as pessoas depositarem flores, cartas, fotos, acenderem velas. O engraçado é que muita gente que vai até ali acha que foi no local onde está o mosaico que Lennon tombou morto. Na verdade aquele local é apenas uma homenagem a Lennon, que foi morto há vários metros dali, do outro lado da rua (ver post anterior).

Strawberry Fields é um memorial jardim de 10.000 m², e que fica dentro do Central Park. Foi dedicado a Jonh Lennon, no que teria sido seu aniversário de 45 anos, em 9 de outubro de 1985. A entrada para o memorial está localizado no Central Park, próximo a rua 72 e em frente ao Edifício Dakota, onde Lennon viveu seus últimos anos de vida e onde foi assassinado. O memorial é uma área triangular de terra, e seu ponto principal é um mosaico de pedras incrustadas, com uma única palavra, o título da famosa canção de Lennon: IMAGINE. O mosaico foi um presente da cidade de Nápoles. Próximo ao mosaico existe uma placa com o nome das nações que contribuíram para a construção do memorial. Yoko Ono, viúva de Lennon, contribuiu com mais de um milhão de dólares para o paisagismo e manutenção de Strawberry Fields.

O memorial geralmente é coberto com flores, velas em vidros, e outros pertences deixados para trás pelos fãs de Lennon. No aniversário de Lennon (9 de outubro) e no aniversário da sua morte (8 de dezembro), as pessoas se reúnem para cantar músicas e pagar tributo. Muitas ficam ali até tarde da noite, numa época em que geralmente faz muito frio.

Você pode dizer

Que eu sou um sonhador

Mas eu não sou o único

Espero que um dia

você se junte a nós

E o mundo, então, será como um só 

(Imagine – Jonh Lennon)

Chegando a Strawberry Fields.

Mosaico em Strawberry Fields.

Em Strawberry Fields.

Edifício Dakota

O Edifício Dakota fica em frente ao Central Park, e foi residência de John Lennon. Foi em frente a uma das entradas do Dakota que Lennon foi assassinado em 8 de dezembro de 1980.

Construído entre 1880 e 1884, o Edifício Dakota com o passar dos anos se tornou um endereço importante e caro. Passou a ser a casa do ex-Beatle John Lennon a partir de 1973. Na noite de 8 de dezembro de 1980, Lennon voltava de um studio onde tinha feito à gravação de uma música. Antes de ir jantar com a esposa Yoko Ono, resolveu passar em casa para dar boa noite a seu filho. Alguns fãns como de costume esperavam na frente do prédio para pedir autógrafos e tirar fotos com o ex-Beatle. Em vez de desembarcar do carro na parte interna do Dakota, Lennon resolveu parar na rua em frente para atender aos fãs. Acabou sendo alvejado com vários tiros pelas costas, por Mark David Chapman, e morreu ao dar entrada no hospital. Horas antes do atentado, Lennon tinha dado autógrafo a Chapman, no mesmo local do assassinato.

Yoko Ono ainda possui alguns apartamentos no Edifício Dakota e todo ano no aniversário da morte de Lennon, uma vela é deixada acesa na janela de um apartamento. Em frente ao Dakota, no Central Park, que fica do outro lado da rua, foi construído o memorial Strawberry Fields, em homenagem a Lennon.

Em frente ao Dakota.

Entrada do Dakota (Rua 72) onde Lennon foi assassinado.

Lennon dando autógrafo ao seu assassino horas antes de morrer.

Edifício Dakota visto do Central Park, no final da década de 1880.

Central Park

Visitar o Central Park por completo é missão para no mínimo um dia inteiro, em razão de seu enorme tamanho. Como eu não tinha tempo para isso e como já conhecia boa parte do parque da visita anterior oito anos antes, escolhi apenas um área do parque para visitar. O Central Park é muito bonito e interessante e é um dos pontos de Nova York que sempre aparece em filmes. Então é interessante andar por lá e ficar tentando lembrar em qual filme você viu tal ponte, tal estátua, tal banco, tal árvore, tal esquilo… rs!! Fiquei um tempo na Fonte Bethesda e depois caminhei pelo parque olhando o movimento, que era enorme nesse dia.

O Central Park ocupa 3,41 km² do centro da Ilha de Manhattan e anualmente recebe cerca de 35 milhões de visitantes. Foi aberto inicialmente em 1857, e teve uma grande obra de expansão que foi concluída em 1873. É o parque urbano mais famoso do mundo, por culpa dos muitos filmes que o utilizaram como cenário e o divulgaram pelo mundo.

Vista aérea do Central Park

Na Fonte Bethesda.

Vendo os barcos no lago.

Terrace Bethesda.

Terrace Bethesda.

Caminhando pelo Central Park.

Em Sheep Meadow, no Central Park.

Sheep Meadow.

Uma das ruas do Central Park.

Central Park.

Carruagem no Central Park.

