Usina Hidrelétrica Mourão

Desde que entrou em operação, a Usina Hidrelétrica Mourão nunca havia registrado uma vazão tão grande quanto a que foi contabilizada esta semana. Ela foi 17 vezes maior do que o que é registrado em média. Com o aumento no volume, a barragem que fica a seis quilômetros da cidade, virou um espetáculo à parte. A vazão que é na média de 14,4 metros cúbicos por segundo chegou a 250 metros cúbicos por segundo. Antes disso, a maior vazão registrada havia sido em 1983, ano de grandes enchentes, e mesmo assim, o máximo que se chegou foi 155 metros cúbicos por segundo. A usina que funciona no Rio Mourão está em operação desde 1964 e tem uma potência instalada de 8,2 MW. (Fonte: Jornal Tribuna do Interior)

Lembro que quando era criança fui algumas vezes com meus pais me banhar nas águas da represa, nas raras vezes em que ela transbordou. Naquela época era comum o pessoal além de se banhar, também lavar os carros nas águas da represa. Atualmente o acesso ao local é proibido e somente em cima da ponte que existe na estrada em frente à represa é que acaba sendo possível observar a água passando pela represa.

A represa essa semana. (Foto: Fábio Nogaroli)

A represa essa semana. (Foto: Fábio Nogaroli)

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A represa com recorde de água. (Foto: Jornal Tribuna do Interior)

A represa nos anos oitenta. (Foto: Site Boca Santa)

A represa nos anos oitenta. (Foto: Site Boca Santa)

A represa em uma das poucas vezes que transbordou. (novembro/2011)

A represa em uma das últimas vezes que transbordou. (nov/2011)

Cris, Vander, Marilene e Mariá. (novembro/2011)

Cris, Vander, Mariá e Marilene. (nov/2011)

Foto de Sucesso

Teve uma foto minha da passeata realizada no último sábado em Campo Mourão que fez um certo sucesso. Essa foto foi publicada no site Boca Santa (www.bocasanta.com.br) e também no perfil do site no Facebook. Daí ela acabou sendo compartilhada e recompartilhada por muitas pessoas e teve diversos comentários de pessoas achando a foto bonita e elogiando.

Legal isso, de ver uma foto de minha autoria se espalhando por aí e fazendo sucesso. Isso envaidece um pouco, mesmo eu não sendo um cara vaidoso. Segue abaixo a tal foto…

Protesto ao lado da Catedral São José.

Protesto ao lado da Catedral São José.

Protesto e Passeata em Campo Mourão

No último sábado participei de uma passeata aqui em minha querida Campo Mourão. Após dias de muita chuva e frio, o tempo ajudou e até saiu um solzinho que animou centenas de pessoas a saírem as ruas e protestar contra muita coisa errada que está acontecendo nesse nosso querido Brasil. Finalmente o povo acordou, tanto nas grandes quanto nas pequenas cidades do país.

Foi uma caminhada pacifica e até mesmo a “invasão” ao Terminal de Ônibus Urbano da cidade foi tranquila, sem depredações ou violência. E o pessoal que ficou parado no trânsito em razão da passeata também não reclamou e até participou de dentro de seus carros, buzinando e acenando. Outra marca dessa passeata foram as muitas pessoas nas janelas dos prédios, acenando e mostrando cartazes.

Na passeata achei que cabia um pouco de protesto com relação a Prefeita atual da cidade, que em seis meses no cargo ainda não mostrou para o que veio. Ela fala muito, aparece muito, mas faz pouco. E a cidade está ainda pior do que estava na administração anterior e as ruas estão cada vez mais sendo tomados por buracos. E a iluminação pública está um caos, depois que sua administração foi transferida da Copel para a Prefeitura. Tem lâmpadas que estão queimadas há dez meses e não adianta ligar na Prefeitura, pois eles não fazem nada.

Hoje estive revendo antigas postagens que fiz aqui no blog e notei que há muito tempo eu já criticava o Governo Petista e essa faraônica Copa do Mundo no Brasil. Não pertenço a nenhum partido político e sempre fui critico as coisas erradas que acontecem, independente do partido ao qual pertence o Vereador, Prefeito, Deputado, Governador ou Presidente. E nunca gostei do PT e da maioria dos petistas, principalmente dos militantes fanáticos, que mais se parecem com membros de torcidas organizadas de futebol, ou então fanáticos religiosos. Com estes militantes petistas não dá para ter dialogo, pois são cegos pela sua ideologia e chegam a estremos, não conseguindo enxergar o que realmente está acontecendo e principalmente acreditam cegamente e defendem com unhas e dentes seus líderes, mesmo quando estes são corruptos e ladrões.

