A felicidade só é verdadeira quando compartilhada

Sou fã do livro e do filme Na Natureza Selvagem. E adoro a trilha sonora do filme, composta toda por Ed Vedder. A história contada no livro, á história com final infeliz de Chris McClandess, me tocou profundamente e identifiquei-me com o Chris imensamente. Sei que muita gente acha que ele foi um idiota e morreu de forma estúpida. E também sei que muita gente me acha um idiota por admirar Chris McClandess e pelo meu jeito de agir, de pensar e até pelo que posto aqui nesse blog. Mas não estou nem aí pra esse povo e a opinião deles!

Mas onde eu queria chegar quando comecei esse texto e fugi um pouco do contexto, foi falar sobre os livros que inspiraram Chris McClandess, os quais são citados no livro e no filme Na Natureza Selvagem. Dos livros mencionados eu tinha lido somente Caninos Brancos, de Jack London. E recentemente comecei a ler Walden, de Henry Thoreu. Alías, Thoreu logo vai merecer uma postagem exclusiva aqui no blog.

Os demais livros citados no livro Na Natureza Selvagem não fazem muito meu estilo de leitura, mas deixei alguns nomes anotados e quem sabe no futuro se sobrar tempo eu leia algum. Entre estes vale a pena citar:  A Sonata a Kreutzer (Liev Tolstói), Felicidade Conjugal (Liev Tolstói), Guerra e Paz (Liev Tolstói), A Morte de Ivan Ilitch (Liev Tolstói), O Homem Terminal (Michael Crichton), A Desobediência Civil (Henry Thoreau), Doutor Jivago (Boris Pasternak), As Aventuras de Huckleberry Finn (Mark Twain) e Tarass Bulba (Nikolai Gogol). Se eu tinha lido apenas um livro dessa lista, ao menos vi três filmes baseados nesses livros. São eles: Guerra e Paz, Doutor Jivago e As Aventuras de Huckleberry Finn. E com relação a esse último, estive na ilha de Tom Swayer, que é citada no livro. Na verdade essa ilha que visitei fica no Disney World em Orlando, e foi criada por Walt Disney inspirado no livro, pois Disney era fã de Mark Twin, o autor do livro.

Tais livros serviram de inspiração e moldaram a personalidade de Chris McClandess, principalmente com relação á natureza. Sempre gostei do ar livre, da natureza e da sensação de liberdade que ela nos transmite. Já tive muitas “aventuras” junto á natureza e algumas vezes tais aventuras quase se transformaram em tragédia. Mas é assim mesmo, a natureza é poderosa e não perdoa os fracos, os desatenciosos, os mal preparados e distraídos. Das vezes que me dei mal e até me machuquei foi por culpa da distração. Mas é vivendo que se aprende, é se machucando que também se aprende a não se machucar mais. É assim que vivemos na natureza e nesse mundo selvagem que nos cerca…

“A felicidade só é verdadeira quando compartilhada”.

(frase do livro Na Natureza Selvagem)

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Chris McClandess, Alaska 1992.

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Vander Dissenha, Canadá 2011.

Meu primeiro cinema

Comecei a gostar de filmes em 1975, quando minha família comprou nossa primeira TV, ainda em branco & preto. Eu adorava assistir filmes de bang bang junto com minha mãe. E a primeira vez que fui ao cinema, foi em 1976. Fui com meus pais e minha irmã (meu irmão ainda não era nascido) assistir a um filme sobre a Família Robson. Meu primeiro cinema foi o Cine Plaza, o único de minha cidade natal, Campo Mourão – Pr. O cinema era enorme, com mais de mil lugares e aquele primeiro filme foi uma experiência incrível. Ainda em 1976 voltamos ao cinema, dessa vez para assistir ao sucesso King Kong. Esse foi um dos cinco filmes com maior público na história do cinema de minha cidade. E King Kong me rendeu muitos pesadelos nos dias seguintes, pois o macacão era assustador para um garoto de seis anos. Em compensação a loira do filme rendeu outros tipos de pensamento para o mesmo garoto de seis anos.

Durante muitos anos o Cine Plaza fez parte de minha vida. Inesquecível as muitas matines em que fui assistir a filmes dos Trapalhões. E foi nesse mesmo cinema onde levei minha primeira namorada, Roseli, para ver um filme no final de 1986. Só não lembro qual foi o filme! Mas lembro de que ela estava mais preocupada em comer pipoca do que me dar atenção. E nesse mesmo cinema assisti dezenas de filmes, muitos clássicos que entraram para a história. E muitas noites matei aula e pulei o muro do colégio para ir ver filmes no Cine Plaza.

O cinema ficava bem no centro da cidade, próximo da praça central. E numa época em que não existia internet, DVD ou TV a cabo, era no cinema e em frente a ele, que os jovens se reuniam nas noites de sábado e principalmente nas noites de domingo. Entre muitas histórias que vivi no cinema, tem duas que vale a pena mencionar. A primeira foi em 1987, quando num domingo a noite passou o filme sobre vampiros, A Hora do Espanto. O cinema estava tão cheio, que tinha muita gente vendo o filme em pé. Eu era um dos espectadores que estava em pé naquela noite, no corredor lateral direito do cinema. Ao meu lado duas belas moças, mais velhas do que eu. Em dado momento do filme tinha uma cena horrível, com vampiros derretendo ao serem expostos a luz do sol. Eu olhei para o chão, pois não queria ver tal cena. Um das moças, a mais bonita, ficou com tanto medo que me abraçou e me apertou. Aquele abraço inesperado foi um momento inesquecível para um garoto tímido como eu. Outra fato inesquecível foi em 1988, durante a exibição do filme A Volta dos Mortos Vivos. Era um sábado a noite e chovia forte. Tinha uma cena do filme que acontecia num cemitério, sob chuva. E no mesmo instante em que chovia no filme, começou a chover forte dentro do cinema, bem ao meu lado, por culpa de uma grande goteira. Aquilo parecia cinema 4D de tão real. Era até assustador! E nesse mesmo filme um rato passou correndo por cima do meu pé.

O Cine Plaza funcionou até o início dos anos noventa e o último filme que assisti nele foi O Exterminador do Futuro. Nesse filme estava acompanhado de meu irmão. Tempos depois o cinema fechou e desde então funciona no local uma Igreja Universal do Reino de Deus. Mas sempre que passo em frente ao antigo cinema, lembro-me das muitas experiências que vivi ali e das pessoas que conviveram comigo naquele cinema, algumas delas já falecidas. E pra finalizar, mais uma historinha desse cinema. Em meados de 1987 fiz amizade com um dos projetistas do cinema. Ele algumas vezes me deixava entrar escondido por uma porta existente ao lado da porta principal do cinema e que levava até a sala de projeção. Ali eu assistia filmes pornográficos da sessão das dez, em pé, olhando por uma das janelinhas da sala de projeção. Na época eu era menor de idade e não podia entrar no cinema para ver tais filmes. Assistir aos filmes proibidos, escondido na sala de projeção era uma grande aventura. Boas lembranças, doces histórias, muita saudade de um tempo que se foi…

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Interior do Cine Plaza.

