Acqua Trekking II

Hoje foi dia de participar novamente do Acqua Trekking na cidade de Peabiru. O tempo ajudou, foi um dia de sol quente. Quase 50 pessoas participaram, e no final foram quase nove quilômetros de caminhada por terra e por água, passando por seis cachoeiras. E não faltou o batismo com lama, que acontece até mesmo com aqueles que já fizeram outras vezes essa caminhada. Ninguém escapa, é lama na cara mesmo! Dessa vez sofri um pouco com meu tornozelo machucado, que doeu bastante e me fez tomar cuidado redobrado para não torce-lo ao pisar numa das milhares pedras soltas dentro e fora da água.

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Caminhada na Natureza – Turvo/Pr

Após o show em Cruzeiro do Oeste, cheguei em casa de madrugada, tomei banho, peguei minhas coisas e meia hora depois passei na casa de uns amigos e sem dormir nadinha segui para a cidade de Turvo. Foram quase 170 km de estrada para participar de mais uma Caminhada Internacional na Natureza. Fazia alguns anos que tinha vontade de caminhar em Turvo, pois sei que a região é bonita e tem muita mata e cachoeiras. E dessa vez deu certo de ir pra lá, mesmo cansado e sem dormir.

A caminhada teve centenas de participantes e foi muito bem organizada. Foram quase 14 km de caminhada, principalmente no meio da mata, onde tinham muitas araucárias, minha árvore favorita. E passamos por cinco cachoeiras, sendo que uma delas tinha 37 metros de queda d’agua. Sofri um pouco, pois manquei boa parte da caminhada por culpa de um problema antigo no tornozelo e que só vem piorando. E fez bastante calor para um domingo de inverno, mas ao menos caminhar na sombra da mata amenizou um pouco  o calor. Quase no final da caminhada eu estava bem exausto e passamos num local com casas de madeira em estilo europeu, onde moram algumas famílias com origem holandesa. Na frente de uma das casas estavam servindo aos caminhantes limonada e sopa. Provei a sopa que estava deliciosa e até repeti. Daí tive novo animo e forças para seguir até o final. Não sei o que tinha naquela sopa que me deu tanto energia. De repente é melhor nem saber!

De tanto que gostei da caminhada em Turvo, pretendo voltar outras vezes. O mais difícil foi a volta para casa, pois estávamos todos muito cansados. Para ficar acordado e não correr o risco de dormir ao volante, consegui um lugar para tomar banho e ingeri uma lata de energético com Coca-Cola. E boa parte do caminho de volta para casa viemos cantando no carro e rindo muito, o que ajudou a me manter acordado.

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Acqua Trekking

Hoje foi dia de Acqua Trekking na cidade de Peabiru. Ou seja, dia de caminhada onde a maior parte do percurso é feito dentro da água. E foi uma caminhada muito legal, andando no meio da mata, por trilhas molhadas, atravessando o rio várias vezes, caminhando por dentro do rio, atravessando pinguela e visitando seis cachoeiras. Mesmo sendo um dia quente de inverno, a água estava bem gelada, mas isso não atrapalhou nem um pouco a aventura. Ao todo foram nove quilômetros de caminhada, e teve direito a batismo com lama…

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De volta ao Lago Azul

Aproveitando que o frio deu um tempo, fui com alguns amigos visitar novamente o Parque Estadual Lago Azul. Percorremos a Trilha Aventura, que dessa vez não estava tão difícil em razão da água estar baixa, por culpa da falta de chuva. Foi uma caminhada agradável e de negativo somente eu ter torcido o pé após pisar numa pedra solta, e a noite tive que ir ao hospital por culpa desse incidente. Resultado, muita dor e alguns dias de atestado evitando colocar o pé no chão.

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5ª Caminhada Internacional na Natureza – Campo Mourão

Após uma ausência de meses, hoje voltei a participar de uma Caminhada Internacional na Natureza. A etapa de hoje da caminhada foi em Campo Mourão, minha cidade. Era para ser 12 km de caminhada, mas na verdade o trecho foi de 14 km. A paisagem muito bonita, a organização muito boa e o café da manhã excelente. Não almocei no local da caminhada, pois precisava voltar urgente para casa em razão de outros compromissos assumidos. E o mais legal foi que encontrei muitos amigos, o que tornou a caminhada prazerosa e divertida.

