13 Reasons Why

Estou assistindo uma nova série da Netflix, após uma amiga ter comentado que estava vendo tal série e estava gostando. Assisti metade do primeiro episódio por curiosidade e também gostei. Daí não parei mais! Ainda bem que a série é curta e tem somente uma temporada. É que ando sem tempo para ficar vendo séries, filmes e TV em geral.

O nome da série é 13 Reasons Why (Os 13 Porquês, em português). A série é adaptada do livro homônimo de Jay Asher, publicado em 2007. Tal livro é um grande sucesso. O tema geral da série é cyberbullying e depressão. A personagem principal da história é Hannah Baker, uma adolescente que antes de cometer suicídio, envia fitas a pessoas que supostamente tem a ver com sua morte. São 13 gravações relatadas ao longo de 13 episódios. Vale a pena assistir!

Sinopse

A série gira em torno de Clay Jensen, um estudante tímido do ensino médio, que encontra uma caixa na porta de sua casa. Ao abri-la, ele descobre que a caixa contém sete fitas cassete gravadas pela falecida Hannah Baker, sua colega que cometeu suicídio recentemente. Inicialmente, as fitas foram enviadas para um colega, com instruções para passá-las de um estudante para outro. Nas fitas, Hannah explica para treze pessoas como eles desempenharam um papel na sua morte, apresentando treze motivos que explicam porque ela se matou. Hannah deu uma cópia das fitas para Tony, um de seus colegas da escola, que avisa para as pessoas que, se elas não passarem as fitas, as cópias vazarão para todo mundo, o que poderia levar ao constrangimento público e vergonha de algumas pessoas, enquanto outros poderiam ser ridicularizados ou presos.

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Saudades do Medianeira

Hoje estava lendo a Gazeta do Povo Online e ao ver uma foto do Colégio Medianeira de Curitiba, me bateu uma saudade… Faz quase sete anos que saí do Medianeira, por culpa de problemas de saúde que me fizeram deixar Curitiba para não mais voltar. Ao todo foram sete anos no Medianeira, somando as duas vezes em que lá trabalhei. O intervalo entre estas duas vezes foi de apenas cinco meses.

Nos sete anos de Medianeira aprendi muito e fiz muitas amizades. O Medianeira incentivava seus funcionários a estudar, e eu aproveite ao máximo esse incentivo. Além de reuniões de estudo semanais e seminários internos, também participei de encontros jesuítas fora de Curitiba. E durante alguns anos fiz parte de um projeto que me fez viajar quase todo mês e onde aprendi muitas coisas que são uteis até hoje. E ainda por cima pagaram metade da minha faculdade. Graças a isso serei sempre grato ao Medianeira.

Talvez eu não tenha sido tão grato no passado, mas o momento era outro e eu andava totalmente perdido, sem rumo na vida e me guiando pela cabeça dos outros. Se pudesse voltar atrás teria feito diferente! Talvez nunca tivesse saído do Medianeira, pois gostava muito de lá. Amava caminhar após o expediente pelas ruas internas do colégio, o bosque, o lago e tudo mais que lá existe. E eu morava bem em frente ao Medianeira, e quando estava em casa a vista principal que via da janela era a frente do colégio. Saudade, saudade!

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Fachada do Colégio Medianeira. (Foto: Rogerio Theodorovy/Gazeta do Povo)

 

Pastor Marcelo Gomes

Ontem a noite fui em culto, cujo pregador foi o Pastor Marcelo Gomes. Ele é bastante conhecido por suas pregações, por seus textos na rádio, por seus livros e vídeos no youtube. A pregação foi muito legal e até divertida! E não tem como você não prestar atenção e não sair um pouco mudado, para melhor…

Se a sua fé for só em você, você terá muita dificuldade quando você falhar. Se a sua fé for nos seus amigos, você terá muita dificuldade quando eles faltarem. Se a sua fé for só no dinheiro, você terá muita dificuldade quando o dinheiro não puder comprar. Mas quando a fé está em Deus, é difícil nós nos frustrarmos pois Deus não se esgota, Deus não muda, Ele vai estar sempre lá mesmo quando todos faltarem.

Pr. Marcelo Gomes

Marcelo Gomes é teólogo, pastor da 1ª IPI (Igreja Presbiteriana Independente) de Maringá, e escritor, autor dos livros “Aprenda a Lidar com a Ansiedade”, “Deus em Pessoa”, “Fé para Transformar a Vida” e “Sabedoria para Viver e Ser Feliz”, dentre outros. 

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Resiliência

Resiliência é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com elas. É ter a mente flexível e o pensamento otimista, com metas claras e a certeza de que tudo passa.

Resiliência significa a habilidade de persistir nos momentos difíceis mantendo a esperança e a saúde mental. Pessoas altamente resilientes, tornam-se mais fortes após situações difíceis. Porquê isso acontece?  Porque elas desenvolvem confiança em si mesmas aprendendo novas formas de lidar com os eventos.

Em geral, a resiliência depende de algumas condições psicológicas internas e externas. No nível interno, são favorecidas as pessoas otimistas, que assumem a responsabilidade pelas próprias escolhas, que prezam a autonomia, que estabelecem vínculos sociais e familiares positivos e que são flexíveis no que diz respeito à mudança de posicionamentos, sentimentos e pensamentos. Ao nível das condições externas estão as relações positivas, àquelas que promovem suporte afetivo/material, acolhimento e cumplicidade.