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Antigo Cine Plaza.

Sobre o Oscar 2017

Fazem trinta e poucos anos que acompanho a entrega do Oscar. Não vi todas, por diversos motivos perdi algumas. Mas a de ontem à noite felizmente não perdi, pois foi histórica. Ainda bem que tenho TV a cabo e pude assistir a cerimônia do Oscar pelo canal TNT. A Globo transmitiu os sonolentos desfiles de Carnaval. Aliás, desfile é bom de ver ao vivo, pela TV é muito chato!

Minha torcida para melhor filme era para Até o Último Homem, mas eu achava que ia dar La La Land como vencedor. E por alguns minutos o vencedor foi La La Land. Devido a uma lambança histórica motivada por troca de envelopes com as informações sobre os vencedores, La La Land acabou sendo anunciado como vencedor do prêmio de melhor filme. O pessoal subiu no palco, receberam as estatuetas, dois fizeram discurso e de repente para tudo e é anunciado que tinham cometido um erro e o vencedor era Moonligth. A platéia ficou perplexa, muitos não entendendo o que estava acontecendo, outros achando que era mais uma das muitas brincadeiras do apresentador do Oscar. Nisso o pessoal do Moonlight comemorou meio que não acreditando no que estava acontecendo. E na confusão o apresentador Jimmi Kimmel tentou justificar as coisas e meio que se sentindo culpado pelo erro, se despediu falando que não voltava mais a apresentar o Oscar. Foi hilário, surpreendente, espantoso, inacreditável, surreal o que aconteceu. Olhei no site da Rede Globo e eles já tinham anunciado La La Land como o vencedor, e demoraram um pouco para corrigir a informação. Aliás, a Globo deu azar, perdeu a chance de transmitir talvez a cerimônia do Oscar mais incrível de todos os tempos, para transmitir desfile de Carnaval com um monte de mulher pelada, acidente com carro alegórico com muita gente ferida e outras baixarias mais. Dessa vez você perdeu Globo!

Deixe-me fazer alguns comentários sobre as principais premiações. Os vencedores de ator coadjuvante (Mahershala Ali) e atriz coadjuvante (Viola Davis) foram merecidos. O de melhor atriz (Emma Stone) também foi merecido. E o de melhor ator o vencedor (Casey Affleck) era minha segunda opção. E merecia um prêmio especial a Amy Adams, pelo vestido very sexy que usou ao apresentar um trecho da premiação. Que mulher! E La La Land mesmo não tendo vencido na categoria principal, que é de melhor filme, foi o filme vencedor da noite com seis estatuetas. A melhor música foi merecida, pois “City of Stars” de La La Land é uma musiquinha gostosa de ouvir, e cujo refrão você começa a cantar repetidamente sem perceber. Tal refrão gruda e é difícil se livrar dele!

Ano passado aconteceu uma polemica enorme em razão de atores negros não terem sido indicados ao prêmio nas melhores categorias. E como a academia do Oscar é muito política, esse ano parece que para compensar e evitar polêmicas indicou e premiou alguns atores negros. E deu o prêmio de melhor filme a um filme que tem quase que exclusivamente atores negros. Acho que independente da cor da pele merece vencer o melhor. E sem querer polemizar, Moonlight não merecia vencer como melhor filme. Mas venceu! E o filme tem a temática homossexual, que anda muita na moda ultimamente. Mesmo torcendo por Até o Último Homem, acho que La La Land merecia ter vencido, pois era o único filme que tinha uma temática leve, alegre. E após uma semana horrível que tive, com muitos e muitos problemas, teria sido legal ver um filme alegre vencer o Oscar de melhor filme. Mas venceu um filme pesado, que fala de violência, discriminação, drogas, homossexualismo e mais um monte de coisas não tão alegres. E ainda por cima teve um final de premiação confuso que será lembrado por muitos e muitos anos… Mas valeu! Para quem é apaixonado por cinema igual a mim, que conseguiu encontrar um meio de assistir a premiação sem depender da Rede Globo e teve forças para ficar acordado até duas e pouco da madrugada, foi um Oscar inesquecível…

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Melhor filme.

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Melhor Atriz: Emma Stone

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Melhor ator: Casey Affleck

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Melhor atriz coadjuvante: Viola Daves

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Melhor ator coadjuvante: Mahershala Ali

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Momento de confusão, o produtor de La La Land devolve o Oscar para Moonlight.

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Amy Adams. Linda!!!

 

Oscar 2017

Em 2017 serão nove filmes concorrendo ao Oscar de melhor filme. Mais uma vez tive que recorrer à internet para conseguir assistir aos filmes antes da cerimônia do Oscar. Em minha cidade existe apenas um cinema e nele passa somente filmes ruins ou filmes extremamente comerciais e que dão bilheteria fácil. Alguns dos concorrentes a melhor filme com certeza nem vão passar no cinema de minha cidade, igual aconteceu em anos anteriores. E tem filme estreando no Brasil justamente na semana do Oscar, então se não for a internet, não existe outra forma de assistir aos filmes antes da cerimônia de premiação do Oscar.

Diferente dos últimos anos, dessa vez foi fácil conseguir os filmes e vi todos num espaço de cinco dias. Têm alguns filmes muito bons, principalmente os baseados em histórias reais. Tem um musical, que é um estilo que não gosto, mas que norte americano adora e possivelmente o musical será o vencedor de melhor filme do ano. E tem uma ficção cientifica que apesar de gostar da atriz principal, achei o filme horrível.

Os filmes concorrentes, na ordem de minha preferência e torcida:

1° – Até o último homem

História real, que conta sobre um adventista que foi para a Segunda Guerra e que se recusava a usar armas, por questões religiosas. Foi tachado de covarde, sofreu perseguição e maus tratos. No fim provou que um homem não precisa de uma arma para mostrar seu valor. Ele se tornou herói de guerra e salvou muitas vidas. Filme bem feito e emociona em alguns trechos. E me fez relembrar de meus tempos de Exército, principalmente as cenas de treinamento e no alojamento.1

2° – Estrelas além do tempo

Outro filme baseado em fatos reais, que conta sobre mulheres negras que trabalharam na NASA durante o início da corrida espacial. Sofreram preconceito, mas mostraram seu valor e abriram caminho para muitas outras mulheres e negras. É um filme gostoso de assistir e também emociona em alguns momentos. Filme de época muito bem feito e que utiliza muitas imagens reais do passado. E foi bom voltar a ver Kevin Costner atuando em alto nível e num bom filme.

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3° – Lion: Uma jornada para casa

Mais uma história real e que emociona. Um garoto indiano se perde e acaba sendo adotado por um casal australiano. Vinte cinco anos depois ele volta para a Índia à procura de sua família. Filme emocionante e que mostra a vida difícil em um pais altamente populoso e pobre. Fiquei com os olhos cheios de lágrimas em alguns momentos do filme. O ator mirim que faz o papel principal quando criança é muito bom.