Estátua da Liberdade

Visitar Nova York e não ir até a Estátua da Liberdade é algo inadmissível. Esse foi outro local que já conhecia e que mereceu nova vista. A fila para comprar ingresso e depois embarcar num dos barcos que levam até a ilhota onde fica a Estátua da Liberdade, estava bastante grande. E o processo de revista para poder embarcar, é quase o mesmo feito nos aeroportos. Os americanos morrem de medo de outro atentado terrorista, principalmente contra algum de seus ícones, como é o caso da Estátua da Liberdade.

A viagem de barco é rápida e conforme vamos nos afastando do porto, a vista da cidade de Nova York vai ficando cada vez mais bonita. Fazia frio e com o vento durante a travessia, a sensação térmica baixou bastante. Mesmo assim preferi ficar do lado de fora do barco e apreciar a paisagem. Desembarcando na ilha fui até a estátua e tirei algumas fotos. Diferente da visita anterior a oito anos, quando não era permitido se aproximar da estátua, dessa vez a visitação ao interior da estátua e a sua coroa, estavam liberadas. Mas a visita era liberada somente até às 15h30min e eu cheguei uns minutos depois desse horário. Então mais uma vez fiquei sem poder conhecer mais detalhadamente a Estátua da Liberdade. Não tem jeito, no futuro preciso voltar à Nova York para visitar a Estátua da Liberdade mais uma vez… rs!!

A estátua mede 46,50 metros (92,99 metros contando o pedestal). O nariz mede 1,37 metros. O conjunto pesa um total de 24.635  toneladas. É a estátua mais pesada do mundo, segundo o Guiness. A coloração verde-azul é causada por reações químicas, o que produziu sais de cobre e criou a atual tonalidade. A Estátua da Liberdade foi um presente dado por Napoleão III, como prêmio aos Estados Unidos após uma batalha vencida contra a Inglaterra. O historiador francês Edouard de Laboualaye foi quem primeiro propôs a ideia do presente, e o povo francês arrecadou os fundos para que, em 1875, a equipe do escultor Fréderic Auguste Bartholdi começasse a trabalhar na estátua. Bartholdi fez uma viagem aos Estados Unidos e encontrou o que ele julgava ser o local ideal para a futura estátua – uma ilhota na baía de Nova York, posteriormente chamada Ilha da Liberdade (batizada oficialmentecomo Liberty Island em 1956). A inauguração da estátua ocorreu em 28 de outubro de 1886.

A estátua funcionou como farol de 1886 a 1902, sendo o primeiro farol a ter utilizado energia elétrica. O ato de sabotagem dos alemães na Primeira Guerra Mundial, conhecido como a explosão Black Tom, causou um prejuízo de US$ 100.000, danificando a saia e a tocha. Desde então não é permitida a visitação da tocha. A estátua sofreu uma grande reforma em comemoração do seu centenário. A estátua foi reinaugurada em 3 de julho de 1986, ao custo de 69,8 milhões de dólares. Foi feita uma limpeza geral na estátua e sua coroa, corroída pelo tempo, foi substituída. A coroa original está exposta no saguão. Depois do atentado terrorista contra o World Trade Center, a visitação a coroa foi proibida, por motivos de segurança. Porém, em 4 de julho de 2009, a visitação da coroa foi reaberta, depois de 8 anos fechada ao público.

Barco que leva até a Estátua da Liberdade.

No barco, deixando Nova York para trás.

Chegando a Liberty Island.

Em frente a Estátua da Liberdade.

A parte de trás da Estátua da Liberdade.

Embarcando de volta a Nova York.

Trinity Church e Trinity Church Cemetery

Outro local que já conhecia e que mereceu uma nova visita, foi a Trinity Church e o cemitério ao lado da igreja. Esse cemitério hoje em dia mais parece um parque onde o pessoal vai passear e até namorar. Mas ele é o primeiro cemitério de Manhattan, e onde estão sepultados muitos personagens importantes na história da cidade de Nova York. Em algumas lápides ainda é possível ler o nome, datas e homenagens ao morto em questão. É um local “diferente” e bastante interessante.

A primeira Trinity Church, foi construída no local em 1698. A construção do segundo prédio da Trinity Church começou em 1788 e foi consagrado em 1790. A estrutura foi demolida depois de ter sido enfraquecida pelas grandes nevascas durante o inverno de 1838-1839. A terceira e atual Trinity Church foi concluída em 1846 e no momento da sua conclusão sua torre de 86 metros e cruz, tornou-se o ponto mais alto de Nova York, até ser superado em 1890  pelo Edifício New York World.

O Cemitério da Trinity Church, na verdade consiste de três pequenos cemitérios separados e associados, que ficam ao redor da igreja. Os cemitérios têm sido o lugar de descanso final para muitas figuras históricas da cidade de Nova York, desde 1697.

Trinity Church.

Cemitério da Trinity Church.

No Cemitério da Trinity Church.

Sepultura de 1747.