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Livro: Machu Picchu e Trilha Salkantay

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Caminhada na Natureza em Engenheiro Beltrão

Hoje foi um daqueles domingos para madrugar e pegar estrada com os amigos, para participar de mais um Caminhada na Natureza. Dessa vez a caminhada foi próxima a cidade de Engenheiro Beltrão. Foram quarenta quilômetros de estrada até chegar no local do início da caminhada, perto do Rio do Ivaí.

Primeiro teve um farto e delicioso café da manhã. Depois aquecimento e começamos a caminhar. Tinha chovido durante a noite e por isso encontramos muito barro pelo caminho. Mas o sol deu as caras e foi uma caminhada interessante, principalmente quando caminhamos pela mata próxima a margem do rio.

Foram quinze quilômetros de caminhada. Confesso que me cansei, pois tinha ido dormir muito tarde e estava preparado psicologicamente para dez ou doze quilômetros, quilometragem de quase todas as Caminhada na Natureza. Depois da caminhada teve almoço em um pesqueiro, mas como não como peixe achei melhor ficar longe do local de almoço.

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Aquecimento.

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Rio Ivaí.

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Posto de água.

Livro: Machu Picchu e Trilha Inca

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Caminhada na Natureza em Corumbataí do Sul

No último domingo participei de minha segunda Caminhada Internacional na Natureza esse ano. Dessa vez a caminhada foi em Corumbataí do Sul, pequena cidade distante 50 quilômetros de minha casa. O mais chato foi acordar cedo no domingo e pegar uma estrada asfaltada cheia de vergonhosos buracos. Junto comigo foi meu amigo Rodrigo Alemão. Tinha mais gente que disse que iria, mas na última hora desistiram. Acho que não estavam afim de levantar antes das seis num domingo. O engraçado é que esse pessoal que desiste, depois vê as fotos da caminhada e ficam se lamentando de não terem ido.

Chegando em Corumbataí do Sul, paramos pedir informação e logo encontramos o local onde iniciaria a caminhada. Tomamos café e após um breve aquecimento a caminhada iniciou, quando passava um pouco das oito horas. Na primeira parte da caminhada segui junto com outro amigo, o Andrey Legnani. Ele foi me contando sobre o Caminho de Santiago, que ele e sua esposa percorreram ano passado. Durante a primeira parada num posto de apoio, reencontrei o Alemão e a partir dali seguimos juntos, conversando principalmente sobre viagens.

Eu ainda não tinha participado de caminhada em Corumbataí do Sul, então o roteiro da caminhada para mim era uma incógnita. E acabei gostando do percurso, apesar das muitas subidas passamos por lugares bonitos, atravessando riachos, andando pelo meio da mata, no alto de morros. E tive a chance de subir novamente num touro. Mesmo o touro sendo manso dá medo e não é todo mundo que encara o desafio de subir no bicho.

Ao todo foram 12 quilômetros de caminhada e na parte final o sol de inverno judiou um pouco. A caminhada terminou no mesmo local onde iniciou. Logo foi servido o almoço, mas eu e o Alemão não almoçamos, pois estávamos sem fome. Pegamos o carro e partimos rumo nossas casas, mais uma vez passando pela esburacada estrada que leva até Corumbataí do Sul.

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Alemão e Vander.

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Atravessando um riacho.

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Placa de sinalização.

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Caminhando no alto de um morro.

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Longa subida.

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Fila na subida do morro.

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Segura peãoooooo!!!

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Corumbataí do Sul.

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Fim da caminhada de 12 km.

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Comprovante de que caminhei.

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Almoço pós caminhada. 

Caminhada na Natureza – Campo Mourão

Após um ano e meio sem participar do circuito de Caminhadas na Natureza, nesse final de semana voltei a participar de um caminhada, dessa vez em minha cidade. Essa foi a terceira edição do Caminhada na Natureza em Campo Mourão. Das vezes anteriores não participei, pois na primeira estava viajando e na segunda estava machucado.

O mais difícil da caminhada foi acordar às 5h30min da manhã num domingo frio, após ter dormido somente duas horas. Mesmo assim valeu a pena ter ido na caminhada. O trajeto era muito bonito e pude rever muitos amigos e também fiz novas amizades.