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4° – Manchester à beira-mar

Esse filme é um drama onde paralelamente duas histórias são contadas. Um homem tem que voltar a sua cidade após a morte prematura de seu irmão. E quando ele volta sua triste história, seu drama pessoal é revelado. Filme meio longo e lento, mas que vale a pena assistir.

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5° – A qualquer custo

O filme conta a história de dois irmãos que se unem para assaltar bancos no interior dos Estados Unidos. Os assaltos que eles cometem são mais uma forma de protesto contra o sistema. O filme é bom e muito bem feito, vale a pena assistir.

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6° – La la land: Cantando estações

É um musical bem feito e tem um final infeliz no meu ponto de vista. Não gosto de musicais, com exceção de Grease e Mamamia. Acho que se não fosse um musical, mas sim um filme “normal” esse teria sido um filme muito bom. Ele é apontado como favorito a vencer o Oscar de melhor filme, pois norte americano adora um musical.

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7° – Moonlight: Sob a luz do luar

O filme conta a história de um garoto pobre que vive em um subúrbio de Miami. Desde pequeno ele convive com o preconceito, as drogas e a violência. E quando se torna adulto continua convivendo com tais coisas. Não gostei do filme, achei fraco!

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8° – Um limite entre nós

Esse filme parece mais uma peça de teatro do que um filme. E com razão, pois é baseado numa famosa peça de teatro. O filme basicamente mostra um casal conversando dentro e ao redor de uma casa, debatendo sobre questões raciais. O filme me dou sono!

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9° – A chegada

Filme de ficção cientifica baseado em um livro de sucesso mediano. Extraterrestres visitam a terra e tentam se comunicar com os humanos. Uma especialista em línguas é chamada para intermediar o contato. A tal especialista vive um drama pessoal, após perder sua filha. Depois o filme vira uma bagunça, com passado, presente e futuro se misturando. Detestei o filme, pois além de não gostar de ficção cientifica, achei o filme confuso e chato. O que se salva no filme é a atriz principal, Amy Adams, uma de minhas atrizes favoritas.

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Filmes que assisti em 2016

Em 2016 assisti 136 filmes, superando a marca de 2015 que foi de 123 filmes. Não assisti mais filmes em razão de ter dedicado um grande tempo a assistir algumas séries. Abaixo segue a lista dos quatro filmes que mais gostei e dos dois que menos gostei. Mais uma vez vi poucos filmes no cinema, pois no único cinema existente em minha cidade só passa filmes ruins ou de gêneros que não gosto muito. Passam basicamente filmes de heróis e desenhos animados.

Os dois piores filmes que assisti em 2016, um deles foi dos poucos que assisti no cinema. É um filme com George Clooney, muito chato e de dar sono. A partir da metade do ano, quando achava um filme ruim ou muito chato eu desistia de ir até o final e parava de assistir ao filme antes da metade. Estes filmes que não vi até o final não entraram nas estatísticas dos filmes que assisti no ano. Então na lista dos piores estão filmes que consegui ver até o final, mesmo sendo ruins.

Melhores filmes que assisti em 2016:

1° – Como eu era antes de você

2° – McFarland USA

3 °- A Incrível História de Adaline

4° – O Quarto de Jack

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Piores filmes que assisti em 2016:

1° – Ave, César!

2° – Pop Star Sem Parar Sem Limites

Ps: Não levei em consideração para a lista de melhores e piores de 2016, os filmes que já tinha assistido no passado e que assisti novamente em 2016. Nesse caso se enquadra Mensagem para Você e Compramos um Zoológico. Eles entram na soma dos 136 filmes que assisti, mas não concorreram para os melhores e piores do ano.

Oscar 2016

Mais uma vez venho fazer minhas previsões e torcida para os filmes que concorrem ao Oscar. Em 2014 passei raspando no vencedor (Doze Anos de Escravidão), que era o segundo colocado em minha lista de preferências. Já em 2015 errei feio, pois o vencedor (Birdman) era o último em minha lista de preferências. Então vamos ver como me saio esse ano!

Em 2016 tem muitos filmes bons concorrendo ao Oscar de Melhor Filme, então fica mais difícil acertar o vencedor. Diferente dos dois últimos anos, dessa vez tive mais facilidade em assistir aos oito filmes concorrente. Assisti somente um dos filmes no cinema e foi durante uma viagem, pois o cinema de minha cidade é ruim e faz uns dois anos que não coloco meus pés nele. Então tive que recorrer à internet para conseguir os filmes.

Meu filme favorito é Perdido em Marte, pois gostei muito do filme e assisti ele duas vezes. Adorei a trilha sonora, que tem músicas que adoro, inclusive uma do Abba. Mas mesmo torcendo por Perdido em Marte, acho que o vencedor será O Regresso. Confesso que esperava mais do filme O Regresso, e acho que se o Leonardo de Caprio não ganhar dessa vez o Oscar de melhor ator pelo seu papel no filme, ele nunca mais ganha.

E não entendi o que Mad Max está fazendo nessa lista de candidatos a melhor filme. Achei o filme ruim, e não gosto desse tipo de filme cheio de tiros, explosões e corrida de carros. E ao meu entender essa nova versão perde de longe para a versão original, que foi estrelada por Mel Gibson em começo de carreira.

Andei lendo que o filme que está correndo por fora e pode ser o vencedor é Spotligt. Sei não! Esse filme conta sobre os padres pedófilos que atacavam criancinhas nas igrejas Católicas de Boston. O filme conta como uma equipe de jornalistas investigou e trouxe à tona um escândalo que muitos sabiam e acobertavam, principalmente altos religiosos da cidade de Boston.

Então é isso, vou torcer por Perdido em Marte, mas acho que o Oscar de melhor filme fica entre O Regresso e Spotlight. Daqui uma semana veremos se esse ano chego perto igual aconteceu em 2014, ou se vou errar feio igual em 2015. Segue abaixo os oito filmes concorrente ao Oscar de Melhor Filme, pela minha ordem de preferência.

1°) PERDIDO EM MARTE

O filme conta sobre um astronauta que foi esquecido em Marte durante uma missão da NASA e de sua luta para sobreviver. O filme tem passagens muito engraçadas e a trilha sonora é muito boa.

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2°) O QUARTO DE JACK

Uma moça é sequestrada e vive anos trancada em um pequeno quarto, onde tem um filho, Jack. O mundo do garoto é aquele quarto e ele não acredita que existam outras coisas fora dali. O filme é meio forte e te faz “pensar” um pouco na vida e em sua própria existência. Ao menos comigo aconteceu isso! Ele só não é meu favorito ao Oscar de Melhor Filme, por que a trilha sonora do filme Perdido em Marte me conquistou.

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3°) SPOTLIGHT

História real que conta como um grupo de jornalistas de Boston, investigou e descobriu um grande escândalo envolvendo padres pedófilos nas Igrejas Católicas de Boston. Esse caso ficou famoso, e graças a ele outros casos de pedofilia envolvendo padres vieram à tona, inclusive aqui no Brasil

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4°) BROOKLYN

Um filme gostoso de assistir, que conta sobre uma jovem irlandesa que foi para os Estados Unidos tentar uma vida melhor e descobriu o amor. Depois ela volta para seu país e fica dividida entre ficar na sua terra, próxima a sua família, ou voltar para seu grande amor. O filme se passa em meados do século passado e é muito bem caracterizado.

