Pedal de Tiradentes

Aproveitando o feriado de Tiradentes, fui com alguns amigos do Grupo Sou Bike fazer um pedal de nível médio. Fomos até a cidade de Mamborê, distante 35 quilômetros de minha cidade. Saímos com chuva fina e um pouco de frio, pegamos sol, mais chuva, vimos arco-íris e no final do dia um belo por do sol. O plano era voltar antes de escurecer, mas por culpa de dois pneus furados de amigos do grupo, acabou atrasando a volta, que aconteceu no escuro. No total foi 70 km de pedal, o que me deixou com ameaça de câimbras. Passei frio, pois não estava vestido adequadamente para pedalar a noite e no frio. Mas mesmo assim valeu muito a pena! Foi um pedal divertido e fazia pouco mais de um ano que não fazia um pedal tão longo. E o principal foi poder curtir um feriado me movimentando e não ficando dentro de casa vendo TV. E o arco-íris e o por do sol que pude admirar, serviu para ver como a natureza é bela, como Deus nos presenteia com coisas maravilhosas e que pouca gente vê ou admira.

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Quem pedala seus males espanta.

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Pit stop na Praça de Pedágio.

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Trevo de entrada da cidade de Mamborê.

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Amigos do Grupo Sou Bike.

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Arco-íris e por do sol, presentes de Deus.

Circuito Vou de Bike 2017 – Etapa Campo Mourão

Aconteceu em Campo Mourão neste domingo, 26, a Terceira Etapa do Circuito Vou de Bike 2017. E também foi a terceira vez que o Circuito Vou de Bike é realizado em Campo Mourão. Participaram pouco mais de 700 ciclistas, vindos de 46 cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. O evento foi um sucesso de público e organização.  Quem organizou essa etapa foi o grupo Sou Bike, de Campo Mourão.

Essa foi a terceira vez que participei do Circuito Vou de Bike em Campo Mourão, minha cidade. Tinham dois percursos, de 30 km e de 50 km. Optei por fazer o percurso menor, pois estava voltando de uma contusão de menisco. E no fim o percurso foi de 33 km, pois o pessoal errou na medição. O trajeto escolhido foi muito legal, principalmente o trecho que passava por uma grande plantação de eucaliptos próxima a represa da cidade. O clima ajudou, pois o sol estava fraco, a temperatura estava amena, ficou nublado a maior parte do tempo e não choveu. Esse ano tem mais dez etapas do Circuito e pretendo participar de mais algumas, de preferencia em cidades onde ainda não fui pedalar em outros anos.

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Estrada Real – 2° Dia

Conselheiro Lafaiete/Congonhas/Queluzito/Casa Grande

(resumo)

Comprei a passagem e embarquei no ônibus que seguiria para Congonhas. O ônibus era simples, daqueles de transporte curto, sem conforto algum e com banco duro. A viagem durou cerca de meia hora e no caminho foram feitas muitas paradas para embarque e desembarque de passageiros.

Congonhas possui um expressivo conjunto de riqueza barroca do maior artista do gênero no Brasil: Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido pelo apelido Aleijadinho. No adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Aleijadinho, esculpiu em pedra-sabão as famosas imagens de doze profetas em tamanho real que são visitadas anualmente por milhares de turistas do Brasil e do mundo. Além disto, as seis capelas que compõem o Jardim dos Passos em frente à basílica representam a Via Sacra com belíssimas imagens esculpidas em cedro, também por Aleijadinho. Em 1985, todo este conjunto foi tombado pela UNESCO e transformado em patrimônio cultural da humanidade.

Exatamente às 11h30min, embarquei no ônibus de volta para Conselheiro Lafaiete e dessa vez em vez de dormir fui observando a estrada. Após meia hora desembarquei na rodoviária e segui direto para o hotel. Arrumei minhas coisas no alforje, inclusive as roupas que tinha lavado na noite anterior.

A saída da cidade de Conselheiro Lafaiete indicada no guia, ficava bem próxima ao hotel, então foi fácil de achar o ponto de partida. Seguindo o guia, toda cidade tinha um ponto pré determinado de partida e de chegada. E era nesses pontos de partida que todos os dias eu ligava o aplicativo de quilometragem, e nos pontos de chegada no final do dia eu desligava o aplicativo. Dessa forma eu tinha o controle exato das distâncias percorridas, bem como altitude, velocidade máxima, velocidade média e calorias perdidas no dia.

Segui cerca de dois quilômetros por uma rua longa e calma, até chegar ao trevo da rodovia. Foi aí que a coisa ficou complicada, pois para variar não existia acostamento e o trânsito era intenso, principalmente de caminhões. Pedalei algum tempo pelo canto da pista, em cima da faixa branca. Quando ouvia algum caminhão se aproximando, eu descia para a canaleta lateral e tentava pedalar. Algumas vezes era possível pedalar dentro da canaleta, mas tinham trechos onde ela era mais estreita e os alforjes laterais enroscavam na borda da canaleta e eu tinha que parar e empurrar a bike. Nas curvas eu tinha que empurrar a bike pelo canteiro lateral. Foram uns dez quilômetros pedalando pouco e empurrando muito.