A caminhada foi realizada distante 22 quilômetros da cidade, na região conhecida como Barreiro das Frutas. O trajeto foi de quase onze quilômetros e teve alguns trechos de subida meio complicados para quem está fora de forma. Caminhei quase o tempo todo com um grupo de amigos e a conversa estava tão interessante, que às pouco mais de quatro horas de caminhada passaram rápido. E demos muitas risadas, principalmente na volta para casa.

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Aquecimento pré-caminhada.

Aquecimento pré-caminhada.

Passando sobre uma cerca.

Passando sobre uma cerca.

Longa estrada...

Longa estrada…

Subida sem fim...

Subida sem fim…

Bela paisagem!

Bela paisagem!

Percorrido mais da metade da caminhada.

Percorrido mais da metade da caminhada.

Caminhando na sombra.

Caminhando na sombra.

Colhendo poncã.

Colhendo poncã.

No caminho tinha uma placa...

No caminho tinha uma placa…

Chegada!!!

Chegada!!!

Cachoeira do Boi Cotó.

Cachoeira do Boi Cotó.

Momento de descanso após a caminhada.

Momento de descanso após a caminhada.

Fazendo Trilha no Parque

No final de semana estive mais uma vez percorrendo a Trilha Aventura, no Parque Estadual Lago Azul, em Campo Mourão. Fazia muito calor e foi muito bom caminhar pela mata, tomar banho de rio e caminhar pela água. O passeio era guiado e tinha trinta pessoas, sendo várias de outras cidades.

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Trilha Aventura

Nada melhor do que num domingo quente com temperatura de 35 graus, do que caminhar pelo mato, nadar no rio, tomar banho de cachoeira. E foi isso que fiz nesse domingo, quando voltei ao Parque Estadual Lago Azul, próximo à Campo Mourão, para percorrer a Trilha Aventura na companhia de amigos e de estranhos. No final da caminhada tinha feito novos amigos!

Dessa vez o rio estava um pouco mais seco e as cachoeiras com menos água. Mesmo assim o passeio foi muito divertido. Com o rio seco, foi possível caminhar a maior parte do tempo por dentro do rio e não pela trilha na margem. Caminhar pelo meio do rio é mais divertido e refrescante, mas pedras soltas no fundo e algum limbo acabam provocando algumas quedas. E dessa vez tive uma queda feia e cheguei a engolir água, pois fiquei quase que totalmente submerso. A única coisa que ficou para fora da água foi minha mãe direita, que segurava a câmera. Felizmente apareceu alguém para me socorrer e me tirar da água.

Pelo caminho passamos por duas cachoeiras, sendo que uma delas é muito bonita e alta. Após percorrer a Trilha Aventura, fui com mais seis amigos percorrer uma outra trilha existente no parque. Essa trilha eu não conhecia e acabou sendo uma caminhada muito gostosa pelo meio do mato. No caminho passamos por um belo lago e uma cachoeira pequena, onde paramos para nos banhar. E o domingo de muito calor acabou sendo divertido e refrescante.

Trilha Aventura.

Trilha Aventura.

Caminhando pelo rio.

Caminhando pelo rio.

Cachoeira.

Cachoeira.

Caminhada refrescante.

Caminhada refrescante.

Pelo meio do rio.

Pelo meio do rio.

Alemão, em boa campanhia...

Gi, Alemão e Mayara.

Caminhando pela mata.

Caminhando pela mata.

A segunda cachoeira.

A segunda cachoeira.

Refrescante...

Refrescante…

Na parte de cima da cachoeira.

Na parte de cima da cachoeira.

Próximo a Br e a ponte.

Próximo a BR e a ponte.

Lago.

Lago.

2ª Caminhada pela Trilha Molhada em Faxinal

Estive pela segunda vez na cidade de Faxinal e dessa vez foi para participar de uma caminhada diferente. O percurso da caminhada era de pouco mais de 5 km, mas o trecho era difícil e muito molhado, pois passava por muitos trechos com água e era preciso atravessar um rio algumas vezes. Junto comigo foram dois amigos de Campo Mourão, Raphael e Jacke. Seria a primeira caminhada deles e foram debutar justamente numa caminhada bastante difícil. Mas no final gostaram da aventura!

Ao todo foram 56 pessoas que participaram dessa caminhada, incluindo os guias. A maioria do pessoal era da cidade de Londrina, do grupo Londrinape Caminhadas (http://londrinape.blogspot.com.br/). Pude reencontrar alguns amigos nessa caminhada e também fazer novos amigos.