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5°) O REGRESSO

História verídica que aconteceu no início da colonização dos Estados Unidos. O filme mostra como a natureza era inóspita e bela, e conta sobre a busca de vingança de um homem que superou tudo para sobreviver e encontrar o matador de seu filho. Leonardo de Caprio deve ter sofrido um bocado para fazer tal filme e creio que dessa vez ele finalmente consiga o seu sonhado Oscar de Melhor Ator. Achei o filme bom, mas confesso que esperava mais…

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6°) PONTE DE ESPIÕES

História verídica que se passa na época da Guerra Fria. Um advogados tem que ir escondido para a Alemanha, para negociar a troca de prisioneiros de guerra com os comunistas. Filme legalzinho, vale mais pela interpretação do Tom Hanks, no papel do advogado negociador.

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7°) A GRANDE APOSTA

Filme que conta como aconteceu o estouro da bolha imobiliária na economia norte americana alguns anos atrás. O filme tem uma linguagem visual meio diferente, que em alguns momentos atrapalha. Apesar de interessante, não gostei do filme! Acho que teria que assisti-lo mais uma vez para entender certas passagens.

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8°) MAD MAX – A ESTRADA DA FURIA

Para quem gosta de correria, tiros e explosões, o filme é um prato cheio. Eu não gostei! Aliás nem queria assisti-lo e só o fiz em razão de ele estar concorrendo entre os oito indicados ao Oscar de Melhor Filme. E como ia escrever sobre os oito filmes, me vi obrigado a assisti-lo. Apesar de gostar do casal de atores principais, achei o filme chato e peguei no sono algumas vezes. Realmente não é o tipo de filme que gosto e achei ele inferior a versão original de 1979, estrelada por Mel Gibson.

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Filmes que assisti em 2015

Em 2015 resgatei uma prática do passado, que há muitos anos eu não fazia. Anotei todos os filmes que assisti durante o ano e dei nota a eles. Fazia muito isso nos anos noventa e primeira metade dos anos dois mil. Teve ano em que cheguei a assistir 71 filmes no cinema. Naquela época eu via muitos filmes, morava em Curitiba e próximo a muitos cinemas. Acho que esse recorde de ver 71 filmes no cinema durante um ano eu nunca mais baterei. Em 2015 assisti apenas 3 filmes no cinema. Em minha cidade existe apenas um cinema e a maioria dos filmes bons nem chegam por aqui. O que me salva é a internet, então atualmente vejo a maioria dos filmes em casa, numa TV grande, HD e 3D.

Em 2015 assisti 123 filmes. Abaixo segue a lista dos quatro filmes que mais gostei e dos dois que menos gostei. Dos que mais gostei tem Sniper Americano, que concorreu ao Oscar de melhor filme de 2015. E tem também Esquecido em Marte, que está concorrendo ao Oscar de melhor filme de 2016. Esse foi um dos poucos filmes que vi no cinema, e adorei a trilha sonora que tem até música do ABBA.

E os dois piores filmes que assisti em 2015, um é americano e cujo autor principal é Elijah Wood, ator principal do filme O Senhor dos Anéis. E tem um filme nacional, Rio Corrente, que acho que posso assistir umas dez vezes e não vou entender muito bem o filme. Só não entendo como pude assistir estes dois filmes até o fim, pois podia utilizar o tempo que perdi vendo tais filmes fazendo algo melhor.

Melhores filmes que assisti em 2015:

1° – Esquecido em Marte

2° – A Cem Passos de um Sonho

3 °- Sniper Americano

4° – Virando a Página

Piores filmes que assisti em 2015:

1° – Maníaco

2° – Rio Corrente

Ps: Não levei em consideração para a lista de melhores e piores de 2015 os filmes que já tinha assistido no passado e que assisti novamente em 2015. Nesse caso se enquadra a trilogia De Volta Para o Futuro, que entra na conta dos 123 filmes assistidos em 2015, mas não entra nessa lista de melhores e piores.

Filmes mais pirateados em 2015

A Folha de São Paulo publicou uma lista dos dez filmes mais pirateados em 2015, cujo monitoramento foi feito até dia 25 de dezembro. O líder de pirataria é um filme lançado em 2014, Interestelar. Essa lista foi feita de acordo com informações fornecidas pela empresa antipirataria Excipio.

Destes dez filmes assisti somente um pirateado, mas não fui eu que baixei, apenas assisti a cópia que um amigo tinha baixado. O filme no caso é Sniper Americano. E dessa lista de campeões de pirataria, assisti somente outros dois filmes e foi no cinema, Jurassic World e Vingadores. Dos demais filmes da lista não assisti nenhum, pois são filmes de estilos que não curto ou foram filmes que não me despertaram interesse.

Lista por número de downloads:

1° – Interestelar (46,7 milhões)

2° – Velozes e Furiosos 7 (44,8 milhões)

3° – Vingadores – A Era de Ultron (41,6 milhões)

4° – Jurassic World (36,9 milhões)

5° – Mad Max: Estrada da Fúria (36,4 milhões)

6° – Sniper Americano (33,9 milhões)

7° – Cinquenta Tons de Cinza (32,1 milhões)

8° – O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (31,5 milhões)

9° – Exterminador do Futuro: Gênesis (31,0 milhões)

10° – Kingsman – Serviço Secreto (30,9 milhões)

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Filmes de Natal

Gosto muito de filmes cujo tema seja Natal. No caso, Natal no hemisfério norte, com neve. Eu passei somente um natal fora do Brasil, foi em 2002 quando estava morando em Orlando, nos Estados Unidos. Mas na Flórida dificilmente caí neve, então aquele foi um natal frio e chuvoso, sem um único floco de neve. De qualquer forma valeu a experiência, pois por onde andava o clima e a decoração era de Natal. Tive a impressão de que o norte americano curte mais que nós brasileiros a época de Natal, festeja e consome mais.

E como está chegando o Natal, vou dar a dica de alguns filmes que se passam na época de Natal e que estão entre meus filmes favoritos. Se você tiver um tempo livre nessa semana que antecede o Natal, escolha um destes filmes – ou todos eles – e entre no clima natalino.

1990

Esqueceram de Mim (1990).

O primeiro filme dos cinco da série Esqueceram de Mim é muito bom. Os demais nem tanto! Assisti esse filme no cinema, com uma antiga namorada, Andrea C. No filme um garoto é esquecido em casa no Natal e tem que se virar para impedir que ladrões roubem sua casa.

1994.

Milagre na Rua 34 (1994).

Esse filme assisti em casa, no videocassete. E lembro que perdi uma aposta para meu amigo Mauricio Arruda, pois insisti que o filme se chamava Milagre na Rua 43. No filme uma menina que não acredita em Papai Noel, conhece um velhinho no Natal que prova que ela estava errada.

1994

Encurralados no Paraíso (1994).