Um outro aspecto externo fundamental para o desenvolvimento da resiliência é a existência de pessoas que acreditem na nossa capacidade de superação das adversidades e, por isso mesmo, nos incentivem. Da mesma forma, oportunidades para nos envolvermos em atividades significativas – que nos permitam desenvolver a auto-estima e nos sentirmos produtivos e relevantes – contribuem para a resiliência, ou seja, para a superação das adversidades.

Aprender, adaptar-se…isso é ser resiliente. Em última instância, é dispor-se para a mudança.

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Vander, o eterno resiliente.

Pedal de Tiradentes

Aproveitando o feriado de Tiradentes, fui com alguns amigos do Grupo Sou Bike fazer um pedal de nível médio. Fomos até a cidade de Mamborê, distante 35 quilômetros de minha cidade. Saímos com chuva fina e um pouco de frio, pegamos sol, mais chuva, vimos arco-íris e no final do dia um belo por do sol. O plano era voltar antes de escurecer, mas por culpa de dois pneus furados de amigos do grupo, acabou atrasando a volta, que aconteceu no escuro. No total foi 70 km de pedal, o que me deixou com ameaça de câimbras. Passei frio, pois não estava vestido adequadamente para pedalar a noite e no frio. Mas mesmo assim valeu muito a pena! Foi um pedal divertido e fazia pouco mais de um ano que não fazia um pedal tão longo. E o principal foi poder curtir um feriado me movimentando e não ficando dentro de casa vendo TV. E o arco-íris e o por do sol que pude admirar, serviu para ver como a natureza é bela, como Deus nos presenteia com coisas maravilhosas e que pouca gente vê ou admira.

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Quem pedala seus males espanta.

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Pit stop na Praça de Pedágio.

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Trevo de entrada da cidade de Mamborê.

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Amigos do Grupo Sou Bike.

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Arco-íris e por do sol, presentes de Deus.

Poesia para animar o dia

   Lua no Cinema

A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.

Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!

Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.

A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
— Amanheça, por favor!

(Paulo Leminski)

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Fotos de Belas Artes

Estava lendo um artigo na internet e uma foto me chamou a atenção, principalmente por suas cores fortes. Gosto muitos de fotografia e procuro aprender sobre o tema e também conhecer um pouco sobre os grandes fotógrafos atuais. E descobri que a foto que me despertou curiosidade é de uma fotógrafa. Julia Fullerton-Batten, nasceu na Alemanha em 1970. Ela se tornou conhecida mundialmente como fotógrafa de belas artes. Suas fotos são poderosas e seu estilo é único e cheio de cores requintadas. Abaixo segue uma pequena mostra do trabalho de Julia Fullerton-Batten.

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47 anos

Hoje é meu aniversário, estou completando 47 anos. Nasci em um sábado às 14h30min, na cidade de Campo Mourão, Oeste do Paraná. Vivi em minha cidade até os 18 anos de idade, quando fui para Curitiba prestar o serviço militar e por lá acabei ficando. Nos vinte anos seguintes voltei para minha cidade natal por duas vezes, mas permaneci pouco tempo. E vivi um ano nos Estados Unidos, na cidade de Orlando. Em meados de 2010 retornei novamente para minha cidade natal, para ficar por somente seis meses. E não fui mais embora e nem quero mais sair daqui. Estou feliz onde estou! Estou perto da família e acho que a maturidade chegou e prefiro uma cidade tranquila de interior, sem trânsito caótico e violência. E ficando aqui, nos próximos anos penso em finalmente casar, criar meus gatos e ter uma vida pacata. Filhos eu não quero! Esse mundo está muito cheio e vai ficar cada vez pior, então não quero deixar descendência.

Quando criança eu sonhava conhecer coisas e lugares novos. Queria conhecer o que existia além do Lar Paraná, o bairro onde cresci. E acabei conhecendo muito mais coisas do que queria ou sonhei. E ainda tenho muito que conhecer e fazer.  Há alguns anos fiz uma lista das aventuras que queria realizar, de lugares que queria conhecer. Essa lista não era muito extensa e já realizei mais da metade do que está anotado nela. E espero ter tempo e saúde para realizar o restante da lista. Depois posso morrer em paz…

Não gosto de datas comemorativas e muito menos de aniversários. Não suporto o Parabéns pra você!  E não é por ficar mais velho o motivo, pois envelhecer não é problema para mim. Vejo envelhecer um presente de Deus, pois muita gente que conheci na vida morreu muito antes de chegar aos 47 anos. E eu já senti o cheiro e vi os olhos da morte algumas vezes. Teve casos em que escapei por milagre, pois achava que ia mesmo morrer. Então cada ano que completo é um presente dos céus, pois há muito tempo eu já devia ter partido do mundo dos vivos. Aliás, eu não devia nem ter nascido, pois não fui planejado. Fui um acidente, um erro de tabelinha (mesmo assim fui/sou muito amado por meus pais).  Mas já que vim ao mundo, ainda vou ficar bastante tempo por aqui incomodando… Então me aguente!

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