A caminhada iniciou por um trecho de pasto e após atravessarmos uma cerca de arame, começamos a descer um morro íngreme em direção a mata, logo chegando ao Rio Bufadeira. A partir daí caminhamos quase o tempo todo por dentro da água, atravessando o rio em alguns pontos e depois seguindo por sobre pedras nas margens. Teve uma parada mais longa em uma pequena cachoeira, onde alguns caminhantes aproveitaram para nadar no rio.

O dia estava muito quente, mas a água do rio era tão gelada, que alguns passaram frio. Na metade do percurso entramos em uma trilha bastante estreita no meio da mata e seguimos caminhando por dentro de um córrego. Em alguns trechos era preciso da ajuda de cordas para subir pela trilha molhada. Após algum tempo chegamos em uma grande gruta, no fundo de um vale. Depois seguimos ao lado de um grande paredão, de onde caía gotas de água sobre nossas cabeças e ajudava a refrescar, pois o calor continuava intenso. Passamos por uma pequena cachoeira nessa trilha ao lado do paredão, onde alguns caminhantes aproveitaram para se banhar na água que caía.

Após quatro horas de caminhada aconteceu uma parada para almoço, onde o pessoal aproveitou para lanchar. Depois seguimos em direção ao rio e caminhamos mais um tempo pela água. O trecho final era a subida de um morro, para depois seguir por uma plantação, de onde apareciam os primeiros pés de soja ainda pequenos.

Durante a caminhada ocorreu um pequeno acidente, onde um caminhante confiou demais em suas habilidades ao subir um barranco com a ajuda de uma corda e acabou caindo de uma altura de quatro metros. Felizmente ele caiu dentro da água e não se feriu muito. Tinha uma médica no grupo, que deu o primeiro atendimento e depois os guias acionaram a equipe de resgate de Faxinal. O local onde aconteceu o incidente era de difícil acesso, mas no final das contas tudo terminou bem. E nosso amigo caminhante saiu dessa com um grande susto, alguns pontos em uma orelha e uma lição aprendida, de que não devemos confiar demais em nossas habilidades, pois um dia nosso excesso de confiança pode nos causar algum problema.

Sei que essa foi uma das melhores caminhadas de que já participei e pretendo voltar a Faxinal para percorrer essa mesma trilha em outra oportunidade. O José Berti é um dos guias locais que organiza caminhadas pela região de Faxinal, que é um cidade que possui muitas cachoeiras e em razão disso proporciona ótimo entretenimento para aqueles que gostam de aventuras e esportes junto a natureza.

Para contatar o Berti acesse http://grupodecaminhadasfaxinal.blogspot.com.br/

Reunião antes do início da caminhada.

Reunião antes do início da caminhada.

Os 56 caminhantes reunidos.

Os 56 caminhantes reunidos.

Iniciando a caminhada.

Iniciando a caminhada.

Vander, Raphael e Jacke.

Vander, Raphael e Jacke.

Primeira travessia.

Primeira travessia.

Trilha molhada.

Trilha molhada.

Um ajudando o outro...

Um ajudando o outro…

Cachoeira.

Cachoeira.

Mais trilha molhada.

Mais trilha molhada.

Berti e Vander.

Berti e Vander.

Mais um trecho por dentro da água.

Mais um trecho por dentro da água.

Trilha no meio da mata.

Trilha no meio da mata.

Trecho difícil.

Trecho difícil.

Muito barro...

Muito barro…

Pequena cachoeira.

Pequena cachoeira.

Parada para almoço.

Parada para almoço.

Caminho de volta.

Caminho de volta.

Subida difícil.

Subida difícil.

Caminhada na Natureza: Borrazópolis/Pr

No último domingo participei de uma Caminhada na Natureza, na cidade de Borrazópolis. Não conhecia tal cidade, mas fazia muitos anos que tinha curiosidade em conhecer, pois quando criança tinha vizinhos que vieram dessa cidade e sempre falavam dela. Então ficou aquela antiga curiosidade de conhecer a cidade.

Essa foi a primeira caminhada do circuito Caminhadas na Natureza, de que participo esse ano. E foi uma caminhada com um dos mais bonitos percursos. Boa parte dos onze quilômetros de caminhada foram às margens do Rio Ivaí. Tinha muita gente caminhando e o clima ajudou. O tempo estava nublado e após muitos dias seguidos de chuva, não choveu durante a caminhada.  A chuva só deu as caras duas horas após o final da caminhada.