Passei a pedalar por uma estrada estreita e asfaltada, aonde quase não passavam carros. O contraste com a estrada movimentada de onde tinha acabado de sair era grande. Essa nova estrada era tão calma, que eu podia me dar ao luxo de pedalar e admirar a paisagem, bem como ouvir o canto dos pássaros na mata. Alguns trechos eram ladeados por árvores, e em alguns momentos a brisa era tão fria que os pelos de meus braços ficavam todos arrepiados. A sensação quando eu entrava nestes trechos com sombra e ladeados de árvores, era a de estar entrando em uma sala com ar condicionado ligado numa temperatura muito baixa.

Queluzito era uma cidade pequena e simpática. Fui até a igreja matriz e me sentei na entrada da igreja para descansar a sombra. Peguei o guia e fiquei estudando o próximo trecho de estrada que teria pela frente. Passava um pouco das 16h00min e eu tinha duas opções. Ou encerrava o pedal daquele dia e pernoitava em Queluzito, ou seguia por mais onze quilômetros até Casa Grande, a próxima cidade. O guia mostrava que no caminho tinham três subidas, sendo a primeira um pouco longa. Mas o fator mais importante na decisão de parar ou seguir, era que em Queluzito tinha hotel e restaurante, enquanto em Casa Grande tinha somente uma pensão. E ainda existia o risco de um pneu furado, ou uma quebra na bike, o que talvez me obrigasse a percorrer um trecho de estrada a noite. Por segurança, pedalar a noite em estrada não é recomendado, mesmo com a lanterna e a bike bem sinalizada. Sempre é mais perigoso pedalar a noite, principalmente por uma estrada onde você nunca passou antes. E para piorar, tenho trauma com pedal noturno. Em outubro de 2014 sofri uma queda quando pedalava com amigos em uma estrada de terra próxima a cidade onde moro. O tombo foi feio, tive que ser socorrido por uma ambulância. Nesse tombo fraturei o ombro, passei por cirurgia e demorei sete meses para me recuperar e voltar a pedalar. Depois desse acidente noturno, evito ao máximo pedalar a noite.

Logo cheguei na primeira e mais longa subida daquele trecho de viagem. Felizmente a subida ficava num local de paisagem bonita e mesmo com o esforço que estava fazendo, consegui admirar a beleza do lugar, o que parece ter amenizado um pouco o cansaço da longa subida. Cheguei em Casa Grande no final do dia, o sol estava se pondo. A cidade é bem pequena e seguindo o guia logo cheguei na rua principal e encontrei a Pensão da Dona Irene. A Pensão funciona na casa dela, onde existem três quartos na parte da frente, que ela aluga para viajantes.

Bati na porta da casa e logo uma senhora muito simpática veio me atender. Ela mostrou o quarto, que era simples, mas bem arrumado e limpo. O banheiro era coletivo e ficava no corredor. Eu seria o único hospede naquela noite, a não ser que chegassem alguém mais tarde. Ela disse que eu deveria ter ligado antes, pois muitas vezes os quartos estão cheio e na cidade não existe outra opção de hospedagem. Então se eu chegasse ali e a pensão estive cheia, eu teria que dormir no banco da praça ou voltar para Queluzito.

Fui para o quarto, arrumei o que tinha para arrumar, escrevi no diário de viagem e queria ligar para casa, mas nada de sinal no celular. Saí e pedindo informação para uma moça na rua descobri onde ficava um dos poucos telefones públicos da cidade. Fiz duas ligações e voltei para a pensão. Me deitei para dormir pouco depois das 21h00min. Mas então me dei conta de que teria dificuldade para pegar no sono. Primeiro por que a janela não tinha cortina e bem em frente tinha um poste de luz na rua. Segundo por que do outro lado da rua tinha um bar, onde começou a tocar música alta e muita gente estava conversando. Era sexta-feira, semana de pagamento, cidade pequena e provavelmente aquele bar era um dos poucos locais de diversão na cidade. Fui olhar os outros dois quartos pensando em talvez me mudar para um deles, mas desisti. Um dos quartos também era de frente e sem cortina na janela. O outro era de fundo, mas nem roupa de cama tinha. O jeito era ficar onde eu estava e tentar dormir. Para a claridade encontrei uma solução. Sempre que viajo levo uma máscara para tapar os olhos. Tal máscara não escurece cem por cento, mas ajuda muito. Não sei precisar quanto tempo fiquei acordado ouvindo o barulho que vinha do bar. Sei que foi muito tempo! Teve um momento em que o som alto parou e achei que a paz ia reinar. Mas a situação ficou pior, pois começou música ao vivo com dois violeiros cantando na calçada em frente ao bar. E os caras cantavam muito mal! Acabei dormindo, vencido pelo cansaço.

*Para ler o relato completo sobre esse dia de viagem, ou sobre toda a viagem pela Estrada Real, adquira o livro “Estrada Real Caminho Velho”, autor Vander Dissenha.