Assisti esse filme na televisão, muitos anos após ele ter sido lançado. E era uma noite de Natal. No filme três assaltantes roubam o banco de um pequena cidade e não conseguem fugir. Ficam de certa forma presos na cidade e conhecem o verdadeiro significado do Natal. O ator principal do filme é Nicolas Cage, um de meus atores favoritos.

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Um Homem de Família (2000).

Esse filme assisti no cinema, sozinho. O ator principal também é Nicolas Cage, que no filme é um cara solteiro e intediado, que no Natal começa a imaginar como teria sido sua vida se ele tivesse se casado com sua namorada dos tempos de colégio. O filme é meio que uma fabula moderna.

Simplesmente Amor (2003).

O filme estava estreando nos Estados Unidos em dezembro de 2003, justamente quando eu voltava a viver no Brasil. Assisti ele no cinema, já no Brasil. O filme é uma comédia romântica que se passa na época do Natal. São várias histórias paralelas que acontecem ao mesmo tempo. Esse filme tem a participação do brasileiro Rodrigo Santoro. No cartaz original do filme, o Rodrigo Santoro não aparece. Já no cartaz brasileiro ele está presente substituindo o ator Bil Nighy (compare os dois cartazes acima).

2004

Um Natal Muito, muito Louco (2004).

Mais um filme que assisti em casa, dessa vez no DVD. O filme é meio que uma comédia, onde um casal não quer mais comemorar o Natal e acaba sendo convencido pela vizinhança a mudar de ideia.

2009

Os Fantasmas de Scrooge (2009).

Esse foi o primeiro filme que assisti em uma cinema Imax, numa tela gigantesca e em 3D. O filme é mais uma versão do famoso conto de Charles Dickens, onde um homem rico e mesquinho recebe em pleno Natal a visita de três espíritos, sendo um de seus natais passados, outro de seus natais presentes e por último o de seus natais futuros. A partir dessas visitas muita coisa muda na forma de pensar de Scrooge.

Star Wars: O Despertar da Força

Hoje é a estreia do filme Star Wars: O Despertar da Força. Muitos cinemas espalhados pelo Brasil tiveram a estreia do filme nas primeiras horas da madrugada. Fãs da saga Star Wars formavam fila para assistir ao filme. Até mesmo em minha cidade, aqui no Noroeste do Paraná, tinha fila ontem à noite na porta do único cinema da cidade. Eu sou grande fã de cinema, mas dispenso assistir Star Wars: O Despertar da Força. Não gosto desse tipo de filme! Até tentei assistir dois outros filmes da saga, mas não teve jeito. Questão de gosto! Mas para quem gosta vale a pena, pois ouvi de amigos fãs da saga e que assistiram ao filme nessa madrugada de estreia, que o filme é muito bom. O problema está sendo eles trabalharem hoje com sono, após terem ido dormir tarde por culpa do filme.

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Evereste, o filme…

Estou aguardando ansiosamente o dia 24 próximo, quando acontecerá a estreia do filme Evereste. Esse filme é inspirado em incríveis eventos reais sobre a trágica tentativa de escalar a montanha mais alta do mundo. O filme mostra a inspiradora jornada de duas expedições diferentes, desafiadas até seu limite por uma das mais selvagens tempestades de neve já registrada no Evereste. Com sua coragem sendo testada pelo mais rigoroso dos elementos naturais, os escaladores enfrentam obstáculos praticamente insuperáveis ao mesmo tempo em que a obsessão de suas vidas se torna uma impressionante luta pela sobrevivência. Algumas mortes acontecem, bem como atos de bravura e superação.

As filmagens foram feitas na base do Everest, no Nepal e também nos Alpes italianos. O filme é baseado principalmente no livro No Ar Rarefeito, do jornalista Jon Krakauer, que fazia parte da fatídica expedição ao Evereste em 1996, retratada no filme.

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Evereste.

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Cartaz do filme.

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Cena do filme Evereste.

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Livro: No Ar Rarefeito.

Comédias Românticas

Sei que a maioria dos homens gosta de filmes de luta, de aventuras cheias de explosões e coisas do tipo. Mas eu sou um fã confesso de comédias românticas! Talvez por eu ser um cara um pouco sensível (sem viadagem!), eu curta comédias românticas, que ao mesmo tempo que emocionam um pouco, também nos fazem rir.

Os filmes de comédia romântica são gostosos de assistir, bons para relaxar. E ainda por cima você consegue dar boas risadas com eles. E muitas vezes você se identifica com algum dos personagens ou com alguma situação vivida nos filmes.

Abaixo listei dez de minhas comédias românticas favoritas. Não foi uma lista fácil de fazer, pois deixei muitas boas comédias românticas de fora. Mas se fosse colocar todas aqui, a lista ficaria muito extensa. Quase todos os filmes listados abaixo assisti a primeira vez no cinema e depois assisti outras vezes em casa. Alguns revejo uma vez a cada dois anos, de tanto que gosto do filme. E dos dez filmes, quatro são estrelados pelo Hugh Grant, meu ator favorito de comédias românticas.

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Namorada de Aluguel (1987).

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Além da Eternidade (1989).

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Um Lugar Chamado Notting Hill (1999).

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O Diário de Bridget Jones (2001).

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Simplesmente Amor (2003).

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E Se Fosse Verdade (2005).

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O Diabo Veste Prada (2006).

PS: Eu te Amo (2007).

P.S. Eu te Amo (2007).

Três Vezes Amor (2008).

Três Vezes Amor (2008).

Virando a Página (2014).

Virando a Página (2014).

De Volta para o futuro – 30 anos

No último dia 3 de julho, o filme De volta para o futuro completou 30 anos de seu lançamento. O filme que teve duas continuações e se tornou uma das mais famosas trilogias da história do cinema, faz parte da cultura pop do cinema. Assisti ao primeiro filme da trilogia no final de 1985 e fiquei fascinado. Tal filme se tornou um de meus filmes favoritos de todos os tempos. Quando assisti ao filme eu era um garoto interiorano de 15 anos, cheio de sonhos. Hoje sou um adulto de 45 anos, que voltou a viver no interior após viver muito tempo em cidade grande e viajar um pouco pelo mundo. E nestas viagens pelo mundo cheguei a ver ao vivo e a cores alguns itens originais dos filmes da trilogia. E o mais importante foi um dos carros DeLorean utilizados no filme.

Recentemente Robert Zemeckis, diretor da trilogia De volta para o futuro, afirmou que enquanto ele viver não permitirá que seja feito um remake (regravação) do filme. Acho isso importante, pois na moda de remakes recentes, muitos ótimos filmes do passado foram regravados e se tornaram uma bela porcaria.

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De volta para o futuro – 30 anos.

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Cartazes dos filmes da trilogia “De volta para o futuro”.

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Universal Studios, Orlando – USA (fev/2003).

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Universal Studios, Orlando – USA (set/2011).

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Universal Studios, Orlando – USA (set/2011).