Encontrei amigos caminhantes de Maringá, Londrina e Cambé. E mais uma vez fiz novas amizades, o que é uma marca registrada em toda caminhada de que participo. E no próximo ano espero retornar à Borrazópolis, pois vale a pena caminhar pela bela trilha as margens do Rio Ivaí. E a organização do evento também foi muito boa!

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Início de caminhada.

Início de caminhada.

Rio Ivaí.

Rio Ivaí.

Às margens do Ivaí.

Às margens do Ivaí.

Caminhantes...

Caminhantes…

Barquinho...

Barquinho…

Amigos de Cambé.

Amigos de Cambé.

Atravessando a pinguela.

Atravessando a pinguela.

Entrando na mata.

Entrando na mata.

Com meu amigo Pierin.

Com meu amigo Pierin.

Passando por um sítio.

Passando por um sítio.

Pau Brasil.

Pau Brasil.

Ponto de controle.

Ponto de controle.

Trilha ao lado do rio.

Trilha ao lado do rio.

Fila para o almoço.

Fila para o almoço.

O pessoal almoçando.

O pessoal almoçando.

Hummm!!!

Hummm!!!

Banheiro ecológico...

Banheiro ecológico…

Caminhada: Maringá/Floriano

Após uma longa ausência voltei a participar de uma caminhada. Participei com o Grupo Peregrinos de Maringá de uma caminhada de treze quilômetros, entre Maringá e o Distrito de Floriano. Foi bom voltar a caminhar, principalmente após ter ficado um tempo machucado e passado por algumas sessões de fisioterapia. Essa caminhada serviu para desenferrujar e iniciar novo projeto de condicionamento físico.

O pessoal se reuniu ao lado do aeroporto de Maringá e após uma rápida sessão de aquecimento iniciamos a caminhada. O grupo era formado por vinte e quatro caminhantes. O trecho não tinha nenhum atrativo, pois foi todo em estrada de terra e raramente passávamos por alguma árvore. Quase todo o tempo plantações de soja dominavam a paisagem e alguns agricultores aproveitavam o dia de sol após muitos dias de chuva, para colher o soja. Todos esperavam chuva para o horário da caminhada, mas a chuva não veio e caminhamos sob um sol escaldante. Levei somente uma garrafinha de água e o último quilômetro caminhei com sede, pois não passamos por nenhum lugar onde pudéssemos conseguir água. Ao chegar à Floriano parei no primeiro bar que encontrei e de uma vez só tomei dois Tampico e uma garrafinha de água gelada. Ufa!!

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Início da caminhada, ao lado do aeroporto.

Colheita de soja.

Colheita de soja.

Rumo à Floriano.

Rumo à Floriano.

Sombra era raridade pelo caminho.

Sombra era raridade pelo caminho.

Colheitadeira.

Colheitadeira.

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Estrada longa…

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Parada para descanso.

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Momento de descanso.

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Pequena ponte na estrada.

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Longa subida.

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Chegando à Floriano.

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Igreja Matriz de Floriano.

Caminhada da Lua em Apucarana

Mais uma vez fui até Apucarana participar de uma caminhada noturna. Ao contrário dos dois últimos anos quando lá estive, dessa vez não cheguei atrasado. Os caminhantes se reuniram no centro da cidade, ao lado da catedral. Tinha bastante gente, inclusive grupos de outras cidades. Ali foi servido um lanche para todos os caminhantes e em seguida todo mundo embarcou em ônibus e seguiu até uma fazenda, onde seria o início da caminhada. Encontrei alguns amigos de Londrina e acabamos ganhando carona numa Kombi da Prefeitura de Apucarana. A motorista tinha o pé pesado e os dez quilômetros entre o centro da cidade e o local de início da caminhada, foram de fortes emoções.

A caminhada teve início em frente a um antigo cemitério e após percorrermos alguns poucos quilômetros com a noite clara do horário de verão, logo escureceu. O único problema foi que a caminhada da lua não teve lua. A lua surgiu somente após as 23 horas, quando a caminhada já tinha terminado e estavam todos jantando. Parte do atraso no surgimento da lua foi por que tinham muitas nuvens de chuva justamente no lado onde a lua deveria nascer, e isso fez com que demorasse mais para a lua surgir. Mesmo sem lua a noite estava clara e percorri quase todos os 10 quilômetros sem utilizar lanterna e aproveitando para admirar o céu estrelado.