À venda a partir de 01/11/2016 

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Estrada Real – 1° Dia

Ouro Preto/Ouro Branco/Conselheiro Lafaiete

(resumo)

O navegador Amyr Klink disse certa vez que “o mais difícil é partir”. Depois que você organizou e se preparou, basta percorrer o primeiro quilômetro que tudo fica mais fácil. No meu caso foram dez anos de espera para finalmente percorrer o primeiro quilômetro da Estrada Real. Foi muito tempo de planejamento, treino, dinheiro e tempo investidos. Então após percorrer o primeiro quilômetro e finalmente iniciar a viagem, tudo mais ia fluir e os demais seiscentos e poucos quilômetros pareceriam mais fáceis de percorrer do que esse primeiro quilômetro percorrido. Parei em frente à estação de trem de Ouro Preto e tirei uma foto, onde ao fundo aparecia o nome da cidade na parede do prédio da estação. Não me demorei muito e segui pedalando ao lado do trilho do trem. Deixei o guia aberto dentro da bolsa de guidão, para ficar mais fácil de pegá-lo quando precisasse consulta-lo para descobrir o caminho a seguir. A guia dizia para virar à direita na primeira rua logo após passar pela estação de trem e foi isso o que fiz.

Mal tinha percorrido o primeiro quilômetro de viagem e já cheguei na primeira subida. Segundo o guia, durante a viagem eu percorreria nada menos do que 319 quilômetros de subida nos próximos dias. E a primeira subida foi uma das mais difíceis, nem tanto pela inclinação, mas sim pelo perigo. A subida era em estrada asfaltada, mas não tinha acostamento e ao lado da estrada existia uma pequena mureta, e após a mureta existia um enorme precipício. Segui pedalando pelo canto da estrada, bem perto da borda do precipício e quando passava um carro subindo e outro descendo, o carro que subia era obrigado a passar muito perto de mim. Esse foi o primeiro grande perrengue da viagem e toda vez que escutava um carro subindo atrás de mim, torcia para que ele estivesse me vendo. A vista da cidade, de onde eu estava era muito bonita, mas não tinha como ficar olhando muito para tal vista. Procurei pedalar o mais rápido possível, o que não era muito fácil devido a inclinação da subida e ao peso da bike. Segundo o guia, essa primeira subida que enfrentei tinha cerca de um quilômetro de extensão, mas confesso que parecia ser bem mais do que um quilômetro.

Com a bicicleta pesada por culpa do alforje, sem trocar marchas leves e com subidas longas e difíceis, a única opção era empurrar a bicicleta em algumas subidas. E seu eu tinha passado frio não muito tempo antes, agora eu estava era derretendo de calor novamente. E para piorar minha situação, a estrada não tinha acostamento e passavam muitos carros por ela. Então empurrar a bike no cantinho da estrada, com carros passando muito próximos de mim, não foi uma tarefa das mais agradáveis. E acostamento viria a descobrir nos dias seguintes, é algo que praticamente não existe naquela região de Minas Gerais. São muitas serras, muitas curvas perigosas, muitos carros e muito pouco acostamento. Talvez a falta de acostamentos, seja uma das razões do Estado de Minas Gerais ser um dos recordistas brasileiros e acidentes e mortes nas estradas.

No alto de uma serra, em um local chamado Itatiaia, parei em um restaurante ao lado da estrada. Passava um pouco das 13h00min e estava começando a sentir fome. Fui ao banheiro e depois comprei um pão de queijo e uma Coca-Cola. Sentei do lado de fora do restaurante e ali fiz meu rápido almoço. O pão de queijo estava divino, talvez aquele tenha sido o pão de queijo mais gostoso que já comi na vida. Descansei alguns minutos e voltei para a estrada, pois tinha muito quilômetros pela frente e queria chegar em Conselheiro Lafaiete antes de anoitecer.

Pouco antes das 15h00min, cheguei na cidade de Ouro Branco. Segundo o guia, na cidade existiam dois pontos turísticos que valiam e pena ser visitados. A entrada na cidade era por uma longa subida, a qual percorri empurrando a bike. Como a cidade não era grande, logo cheguei ao centro e encontrei os dois pontos turísticos que o guia indiciava. Um deles era a Igreja Matriz, que passava por restauração e na frente tinha uma daquelas placas enormes do Governo Federal informando quantos milhões estavam sendo investidos na tal restauração. Nem perdi tempo em descer da bike e ir olhar a igreja mais de perto. Tirei uma foto de longe e me dirigi ao outro lado da rua, onde ficava o segundo ponto turístico. Era um casarão antigo e preservado, construído em 1759. Queria tirar uma foto do casarão, mas tinham alguns homens sentados em frente ao casarão e fiquei com receio de que não gostassem de eu tirar uma foto onde eles apareciam. Já estava desistindo da foto do casarão, quando um barulho vindo da rua de cima fez com que todos os homens olhassem para o lado de onde vinha o ruído, e rapidamente tirei a foto do casarão com eles sentados em frente sem que nenhum me visse tirando a foto. Subi na bike e segui pedalando e cumprimentei e fui cumprimentado por todos que estavam em frente ao casarão.