Morte de Amanda Peterson

Acabo de ler sobre a morte da Amanda Peterson, atriz que estrelou um de meus filmes favoritos, Namorada de Aluguel (Can’t buy me love). Assisti ao filme pela primeira vez em 1989, na sala de vídeo de minha Companhia, no quartel do Exército onde eu servia em Curitiba. Ao ver o filme fiquei encantado com aquela loirinha que fazia par romântico com Patrick Dempsey. Revi o filme muitas vezes nestes últimos 26 anos. Infelizmente Amanda Peterson não fez muitos filmes e nem tanto sucesso como o filme Namorada de Aluguel.

Amanda Peterson, atriz do filme “Namorada de Aluguel”, morreu aos 43 anos, disse o site TMZ nesta segunda-feira (06/07). Ela estrelou o filme em 1987 com Patrick Dempsey, com sucesso. Mas Amanda abandonou a carreira em 1994 e tinha uma vida reclusa.

De acordo com o site, o corpo da atriz foi encontrado no domingo (5), em sua casa no Colorado, EUA, após a família ficar dois dias sem ter notícia dela. O pai da atriz diz ao site que a causa da morte não foi confirmada.

“Ela tinha problemas de saúde, e sua apneia de sono pode ter contribuído [com a morte]”, diz o pai ao TMZ. Segundo o site, ela sofria havia dois anos de sérios problemas, como pneumonia.

Além de estrelar “Namorada de aluguel”, ela atuou em filmes como “Annie” (1982), “Viagem ao Mundo dos Sonhos” (1985, com Ethan Hawke e River Phoenix) e Desencontros (1989).

Desde que ela deixou de atuar, vários boatos foram divulgados sobre a vida de Amanda Peterson, sem confirmação. Segundo o TMZ, ela tinha voltado a estudar até o ano 2000, e atualmente tentava a carreira de escritora.

Fonte: globo.com

Namorada de Aluguel.

Namorada de Aluguel (1987).

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Amanda Peterson, no filme “Namorada de Aluguel”.

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Patrick Dempsey e Amanda Peterson.

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Cenas do filme “Namorada de Aluguel”.

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Amanda Peterson em 2014.

Ghost, 24 anos

Hoje faz exatamente 24 anos que assisti ao filme Ghost: Do Outro Lado da Vida. Coincidentemente, a exemplo de hoje, o dia 3 de maio de 1991 também era um domingo nublado e chuvoso. Ghost foi um sucesso de bilheteria na época e até hoje é um de meus filmes favoritos.

Assisti ao filme no Cine Lido, em Curitiba. Estava acompanhado da Andrea C. com quem tinha começado a namorar três dias antes. Era a primeira vez que saíamos juntos e a pedido dela fomos assistir ao filme de maior sucesso no momento, e que gerava fila na entrada dos cinemas onde era exibido. Naquela época em Curitiba não existiam cinemas em shoppings. Os cinemas existentes eram os de rua e as filas para entrar nos cinemas se formavam nas calçadas. Para assistir Ghost, ficamos mais de uma hora numa fila que dobrava o quarteirão e tinha mais de cem metros de extensão. Durante a espera começou a chover e felizmente a Andrea era precavida e tinha levado um guarda chuvas branco, com o desenho da Madona.

Naquele domingo o cinema estava lotado e o filme era triste e muita gente chorou, inclusive a Andrea. Engraçadinho como sou fui caçoar dela, que ficou brava comigo. De marcante no filme era a música Unchained Melody.

Passados 24 anos daquele domingo chuvoso, consigo lembrar de muitos detalhes daquele dia. Isso graças ao filme que foi marcante e até hoje figura na lista de meus filmes inesquecíveis. O Cine Lido ainda existe e funciona na Rua Ermelindo de Leão, bem no centro de Curitiba. Mas seus dias de glória e de filas na porta ficaram no passado. Atualmente ele passa filmes pornográficos e é um local de prostituição e de encontro de homossexuais. Mas independente disso, trago boas lembranças deste cinema e sinto saudades daquele tempo.

Há uns cinco anos eu passava em frente ao velho cinema e ele estava todo aberto, sendo lavado. Pedi autorização e me deixaram entrar no cinema. Entrei, me sentei em umas das primeiras fileiras e fiquei lembrando dos muitos filmes que assisti naquele local no passado. Infelizmente não existem mais cinemas de rua em Curitiba, com exceção dos que passam filmes pornográficos. Os cinemas atuais em shoppings, são bem mais confortáveis e modernos, mas não tem aquela magia, aquele saudoso cheiro de mofo dos antigos cinemas de rua do passado.

Ghost

O filme Ghost: Do Outro Lado da Vida, foi lançado nos Estados Unidos em 1990 e estreou no Brasil em 1 de novembro de 1990. O filme foi um sucesso de bilheteria, arrecadando U$ 505.702.588,00 com um orçamento de U$ 21 milhões. No Brasil o filme arrecadou U$17.041.632,00. No mundo foi o filme de maior bilheteria em 1990. O filme foi indicado a cinco Oscar e venceu dois, sendo os de Melhor Roteiro Original e Melhor Atriz Coadjuvante, para Whoopi Goldberg.

Curiosidades sobre o filme

A atriz Meg Ryan recusou o papel de Molly. Nicole Kidman chegou a fazer testes para o papel. Molly Ringwald também fez um teste para o papel mas perdeu para Demi Moore.

Bruce Willis, que na época era marido de Demi Moore, recusou o papel de Sam, pois achava que o filme não daria certo. Outros grandes atores, como Tom Hanks, Tom Cruise e Nicolas Cage foram reprovados para interpretar Sam.

Whoopi Goldberg só participou do filme graças à insistência de Patrick Swayze. Graças à sua atuação em Ghost, ela ganhou posteriormente o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

O filme foi exibido pela primeira vez na televisão aberta no Brasil, na Rede Globo, em Tela Quente – Especial, no dia 27 de dezembro de 1993. A audiência do filme foi histórica, chegando aos 56 pontos de Ibope, superando os índices da novela das oito da época, Fera Ferida, que a antecedeu na programação. Ghost entrou para a história, uma vez que nenhum outro filme registrou tamanha audiência até então, e nem posteriormente foi superado.

Cartaz do filme Ghost.

Cartaz do filme Ghost.

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Patrick Swayze e Demi Moore.

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Interior do Cine Lido.

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O Cine Lido atualmente.

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O Cine Lido atualmente.

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Esquina onde a fila dobrava há 24 anos.

Livre (Wild)

Não costumo postar muito sobre filmes aqui no blog, mesmo sendo um cara que assiste muitos filmes. Normalmente posto sobre filmes na época do Oscar, ou muito raramente, quando gosto bastante de um filme. E dessa vez estou postando sobre um filme que assisti hoje e que gostei muito. E acabo de comprar no site da Amazon, o livro no qual o filme foi baseado. Geralmente livros que se transformam em filmes, são mais completos e tão bons ou melhores que os filmes.

O motivo de eu gostar muito do filme, foi que além dele falar sobre caminhadas, aventura e natureza (coisas que adoro!), a história mostra como uma mulher venceu seus problemas e medos. Ela escolheu um grande desafio, escolheu sofrer um pouco para buscar respostas que precisava. Escolheu sofrer percorrendo a pé quilômetros de uma trilha, para encontrar forças e seguir em frente na vida. O sofrimento muitas vezes nos torna mais fortes, e vencer dificuldades são um bom exercício para nos fortalecer espiritualmente, fisicamente e psicologicamente.