Parte do trecho percorrido na caminhada eu já conhecia de outras caminhadas. O trecho não era difícil e não tinha subidas íngremes. Apenas alguns trechos tinham muitas pedras soltas e era preciso tomar cuidado para não virar o pé ou cair. Mesmo sendo noite, fazia muito calor! O final da caminhada e o jantar foram no Parque da Redenção. Esse parque é muito bonito e nele existem muitas estátuas que “contam” passagens da vida de Jesus Cristo. Tem desde a Santa Ceia, até a crucificação e a gruta onde Cristo foi sepultado. O local é muito bonito e merece uma visita, principalmente à noite, onde as luzes que iluminam as estátuas dão um clima bem especial ao local.

O jantar estava muito bom e mais uma vez comi mais do que deveria e/ou podia. Após jantar pegamos um ônibus e seguimos até o centro da cidade, desembarcando no mesmo local onde tínhamos embarcado e deixado os carros. Passava da meia noite quando peguei a estrada para percorrer os 160 quilômetros até minha casa. Foi cansativo, mas valeu a pena mais essa caminhada em Apucarana.

Caminhada Noturna APUCARANA

Aquecimento pré caminhada.

Aquecimento pré caminhada.

Caminhando...

Caminhando…

Caminhando antes de escurecer.

Caminhando antes de escurecer.

Caminhando no escuro.

Caminhando no escuro.

No caminho passamos por essa igrejinha.

No caminho passamos por essa igrejinha.

Santa Ceia.

Santa Ceia.

Jantar pós caminhada.

Jantar pós caminhada.

Parque da Redenção.

Parque da Redenção.

Parque da Redenção.

Parque da Redenção.

Gruta do Parque da Redenção.

Gruta do Parque da Redenção.

Parque da Redenção.

Parque da Redenção.

Caminhada na Natureza em Itambé

Participei de mais uma Caminhada na Natureza, dessa vez na cidade de Itambé. Eu não conhecia a cidade, e esse foi um dos motivos para eu escolher fazer essa caminhada. Por culpa de um mapa errado cheguei atrasado à caminhada, mas mesmo assim consegui alcançar boa parte dos caminhantes. Acabei encontrando alguns amigos de Maringá e de Londrina e acabei fazendo mais da metade da caminhada com alguns membros do grupo de caminhadas Londrinapé.

Fazia muito calor e o sol estava forte! Isso fez a caminhada ser cansativa, mas felizmente não tinha muitas subidas no percurso. No segundo ponto de controle, tinham algumas enfermeiras medindo a pressão dos caminhantes. Fui medir a minha pressão, achando que estava alta em virtude do esforço físico e do calor. E para minha surpresa minha pressão estava normal, parecendo à pressão de um garoto de quinze anos. Nesse ponto de controle, a água disponível estava gelada e isso ajudou a matar rapidamente a sede.

O percurso foi de doze quilômetros, com poucos trechos difíceis e passando por poucos lugares bonitos. Mesmo assim não foi um percurso feio! Posso dizer que foi um percurso “normal”. A melhor parte da caminhada foi no final, quando no último quilômetro tinha um rio e quase todos os caminhantes entraram nele para se refrescar. Eu tirei minhas botas, dobrei a barra da calça e sentei no meio do rio, para refrescar os pés e o traseiro. Cheguei a deitar na água, mesmo estando com roupa e foi uma sensação bastante agradável, pois era quase meio dia e o sol estava de “ferver os miolos”. Após sair do rio seguimos por cerca de quinhentos metros e chegamos ao final da caminhada, no local onde estava sendo servido o almoço. A comida estava muito boa e fui obrigado a repetir e recuperar em dobro as calorias perdidas durante a caminhada.

Dia de sol quente.

Ponto de controle e de água.

Caminhando pela estrada.

Teve quem pegou carona!

Passando por um pesque pague.

No km 10.

Quase no final da caminhada tinha um rio…

Refrescando o traseiro.

Caminhando na sombra.

Os caminhantes almoçando.

Almoço delicioso!!

O pessoal do Londrinapé.

Com minha amiga de caminhadas, Claudia.