Logo cheguei na Casa de Tiradentes, que é um ponto turístico da região. Apesar do nome, Tiradentes o herói e mártir da inconfidência, não morou em tal casa. Na verdade a casa em questão era sede da antiga Fazenda Carreiras. Essa fazenda era um ponto de parada no caminho e muitos viajantes pernoitavam nela quando viajam por aqueles lados. E Tiradentes pernoitou muitas vezes nesse lugar.

Já estava começando a escurecer, quando finalmente cheguei em Conselheiro Lafaiete. Fiquei em dúvida sobre qual caminho seguir para entrar na cidade, e parei pedir informação a um senhor que esperava ônibus numa parada ao lado da rua. Caminho indicado e segui pedalando. Eu estava exausto, pois era o primeiro dia de pedal e além de ter enfrentado muitas subidas, tinha tido problema mecânico com a bike, o que me obrigou a empurra-la por alguns quilômetros durante o dia.

*Para ler o relato completo sobre esse dia de viagem, ou sobre toda a viagem pela Estrada Real, adquira o livro “Estrada Real Caminho Velho”, autor Vander Dissenha.

À venda a partir de 01/11/2016 

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Circuito Vou de Bike – Etapa Roncador/Pr

Domingo de chuva e frio, foi dia de levantar de madrugada e viajar cem quilômetros para participar de mais uma etapa do Circuito Vou de Bike. Dessa vez a etapa ocorreu na cidade de Roncador.

O tempo ruim atrapalhou um pouco e muitos ciclistas inscritos desistiram de participar do evento. Mesmo assim a etapa de Roncador foi um sucesso, pois foi bem organizada e o pessoal que trabalhou no apoio era muito simpático.

A princípio seriam dois percursos, sendo um de 35 km e outro de 50 km. Mas o barro deixou os percursos ruins e optaram por deixar de lado alguns trechos e acabou ficando somente um percurso de 30 km.

Dessa vez fiquei no final do pelotão, junto com amigos do Grupo Sou Bike. Foi muito divertido, pois rimos muito, paramos muitas vezes para tirar fotos e conversar. Sem dúvida essa etapa do Circuito vou de Bike será inesquecível!

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Parte do Grupo de Campo Mourão.

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Momento da Largada.

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Pedalando na chuva.

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Chegada…

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Circuito Vou de Bike 2016 Etapa Campo Mourão

No último domingo aconteceu mais uma etapa do Circuito Vou de Bike, dessa vez em Campo Mourão, minha cidade. E diferente do ano passado quando choveu, fez frio e teve muito barro, dessa vez fez sol, calor e teve muita poeira.

O Circuito Vou de Bike contou com a participação de seiscentos ciclistas, de quarenta e três cidades diferentes. Tinham duas opções de percurso, sendo um com trinta e outro com cinquenta quilômetros de extensão. Em ambos existiam muitas subidas, o que serviu para testar o preparo físico dos ciclistas participantes.

Fiz o percurso de trinta quilômetros e sofri um pouco nas subidas, mas consegui vencer todas pedalando. O sol estava muito forte e com muita poeira sendo trazida pelo vento a dificuldade do pedal aumentou e muito. Felizmente existiam postos de apoio durante o percurso, onde era possível beber água gelada e repor as energias comendo frutas e doces.

A Circuito foi organizando pelo Grupo Sou Bike, do qual faço parte. E o patrocinador máster do evento foi a Faculdade Integrado, que cedeu suas instalações para a realização do evento. A largada e a chegada foram na faculdade, bem como o café da manhã e o saboroso almoço servido no final.

Um momento emocionante aconteceu antes da largada, quando foi feito um minuto de silêncio em homenagem ao nosso companheiro do Grupo Sou Bike, Betão Sanglard, que tinha falecido quatro dias antes ao ser atropelado por uma carreta quando estava indo para o trabalho com sua bicicleta.

Fotos: Christiane Knoener, Gysele Rezende, Diogo Reis, Enecy Calixto, Anderson Lima e Fernando Vinhote

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Aquecimento.

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Minuto de silêncio em homenagem ao Betão.

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Início do circuito.

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Bela paisagem.

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Subida sem fim…

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Linha de chegada.

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Equipe que organizou o evento.

 

Primeiro pedal do ano

Hoje foi dia de pedalar com alguns amigos, no primeiro pedal de 2016. O tempo ajudou, pois estava nublado e sem muito calor. Mas por culpa de pneu furado, muito barro e areia, tivemos que desistir de percorrer 45 quilômetros e nos contentamos com somente 33 quilômetros de pedal.

Voltando aos pedais novamente…

Aproveitando um raro domingo de sol, voltei aos pedais mais longos. Após três meses sofrendo com problemas no tornozelo e tendo feito nesse período somente três pedais curtos, foi bom voltar a pedalar quilometragens maiores.

Fui pedalar com o pessoal do Grupo Evolução, uma ramificação do Grupo Sou Bike, onde pedalam principalmente ciclistas iniciantes. E as quilometragens são menores e o ritmo é mais lento. Então nada melhor para recuperar a antiga forma física do que num pedal com ritmo menor.