Me identifiquei muito com a história do filme, pois após sérios problemas pessoais e de saúde que enfrentei em 2010, uma maneira que encontrei para superar meus problemas e me fortalecer, foi cair na estrada e enfrentar desafios. No início de 2011, ainda sem estar totalmente restabelecido fisicamente de meus problemas, fui para o Peru percorrer a Trilha Inca e depois percorri de bicicleta, o Caminho da Fé, no interior de São Paulo e Minas Gerais. Enfrentar as montanhas peruanas e suas dificuldades, bem como as estradas do interior paulista e as serras mineiras, fortaleceram muito meu espírito. E após estas duas aventuras, encontrei muitas respostas que buscava, deixei para trás muitas coisas que me incomodavam e voltei a ser forte em todos os sentidos. Então assistir ao filme Livre, foi um tipo de exercício espiritual para mim. Só que dessa vez não precisei passar frio, calor, medo e nem precisei derramar sangue, suor e lagrimas numa aventura. Bastou ligar a TV e acompanhar com atenção o filme. E isso tudo no conforto de minha cama, com o ar condicionado ligado e algumas guloseimas ao alcance das mãos…

O livro

Aos 22 anos, Cheryl Strayed achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a família se distanciou e seu casamento desmoronou. Quatro anos depois, aos 26 anos, sem nada a perder, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar 1.770 quilômetros da Pacific Crest Trail – trilha que atravessa a costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, através da Califórnia e do Oregon, em direção ao estado de Washington – sem qualquer companhia. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era bem mais que uma linha num mapa. Em sua caminhada solitária, ela se deparou com ursos, cascavéis e pumas ferozes e sofreu todo tipo de privação. Em Livre, a autora conta como enfrentou, além da exaustão, do frio, do calor, da monotonia, da dor, da sede e da fome, outros fantasmas que a assombravam. “Todo processo de transformação pessoal depende de entrega e aceitação”, afirma. Seu relato captura a agonia, tanto física quanto mental, de sua incrível jornada; como a enlouqueceu e a assustou e como, principalmente, a fortaleceu. O livro traz uma história de sobrevivência e redenção: um retrato pungente do que a vida tem de pior e, acima de tudo, de melhor.

O livro: Livre

O livro: Livre

O filme

Aos 38 anos, Reese Witherspoon parece estar em uma busca incessante por papéis que lhe inspirem novamente como atriz. Oito anos após vencer o Oscar por Johnny & June, ela traz uma atuação digna de um novo prêmio em Livre. Com sua produtora, a Pacific Standard, a atriz americana recentemente adquiriu os direitos de duas obras: Garota exemplar, best-seller da jornalista Gillian Flynn, e Livre: A jornada de uma mulher em busca do recomeço, livro de memórias da escritora Cheryl Strayed.  Protagonista de filmes hollywoodianos como Legalmente loira (2001), E se fosse verdade… (2005), e Guerra é guerra! (2012), Reese sai da zona de conforto em Livre. Ela interpreta uma mulher que passa por problemas pessoais e escolhe resolvê-los fazendo uma caminhada de 1.770 quilômetros pela Pacific Crest Trail, trilha que atravessa vários estados norte-americanos.

O filme tem cenas dolorosamente aflitivas, como quando ela arranca uma unha do dedo do pé ensanguentado, além de sequências de nudez, sexo e abuso de drogas, em que ela se destaca. Sem maquiagem e alguns quilos mais magra, a atriz dá veracidade a sua personagem, que tem relações sexuais com estranhos e passa a usar heroína. Vista pelos grandes estúdios como loira e bela, Reese já disse que só conseguiu gravar com mais liberdade e ousar nesse nível por ela mesmo ter produzido o filme.

Livre é dirigido por Jean-Marc Vallée, de Clube de compras Dallas, filme que rendeu Oscar de melhores atuações para Matthew McConaughey e Jared Leto. O escritor inglês Nick Hornby, autor de Alta fidelidade, roteiriza essa busca de Strayed pelo autoconhecimento após sofrer a morte de sua mãe e se separar do marido. Num primeiro momento, a trama pode fazer lembrar Na natureza selvagem (2007), filme baseado na história real de Christopher McCandless, um garoto de família rica que largou tudo para se aventurar sozinho no Alasca. Contudo, as jornadas são bem diferentes. McCandless era contra o materialismo, desfazendo-se de toda a grana que tinha: queria viver com o que a natureza lhe oferecia. Já Strayed inevitavelmente encontra a natureza durante sua caminhada, mas ela não lhe é familiar. Pelo contrário. A personagem se apavora com qualquer barulho no escuro, se enoja quando acorda cercada de sapos, e fica feliz quando encontra algum humano fazendo o mesmo caminho que o seu. Isso não faz que o filme seja “para mulherzinhas” ou “água com açúcar”. As jornadas são belíssimas, mas a de Livre acaba sendo a mais acessível para todos que também estiverem precisando de um tempo sozinho para aliviar as ideias.

Cartaz do filme: Livre

Cartaz do filme: Livre

Cheryl Strayed e Reese Witherspoon

Cheryl Strayed e Reese Witherspoon. (personagem real e atriz)

Cena do filme.

Cena do filme.

Cena do filme.

Cena do filme.

Cena do filme.

Cena do filme.

Novo Superman

Estreia hoje no Brasil o filme “O Homem de Aço”. Estou curioso para ver tal filme, pois em setembro de 2011 vi o set de filmagem na cidade de Vancouver, no Canadá. Eu passava um mês na cidade e durante dois dias em que fui passear de bicicleta no Stanley Park (parque gigantesco no centro da cidade), vi o enorme set de filmagem montado no parque. Eram muitos carros, caminhões, carretas, equipamentos diversos e pessoas. Isso tudo estava num local do parque que foi cercado e muitos seguranças cuidavam para ninguém se aproximar. As cenas que foram gravadas no Stanley Park, no filme aparecerão como se tivessem acontecido no Alaska. Mesmo não tendo conseguindo ver nada da gravação em si, foi uma experiência interessante ver toda a movimentação no local e fiquei abismado com a estrutura montada e a quantidade de pessoas envolvidas na produção do filme. E toda essa estrutura era para gravar cenas que no filme serão de poucos minutos. Não é a toa que tais filmes custam milhões de dólares.

Henry Cavill vive o novo Super-Homem em “O Homem de Aço”. O desafio era fazer um Superman mais realista, um Superman que existisse no mundo real, disse David S. Goyer, roteirista do filme. A direção fica a cargo de Zack Snyder. No filme, Superman enfrenta o General Zod em uma batalha de superseres jamais vista no cinema.

Vi o trailer em 3D e achei legal. Agora é assistir ao filme e ver se o resultado final é bom. E principalmente ver as cenas gravadas em Vancouver! E essa será a primeira vez que o Superman fica sem a cuequinha vermelha…

O Homem de Aço

O Homem de Aço.

Parte do set montado no Stanley Park.