III Enduro a Pé de Nova Tebas

Excepcionalmente dessa vez não farei postagens detalhadas sobre esse evento, por exclusiva falta de tempo. Fazer uma postagem detalhada e cheia de fotos demanda algumas horas de trabalho e no momento não tenho tais horas disponíveis. E se deixar para fazer tal postagem detalhada daqui alguns dias ou semanas, acaba perdendo a graça.

O III Enduro a Pé de Nova Tebas, foi realizado entre os dias 12 e 14 de outubro. Ao todo percorremos 73 quilômetros. Passamos por estradas, carreiros, trilhas, rios, pontes, pastos, sítios e fazendas. Enfrentamos sol, frio, vento, cansaço, bolhas nos pés, cachorros (não é Tiago!!), vacas (não é Valtério!!!). Conhecemos muitas pessoas durante a caminhada e fomos recebidos com muito carinho e hospitalidade por onde passamos. Então fica aqui meu agradecimento a todos que contribuíram para que esse Enduro a Pé fosse um sucesso. E também segue meu agradecimento aos companheiros de caminhadas, pois éramos um grupo unido onde um ajudava o outro.

III Enduro a Pé de Nova Tebas

Início da caminhada no sítio da família Dal Santo.

Uma das muitas porteiras que atravessamos.

Caminhando entre a criação de ovelhas.

Almoço no primeiro dia de enduro.

Com a família que nos recepcionou no almoço.

No meio do caminho tinha uma ponte.

Caminhando num fim de tarde gelado.

Atravessando rio.

Costela ao fogo de chão.

Bate papo antes do jantar.

O pessoal que nos recebeu no jantar do primeiro dia.

Acampamento ao amanhecer.

Início do segundo dia de enduro.

Caminhando no asfalto quente.

No segundo dia o almoço foi em um pesque pague.

Acampamento no sítio do Alex.

Celso, Tiago, Valtério, Shudy, Vander, Bamba, Alex, Jaque e Marcos.

Chegando à uma fazenda.

Foi terrível caminhar por essa estrada de pedras irregulares.

No pequeno Distrito de Poema.

Almoço na festa da igreja de Poema.

O GPS mostrando os quilômetros caminhados.

O fim da caminhada foi no Morro dos Ventos.

1º Trekkingá

Hoje estive em Maringá e participei do 1º Trekkingá – Enduro a pé no Parque do Ingá. Fiz parte de uma das equipes do Grupo Peregrinos de Maringá. O enduro com orientação foi realizado dentro do Parque do Ingá e contou com a participação de trinta equipes. Fazia muitos anos que eu não via uma bussola ou fazia algum tipo de orientação com planilha. A última vez tinha sido nos meus tempos de Exército. Confesso que estava totalmente enferrujado, e eu que era o capitão da equipe e responsável pela leitura da planilha de orientação, tive que contar com a ajuda de meus companheiros de equipe, pois muitas vezes fiquei totalmente perdido na orientação e leitura da planilha. Minha equipe era a Peregrinos II (equipe número 15) e dela faziam parte: Gaúcho (que contava os passos); Sueli (que auxiliava o Gaúcho na contagem); Mada (responsável pela leitura da bussola) e Matilde (que fez de tudo um pouco).

Na largada que aconteceu às 09h00min, cada equipe partia com dois minutos de diferença da equipe anterior. A rota inicial do enduro até que foi tranquila, pois na planilha de orientação existiam algumas boas referencias que ajudavam na leitura da planilha. Ao mesmo tempo em que tínhamos que procurar fazer uma leitura correta da planilha, tínhamos que contar passos para ter noção de distância que a planilha indicava e também fazer leituras na bussola para descobrir a direção correta a seguir em alguns trechos. Passamos por trilhas e ruas dentro do parque, entramos em valetas, atravessamos pequenas pontes e outras coisas mais. Tínhamos que manter certa regularidade e tentar seguir o tempo estipulado na planilha para percorrer cada trecho. Existiam alguns pontos de controle escondidos pelo caminho e precisamos encontrar estes pontos e carimbar nossa planilha. E não podíamos passar nos pontos de controle muito adiantados ou atrasados, pois passar muito adiantado ou atrasado por um ponto de controle significava perder pontos.