Ao todo pedalei trinta e cinco quilômetros, principalmente por estradas de terra. No final estava sentindo câimbras na coxa, mas nada grave. E nos últimos quilômetros tivemos que correr da chuva, pois ouvíamos os trovões bem próximos a nós. E mal cheguei em casa caiu um grande temporal, com forte ventania. Se esse temporal tivesse nos alcançado na estrada, teríamos tido sérios problemas! Agora é aumentar a frequência e a quilometragem nos pedais e torcer para que os problemas físicos não atrapalhem mais.

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Olha a selfie!

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Bem ao longe, a cidade de Campo Mourão.

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Ouvindo trovões.

Circuito Vou de Bike – Cianorte

Hoje estive em Cianorte, participando de mais uma etapa do Circuito Vou de Bike. O difícil foi acordar às 05h40min numa manhã de domingo, num frio de sete graus. Somente malucos e apaixonados por ciclismo para fazer algo assim! Os 85 quilômetros de estrada até Cianorte foram tranquilos, pois parte da estrada está bem conservada e foi duplicada recentemente.

Em Cianorte encontrei os amigos do Grupo Sou Bike, de Campo Mourão, que estavam presentes em grande número no evento. Pouco após às 08h00min foi dada a largada do evento. Estavam presentes cerca de seiscentos ciclistas. Percorremos muitas ruas do centro da cidade, tendo a Polícia Militar como batedores. Depois ao chegar na área rural da cidade, o pessoal foi dispersando, alguns indo mais rápidos e isso facilitou o pedal. Tinha muita areia na estrada, o que tornava um pouco perigoso o pedal e exigia atenção dobrada.

O percurso foi muito bacana, passamos por locais bonitos. Teve algumas subidas, mas nada de dar medo. Vi alguns acidentes pelo caminho, mas nada grave. Teve um que foi engraçado, onde uma colega do nosso Grupo conseguiu cair dentro de uma poça d’agua. Outra colega de nosso grupo passou mal após dezesseis quilômetros de pedal e tivemos que socorre-la. Ela teve problema de pressão e acabou seguindo num carro de apoio e depois teve socorro médico. Felizmente não foi nada grave e dessa experiência foi legal a ajuda que muitos ciclistas desconhecidos deram. Como o Circuito Vou de Bike não é uma competição, os ciclistas acabam se preocupando com os demais e param para auxiliar sempre que possível. Eu tive um pequeno problema com o protetor solar que entrou em meu olho e fui socorrido por uma ciclista que eu não conhecia e que meu viu tentando lavar o olho. Então ela veio em minha direção e ofereceu um toalhinha limpa, para eu limpar meu olho.

Tinham dois percursos, um com 35 quilômetros e outro com 58 quilômetros. Optei pelo percurso menor, pois estava com muita dor no tornozelo direito, em razão de ter virado o pé na noite anterior, ao pisar num buraco. De complicado apenas a temperatura, pois iniciamos o Circuito com nove graus e terminamos com vinte e um graus. Ou seja, passámos frio no início do pedal e sofremos com o sol e o calor no final. Após o pedal foi servido um delicioso almoço, teve entrega de troféus para as equipes participantes e sorteio de prêmios, inclusive de uma bike nova.

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Aquecimento…

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Pedalando na areia.

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Passando pela pequena cidade de Vidigal.

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Gysele e seu tombo histórico.

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Com a galera!

Longa subida.

Longa subida.

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Ponto de apoio.

Quase no fim do circuito.

Quase no fim do circuito.

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Foto ridícula na chegada.

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Identificação…

Pedal de sábado

Aproveitei o sábado de sol e calor num dia de inverno, para pedalar com o pessoal do Grupo Sou Bike. Fizemos um pedal de 47 quilômetros, que foi muito gostoso. Passámos por longos trechos de pedra e areia, mas mesmo assim foi um pedal divertido. E no final da tarde paramos para ver o belo pôr do sol.

Saindo do asfalto e entrando na terra.

Saindo do asfalto e entrando na terra.

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Aproveitando a pouca sombra.

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Muita areia na estrada.

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Sombra, fiel companheira de pedal.

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Às vezes era preciso empurrar a bike.

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Momento de descanso.

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Parada para admirar o pôr do sol.

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Vendo o belo pôr do sol.

Livro: Aventuras de Bike

Meu primeiro livro já está à venda!

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De volta ao local do acidente…

Esse final de semana voltei pela primeira vez ao local onde caí de bike, em meados de outubro do ano passado. Essa volta coincidiu com o fato de nessa semana eu ter conseguido pela primeira vez levantar totalmente meu braço esquerdo. Fora algumas dores no ombro conforme certos movimentos que executo, estou totalmente recuperado.