Parte do set montado no Stanley Park.

Henry Cavill na gravação no Stanley Park.

Henry Cavill na gravação no Stanley Park.

Henry Cavill na gravação no Stanley Park.

Henry Cavill na gravação no Stanley Park.

Henry Cavill na gravação no Stanley Park.

Henry Cavill na gravação no Stanley Park.

Cartaz do filme.

Cartaz do filme.

Superman.

Superman.

Filmes sobre a Legião Urbana

Acabo de voltar do cinema após assistir ao filme Somos Tão Jovens. Esse filme conta um pouco da vida de Renato Russo e do nascimento da banda Legião Urbana. Para aqueles que igual a mim curtiam Legião Urbana entre a metade final dos anos oitenta até meados dos anos noventa quando o Renato Russo morreu, o filme é encantador. Vale a pena assistir e se deliciar com algumas das músicas que se tornaram grandes sucessos da banda. E também vai conhecer um pouco da história do nascimento de bandas de Brasília que fizeram fama no rock nacional. O filme mostra que bandas como Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial e Paralamas do Sucesso são contemporâneas e se cruzavam constantemente pela cidade de Brasília.

E para aqueles que gostam da Legião Urbana, a temporada de filmes está excelente, pois além de Somos Tão Jovens está sendo lançado um filme baseado na música da Legião Urbana: Faroeste Caboclo. E em 2012 também fez sucesso na internet um curta metragem promocional da operadora telefônica Vivo, chamado Eduardo e Mônica, que também era baseado num dos grandes sucessos da Legião Urbana.

A primeira música que ouvi da Legião Urbana foi “Eduardo e Mônica”, dentro de um ônibus na cidade paranaense de Rio Negro. Eu participava de um campeonato de basquete e numa das curtas viagens de ônibus entre o alojamento e o ginásio, ouvi a música sendo tocada num toca fitas de um integrante do time de Londrina. E “Faroeste Caboclo” era uma de minhas músicas favoritas da Legião Urbana. Ouvi pela primeira vez no rádio e foi paixão a “primeira ouvida”. Logo dei um jeito de gravar a música numa fita K7 e só sosseguei quando decorei a gigantesca letra da música.

Várias músicas da Legião Urbana marcaram minha adolescência e pós-adolescência. Quando ouço certas músicas da Legião Urbana me veem a mente certos momentos, certas pessoas que passaram por minha vida e deixaram saudade ou tristes lembranças. Então posso afirmar que muitas músicas da Legião Urbana fazem parte da trilha sonora de minha vida.

Somos Tão Jovens

Somos Tão Jovens.

Faroeste Cabloco

Faroeste Caboclo.

Eduardo e Mônica.

Eduardo e Mônica.

Uma boa combinação: Pipoca e Legião Urbana.

Uma boa combinação: Pipoca e Legião Urbana.

Filmography

Para aqueles que gostam de fotografia e cinema (que é o meu caso) segue a dica de um site muito legal e que une cinema e fotografia. O Filmography http://philmfotos.tumblr.com/archive une montagens de fotos de filmes (as fotos em Preto & Branco) com as fotos dos locais que aparecem no filme (fotos coloridas). Algumas montagens ficaram muito boas. Escolhi algumas das fotos do Filmography para publicar aqui no blog e optei por fotos de lugares em Nova York onde estive ao vivo e em cores.

August Rush (2007)

August Rush: O Som do Coração (2007)

Tower Heist (2011)

Assalto nas Alturas (2011)

Homens de Preto II (2002)

Homens de Preto II (2002)

Men in Black II (2002).

Homens de Preto II (2002)

Panic Room (2002)

O Quarto do Pânico (2002)

The Avengers (2012)

Os Vingadores (2012)

The Day After Tomorrow (2004)

O Dia Depois de Amanhã (2004)

Esqueceram de Mim (1992)

Esqueceram de Mim (1992)

De volta para o futuro

No último dia 3 de julho fez 27 anos que o filme De Volta Para o Futuro (Back To The Future) estreou nos cinemas. Foi há 27 anos que Marty McFly fez sua primeira viagem no DeLorean do Doc Brown e encantou pessoas mundo afora. Eu fui uma dessas pessoas que se encantaram com o filme. Estava então com 15 anos e assisti ao filme meses depois de sua estreia, quando ele finalmente chegou ao único cinema de minha cidade, no interior do Paraná. Fiquei fascinado pelo filme que se tornou um de meus favoritos, para sempre!

Com um orçamento de U$ 20 milhões o filme arrecadou cerca de U$ 320 milhões, tendo se tornado na época uma das maiores bilheterias de todos os tempos. A história de um jovem que viaja no tempo utilizando um carro que é uma máquina do tempo, fez muito sucesso com os jovens. Tal sucesso possibilitou sua continuação, com mais dois filmes da série que foram gravados de forma simultânea. Os dois filmes da sequencia foram lançados em 1989 e 1990. O filme De Volta Para o Futuro teve grande influencia na cultura POP e permanece como uma das trilogias mais importantes da história do cinema.

Anos após ter assistido ao primeiro filme da trilogia no cinema de minha cidade, tive a oportunidade de nos Estados Unidos ver ao vivo o carro e alguns outros itens utilizados nos filmes da trilogia. Durante muitos anos funcionou no parque temático da Universal Studios de Orlando, uma atração baseada no filme De Volta Para o Futuro. A atração era um ride, onde você entrava em um carro parecido com o DeLorean do filme e voava pela cidade do filme e alguns outros locais. Os carrinhos ficavam parados, mas se moviam conforme as imagens que apareciam num telão gigante a sua frente e a sensação era de que você estava realmente viajando no DeLorean do filme. Nessa atração inclusive você viajava até o tempo dos dinossauros. Isso soava estranho, pois em nenhum dos três filmes da série existem dinossauros. Acontece que a Universal pretendia lançar um quarto filme, onde o DeLorean viajaria a um passado remoto, na época dos dinossauros. Tal plano de um quarto filme abordando esse tema foi abortado quando do lançamento do filme Jurrasic Park. Já faz alguns anos que o ride De Volta Para o Futuro foi desativado, dando lugar a uma atração baseada nos Simpsons. No parque da Universal Studios ainda está em exposição o carro e também o trem utilizado no terceiro filme da série.

De tempos em tempos revejo o filme De Volta Para o Futuro, que marcou minha adolescência e principalmente o ano de 1985, que foi o melhor ano de minha vida (até agora!).

De Volta Para o Futuro.

De Volta Para o Futuro II.

De Volta Para o Futuro III.

Marty McFly e Doc Brown em De Volta Para o Futuro II.

Com o DeLorean do filme, na Universal Studios. (Orlando, fev/2003)

Universal Studios, Orlando. (fev/2003)

Entrada do “ride” De Volta Para o Futuro. (2003)

Cartaz do ride De Volta Para o Futuro.

Marty McFly e Doc Brown no DeLorean.

DeLorean em exposição na Universal Studios. (out/2011)

DeLorean em exposição na Universal Studios. (out/2011)

Universal Studios. (out/2011)

Interior do DeLorean. (out/2011)