Até o ponto de controle número dois nós fomos muito bem e passamos dentro de uma margem de tempo aceitável. Mas logo nos perdemos por culpa de uma referência errada e acabamos perdendo um bom tempo até chegarmos ao ponto de controle número três. Em seguida conseguimos recuperar um pouco nosso tempo e passamos bem pelo ponto de controle quatro. Mas a partir daí nos perdemos e ficamos andando de um lado para outro tentando entender a planilha e encontrar o caminho correto. Nossa maior dificuldade foi que a planilha passou a ter poucas referencias e isso fez com que ao errarmos um pouco a contagem da distância a percorrer através da contagem de passos ou errar em alguma leitura da bussola ou indicação da planilha, a falta de referencias nos fazia ficar literalmente perdidos. E não fomos o único grupo a ficar perdido a partir do ponto de controle quatro. Mais grupos também se perderam e reclamaram da falta de mais referencias. Como se tratava de uma prova de orientação para iniciantes, bem que os organizadores podiam ter facilitado um pouco e colocado mais pontos de referencia na planilha.

Após três horas de caminhada pelo interior do Parque do Ingá, chegamos ao final do Treekingá. Na colocação geral ficamos em 15 º lugar entre as trinta equipes participantes, o que não foi um mau resultado se levarmos em conta nossa falta de experiência nesse tipo de prova, bem como as dificuldades que enfrentamos e os perdidos que demos. No final valeu a experiência e espero no futuro participar de outras provas do tipo. E com certeza se não tivéssemos tido tanta dificuldade na parte final do enduro, teríamos ficado numa colocação muito melhor. Mas valeu ter participado e conhecido novas pessoas, feito novos amigos!

Equipe Peregrinos I (de branco) e Peregrinos II (de azul).

A primeira página da Planilha de Orientação.

Na LARGADA: Matilde, Gaúcho, Mada, Sueli e Vander.

Quase chegando no primeiro ponto de controle.

Local onde muitas equipes se perderam.

Nesse momento estávamos bem perdidos.

Mada e Gaúcho tentando encontrar o caminho certo.

Na CHEGADA a divulgação do resultado do Trekkingá.

Caminhada na Natureza em Pitanga

Domingo foi dia de levantar cedo e viajar 135 km até à cidade de Pitanga, para participar de mais uma Caminhada na Natureza. Dessa vez tive a companhia de minhas amigas Marilene, Zilma e Cris. Essa foi à primeira Caminhada na Natureza de que participei nesse ano, pois em razão de outros compromissos não pude ir às outras caminhadas que aconteceram aqui pela região em 2012.

A caminhada de Pitanga foi a mais organizada de que já participei. O pessoal que organizou essa caminhada está de parabéns! O percurso foi de 12 km e passava por lugares bonitos, sendo alguns trechos de mato e muitas araucárias. Também passámos por uma bela cachoeira, onde ao lado existiam algumas pedras com inscrições antigas, possivelmente mapas feitos na rocha por antigos viajantes que passaram pelo local há dezenas de anos. O fato lamentável é que no local existem muitas pichações e algumas foram feitas por cima dessas inscrições. Ontem vi que alguém tinha acabado de escrever o nome e colocado à data numa das pedras, em cima de uma das antigas inscrições. E pela data dava para ver que tinha sido alguém que participava da caminhada. É lamentável que pessoas ditas civilizadas façam coisas do tipo. Mas infelizmente existem muitas pessoas por aí que não sabem e não merecem viver em sociedade.

Mesmo com sol e um céu sem nuvens, a temperatura estava agradável e foi muito gostoso caminhar. Quem sofreu um pouco foi a Zilma, que está fora de forma e nas subidas quase não conseguia caminhar. Mas com a ajudinha de um “isotônico” de uva ela ganhou uma força extra para chegar até o final da caminhada.

E a melhor parte da caminhada foi o almoço, que estava caprichado e com uma variedade enorme de opções. Comi mais do que queria, devia ou podia! Após o almoço fiquei sentado na grama conversando com minhas três amigas de caminhada e estamos com algumas ideias interessantes com relação a caminhadas. Se o que conversamos for em frente, conto aqui em breve.

Início da caminhada

Alguns caminhantes.

Dia bonito para caminhar.

Trecho da caminhada.

Araras.

Pessegueiros floridos.

Zilma, Vander, Mari e Cris.

Cachoeira.

Antigas inscrições na rocha.

Almoço.