O acidente foi a noite e olhando o local durante o dia não parece ser perigoso. Mas na foto abaixo é possível ver que a estrada tem areia, e foi um monte de areia fofa que travou a roda dianteira da bicicleta e me fez cair. E por ser a noite, mesmo com lanterna não consegui perceber a tempo que a areia estava muita fofa e por estar correndo um pouco acima do indicado para o local, caí e me machuquei feio. Mas felizmente o acidente não foi ainda pior, pois faltou muito pouco para eu quebrar o pescoço ou uma vértebra. Fora a fratura de ombro, a pancada lateral no peito me deixou um bom tempo sentindo muita dor e com marcas roxas. Se tal pancada tivesse sido na cabeça ou no pescoço, e não no peito, prefiro nem pensar nas consequências.

O importante é que estou bem, já voltei a pedalar e agora sou um ciclista mais consciente. Evito os excessos, tomo mais cuidado e parei de pedalar a noite. Com a luz do dia fica mais fácil ver os obstáculos do caminho, principalmente para quem anda por estradas rurais e escuras. E de todas as dificuldades que passei na vida, em todas elas tirei alguma lição boa e me fortaleci como pessoa. E desse acidente não foi diferente, pois toda a dor que passei com a fratura, com a cirurgia e com a fase de recuperação, principalmente nas muitas doloridas sessões de fisioterapia, me fortaleci em muitos sentidos.

Após alguns meses, voltando ao local onde me acidentei.

Voltando ao local onde me acidentei. (jul/2015)

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Na noite do acidente, sendo socorrido pelo SAMU. 

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Sendo colocado na ambulância. (out/2014)

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No hospital após a cirurgia no ombro. (out/2014)

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Pontos e pinos no ombro após a cirurgia. 

Circuito Vou de Bike

Aconteceu no último domingo mais uma etapa do Circuito Vou de Bike, dessa vez na cidade de Campo Mourão. Esse circuito de ciclismo que acontece no interior do Paraná, tem crescido a cada ano e novas cidades estão realizando etapas do circuito. Foi a primeira vez que o Circuito Vou de Bike aconteceu na cidade de Campo Mourão, onde foi organizado pelo grupo de ciclismo, Sou Bike.

Cerca de 700 ciclistas de 25 cidades se inscreveram, mas por culpa da chuva e o frio intenso, alguns desistiram de participar. Mesmo assim a etapa ocorrida na cidade de Campo Mourão foi um sucesso, tanto de participantes, quanto de organização. A princípio seriam duas rotas, uma de 30 e outra de 50 quilômetros, quase toda passando por estradas rurais. Mas por culpa da chuva os percursos foram abreviados, sendo que o de 30 passou para 22 quilômetros e o de 50 para 42 quilômetros. O barro, a chuva e o frio foi um diferencial nessa etapa do Circuito Vou de Bike. Mesmo criando dificuldades para os ciclistas, o desafio maior foi bem recebido pelos participantes.

Participei do circuito, voltando a pedalar em estradas rurais após sete meses e meio, desde que tive uma queda de bike, sofri uma fratura no ombro e passei por uma cirurgia e um longo período de recuperação. A queda que sofri tinha sido em uma estrada rural, durante um pedal noturno. Então pedalar novamente em estradas rurais e com muito barro, foi um grande desafio para mim. Mas no fim deu tudo certo, tomei bastante cuidado, principalmente nas descidas e algumas curvas que estavam extremamente lisas por culpa do barro.

Mesmo sujo, molhado e com frio, foi muito bom ter chegado ao final do circuito de bike. Vencer esse desafio foi um estimulante para continuar pedalando e agora tomando certos cuidados para não sofrer nenhum outro acidente. Que venha agora a próxima etapa do Circuito Vou de Bike, que será no final de setembro, na cidade de Cianorte.

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Aquecimento.

Aquecimento.

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Vander e Samuel.

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Início do circuito.

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Primeira subida.

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Frio e garoa.

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Muita neblina pelo caminho.

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Estrada lisa demais. (Foto: Jornal Tribuna do Interior)

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Muito Barro.

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Estrada muito lisa.

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Mais barro…

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Acumulando barro na bike.

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Mais uma subida…

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Na chegada ganhando a medalha de “finisher”.

Voltando a pedalar

Após sete meses sem pedalar, por culpa de uma fratura de ombro (causada por uma queda de bicicleta), voltei a andar de bicicleta nesse final de semana. Os primeiros quilômetros foram estranhos, eu estava inseguro e com um pouco de medo. Mas logo o medo e insegurança passaram e o passeio de bike foi tranqüilo e prazeroso.

Após o acidente de bike em outubro, passei por uma cirurgia, uma longa fase de recuperação e dor, dois procedimentos para retirada de pinos do ombro e muita fisioterapia. Ganhei vinte e um pontos e algumas cicatrizes. Ainda não estou cem por cento recuperado, pois meu braço esquerdo está com os movimentos comprometidos,  não consigo levantá-lo totalmente. Mas com o tratamento nos próximos meses espero recuperar os movimentos do braço. E agora é pedalar normalmente, mas tomando certos cuidados, como evitar pedalar a noite.

