Fala, Galvão!

Não sou fã do Galvão Bueno! Gosto dele narrando Fórmula 1, mas futebol não! Ele é o tipo de narrador que fala muito e narra pouco, por isso que não me agrada seu estilo de narração. Mas gosto muito de esportes, livros e biografias, principalmente aquelas que contam sobre bastidores, principalmente da TV. Então minha expectativa era grande com relação ao livro sobre o Galvão Bueno. Mas logo no início da leitura veio a decepção, pois eu esperava muito mais histórias e causos interessantes. Mas no livro existem poucas histórias inéditas ou grandes revelações.

Na verdade o livro parece mais uma homenagem a amigos, personagens do esporte, colegas de trabalho e ex-chefes do Galvão. O livro contém poucas confissões, que é algo que se espera de biografias e autobiografias. E o número de páginas que é de 312 é exagerado, pois existem muitas páginas com bastante espaço em branco.

O livro está na lista dos mais vendidos e tal, mas creio que muitos que compraram o livro também ficaram frustrados, com aquela sensação chata de quero mais,  de que podia ser melhor…

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