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Sou Bike

Foi criado um novo grupo de ciclismo aqui em Campo Mourão, chamado Sou Bike. Já existia o Bike Vida e com a criação do novo grupo, as opções de dias e horários para pedalar em grupo, bem como a quilometragem do pedal, ficou maior. Isso beneficia quem não tem muito tempo disponível, como no meu caso.

Já fiz vários pedais muito divertidos com o pessoal do Sou Bike. Foram pedais diurnos e noturnos, principalmente por áreas rurais, com paisagens muito bonitas. E o melhor de tudo são as novas amizades que vão surgindo.

Abaixo algumas fotos de pedais com o Sou Bike:

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Pedal diurno.

Pedal diurno.

Pedal noturno.

Pedal noturno.

Pedal na chuva.

Pedal na chuva.

Pedal no barro.

Pedal no barro.

Pedal na natureza.

Pedal na natureza.

Belas paisagens.

Belas paisagens.

Pit stop para o xixi.

Pit stop para o xixi.

Sábado de sol.

Sábado de sol.

Pedal em grupo.

Pedal em grupo.

Ciclistas felizes...

Ciclistas felizes…

Ciclistas descontraídos...

Ciclistas descontraídos…

Pedal em área rural.

Pedal em área rural.

Passeio Ciclístico do Rotary

Participei do Passeio Ciclístico em comemoração ao Dia Internacional do Rotary, que foi no dia 22 de fevereiro. O evento foi promovido pela Associação das Senhoras de Rotarianos, o Rotary Clube de Campo Mourão e o Grupo Bike Vida. O evento também contribuiu para a difusão da prática esportiva como atividade importante para a saúde e arrecadou doações de alimentos, que serão doados a famílias carentes cadastradas pelos Vicentinos (Sociedade de São Vicente de Paulo).

A largada do passeio ciclístico aconteceu ao lado da Catedral São José e contou com dezenas de participantes, inclusive muitas crianças. O percurso foi de 6 quilômetros por ruas do centro da cidade. Após o passeio, ocorreram sorteios de brindes. Dessa vez ganhei um relógio no sorteio, sinal de que sou pé quente e sempre ganho alguma coisa nos sorteios de que participo.

*Fotos: Bike Vida e Carlão Koch

Todos reunidos para o passeio ciclístico.

Todos reunidos para o passeio ciclístico.

Terminando o aquecimento.

Terminando o aquecimento.

A criançada também participou.

A criançada também participou.

Pelas ruas do centro.

Pelas ruas do centro.

Passeio Ciclístico.

Passeio Ciclístico.

Galera animada...

Galera animada…

pedalando pelo "centrão".

Pedalando pelo “centrão”.

Bike Vida

Sou ciclista das antigas e desde que voltei a viver em Campo Mourão em meados de 2010, costumava pedalar sozinho, ou então na companhia do meu amigo Luís Cesar. Mas nos últimos meses tinha deixado minha bicicleta um pouco de lado, parte por culpa de alguns problemas físicos e parte por pura preguiça. Isso até conhecer um grupo de ciclistas aqui de Campo Mourão, chamado BIKE VIDA.

Fiquei conhecendo o grupo através de meu amigo Rodrigo “Alemão” e já me tornei participante constante no pedal das terças-feiras. Nesse dia o pedal é mais para aqueles que não costumam pedalar muito, então o trecho por onde o grupo anda não é dos mais difíceis e nem tão puxado. O pessoal também se reúne para pedalar às quintas e sábados, mas daí quem participa é o pessoal mais experiente e acostumado a fazer altas quilometragens. Aos poucos vou entrando em forma e logo pretendo pedalar com esse pessoal mais “barra pesada” (ou seria “barra-forte” em alusão a um antigo modelo de bicicleta da Caloi?).

O grupo BIKE VIDA foi idealizado pelos ciclistas Diogo Moura e Patricia Birkheuer. Eles começaram a organizar os passeios no final de 2013 e chegou a contar com mais de cem participantes em alguns passeios. Agora que às aulas das faculdades da cidade reiniciaram, muitos ciclistas não estão podendo participar, mas mesmo assim o grupo continuam grande, pois muitos novos ciclistas estão aderindo ao BIKE VIDA, convidados por amigos.

O grupo está fazendo tanto sucesso na cidade, que esse mês já foi tema de duas reportagens televisivas. Uma delas feita por uma TV local e a outra pela Rede Globo, que mostrou a reportagem em nível estadual. Em março deve ser publicada uma reportagem sobre o BIKE VIDA, na revista Metrópole (http://metropolerevista.com.br/).

Espero que o BIKE VIDA tenha vida longa e que eu possa pedalar muitos quilômetros com o pessoal, sempre fazendo novas amizades…

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Grupo reunido para o pedal do dia 04/02/2014.

Grupo reunido para o pedal do dia 04/02/2014.

Subidinha básica... 04/02/2014

Subidinha básica… (04/02/2014)

Momento de descanso. (04/02/2014)

Momento de descanso. (04/02/2014)

Luciele e Alemão. (04/02/2014)

Luciele e Alemão. (04/02/2014)

Vander descansando. (04/02/2014)

Vander descansando. (04/02/2014)

Pedalando e vendo o pôr do sol. (04/02/2014)

Pedalando e vendo o pôr do sol. (04/02/2014)

Foto para a revista Metrópole. (11/02/2014)

Foto para a revista Metrópole. (11/02/2014)

Alongamento antes do pedal... (11/02/2014)

Alongamento antes do pedal… (11/02/2014)

Colegas de pedal: Gilmar, Rosângela e Vander. (11/02/2014)

Colegas de pedal: Gilmar, Rosângela e Vander. (11/02/2014)

Fim de tarde! (11/02/2014)

Fim de tarde! (11/02/2014)

Programa Ricardo Borges (TV Carajás)

JORNAL ESTADUAL – RPC TV/REDE GLOBO – 14/02/2014

Antonio Olinto

Para aqueles que gostam de cicloturismo, sugiro que conheçam os guias e o site do Antonio Olinto:    http://www.olinto.com.br/   O Olinto é um cicloturista bastante experiente, que já viajou de bicicleta por dezenas de países e escreveu um livro contando sobre suas viagens. Atualmente ele se dedica a desenvolver projetos na área de cicloturismo e a escrever guias para viagens de bicicleta.

Em 2011 utilizei um guia escrito pelo Olinto, quando percorri o Caminho da Fé de bicicleta. E tenho também o guia sobre a Estrada Real, o qual pretendo utilizar em breve. Na verdade já era para ter feito a viagem pela Estrada Real em 2011, mas por culpa das chuvas fortes que aconteceram pela região onde passa a Estrada Real, acabei cancelando a viagem no dia do embarque. Logo depois mudei de emprego e por culpa disso estou sem tirar férias a mais de um ano, o que impossibilitou viagens com duração maior do que dois dias. Mas tão logo seja possível estarei partindo rumo a Estrada Real, levando o guia do Antonio Olinto debaixo do braço.

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Antonio Olinto.

Antonio Olinto.

Livro: No Guidão da Liberdade.

Livro: No Guidão da Liberdade

Guia: Caminho da Fé.

Guia: Caminho da Fé.

Guia: Estrada Real.

Guia: Estrada Real.

Passeio de bike

Na última sexta-feira fiz meu primeiro passeio de bike por Vancouver. Não fui muito longe, pois além de estar cansando dos muitos quilômetros caminhados no dia anterior, estou meio enferrujado após vários dias sem pedalar. Fui até a praia, que não é muito longe de casa e andei um pouco pela ciclovia compartilhada com pedestres, que segue por toda a praia. Andar de bike aqui em Vancouver é uma maravilha, pois existem centenas de quilômetros de ciclovias seguras e sinalizadas, bem como em muitas ruas existem faixas exclusivas para ciclistas. E na cidade muita gente utiliza a bicicleta como meio de transporte. É raro ver uma moto por aqui, mas bicicletas você vê aos montes. E outro diferencial é que os motoristas respeitam e dão preferência aos ciclistas e pedestres. A diferença com relação ao Brasil é gritante.

As praias por onde andei são de areia grossa e água gelada. Um detalhe que achei interessante é que existem muitos troncos de árvores espalhados pela areia, todos organizados em fileiras. Esses troncos servem como bancos, mesas e outras coisas mais. Fiquei um bom tempo sentado num tronco desses olhando os navios ancorados em frente à praia, esperando para entrar no porto da cidade. E de longe dava para ver o centro da cidade. Perto de mim estavam realizando uma seção de fotos com algumas modelos. Quando fui embora pedalando pela ciclovia acabei sem querer vendo uma modelo trocando de roupa dentro de um carro. Isso acabou fazendo valer ainda mais o passeio nesse dia… rs!

Desenferrujando as pernas.

Faixa exclusiva para ciclistas.

Os troncos pela praia.

Momento de descanso. (23/09/2011)

Ciclovia próxima a praia.

Pedalando no feriado…

Para aproveitar à tarde ensolarada de feriado, eu e o Luis César, meu “velho” amigo de pedaladas fomos dar uma volta de bike. Fazia dez meses que não pedalávamos juntos. A última vez tinha sido no feriado de finados. Depois disso andei viajando bastante e também fiquei um bom tempo machucado. Já o Luis César acabou sendo pai nesse período e trocou os passeios de bike por trocas de fraldas.

O passeio foi gostoso, pois mesmo com sol o dia estava com uma temperatura amena. Acabamos fazendo 25 km, tudo em asfalto. Quase no final do passeio presenciamos um acidente, onde um motoqueiro bêbado com uma garota na garupa resolveu descer na contramão de um viaduto e bateu de frente com um carro. Fui dar água para a garota que estava caída num gramado. Ao ver a perna dela com uma fratura quase exposta e com buracos saindo sangue, quase fui eu a precisar de água. Logo o Siate chegou e achamos melhor ir embora, pois ver sangue e pessoas machucadas não é algo de que gostamos.

Vander e Luis César. (07/09/2011)

Ao lado do trigal.

Trigal…

O Siate chegando para atender os acidentados.

Após os 25 km de bike, nada como uma Coca-Cola.