Finalmente o Brasil acordou e espero que essa série de manifestações não seja fogo de palha. E que no próximo ano o povo que esta protestando nas ruas dê sua resposta nas urnas, excomungando da vida pública tantos corruptos que estão hoje espalhados pelo Brasil e principalmente mandando para a PQP o governo petista que comanda a quadrilha lá de Brasília.

Passeata pelo centro de Campo Mourão.

Passeata pelo centro de Campo Mourão.

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Minha “velha” amiga Tania e sua filha Gabriela.

Passeata.

Passeata.

"Invasão" ao Terminal de Ônibus.

“Invasão” ao Terminal de Ônibus.

Participando da passeata.

Participando da passeata.

Família Soprano

Que triste, Tony Soprano morreu!!

“Família Soprano” foi uma das melhores séries que já assisti… E assisti as seis temporadas da série de forma continua, num período em que estava mal de saúde, andava muito triste. E assistir “Família Soprano” me fazia ao menos por alguns momentos esquecer meus problemas e me divertir. Sempre gostei de histórias de mafiosos e “Família Soprano” é a melhor série que já foi produzida sobre tal tema.

“O ator James Gandolfini, famoso por interpretar Tony Soprano na série de TV “Família Soprano”, morreu aos 51 anos na Itália nesta quarta-feira (19/06).”

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Cemitério da Consolação

Cemitério da Consolação é o mais antigo cemitério em funcionamento na cidade de São Paulo e também a mais importante referência brasileira na área da arte tumular (ver postagem sobre arte tumular aqui no blog https://vanderdissenha.wordpress.com/2013/04/12/arte-tumular-simbolos/). Foi o primeiro cemitério público da cidade, tendo sido inaugurado em 15 de agosto de 1858. Na época de sua inauguração era chamado de Cemitério Municipal e tinha como objetivo evitar epidemias, substituindo o hábito existente de sepultar os mortos nos interiores das igrejas. Hoje o Cemitério da Consolação é um dos vinte e dois cemitérios públicos da cidade de São Paulo.

Em razão da prosperidade advinda da aristocracia da cafeicultura e o surgimento de uma expressiva burguesia em São Paulo, o Cemitério da Consolação passou a abrigar muitas obras de arte produzidas por escultores de renome (muitos em início de carreira), para ornamentar os seus jazigos. Entre os muitos artistas que produziram obras para o cemitério, encontram-se Rodolfo Bernardelli, Victor Brecheret, Celso Antônio Menezes e Bruno Giorgi.

Atualmente o Cemitério da Consolação mantém visitas guiadas, por meio do projeto “Arte Tumular”. Nessas visitas um guia leva os visitantes a conhecer os túmulos de personagens famosos da história brasileira que estão ali sepultados e também mostra obras dos grandes artistas que enfeitam muitas sepulturas e jazigos. As visitas precisam ser agendadas.

No início, o Cemitério da Consolação era o lugar de sepultamento de pessoas de todas as classes sociais, inclusive escravos. A partir dos primeiros anos do século XX o cemitério passou a receber quase que exclusivamente pessoas da alta classe média e da burguesia. Naquele tempo, um túmulo suntuoso era visto como sinal de status social. Acontecia uma certa competição entre as famílias ricas, que construíam jazigos cada vez mais sofisticados, em materiais nobres como mármore e bronze. A ornamentação ficava a cargo de artistas importantes, que tinham na arte tumular uma atividade altamente lucrativa. Desde então, o cemitério abriga túmulos de personalidades e famílias ilustres da sociedade paulista e brasileira.

Quando foi construído, o Cemitério da Consolação se localizava na periferia de São Paulo, num ponto distante do centro da cidade. Mas com o passar dos anos a cidade foi crescendo e hoje ele fica numa área considerada central e próximo à avenida Paulista, uma das avenidas mais importantes e com o metro quadrado mais caro do Brasil.

Personalidades sepultadas

Estão sepultados no Cemitério da Consolação os restos mortais de muitas personalidades importantes da História do Brasil. Entre muitos vale a pena citar os modernistas: Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade e Mário de Andrade. Os Presidentes da República: Campos Sales e Washington Luís. Os Governadores de São Paulo: Ademar de Barros, Bernardino José de Campos Junior, Roberto Costa, Jorge Tibiriçá, Carvalho Pinto e Roberto Costa de Abreu Sodré.

Outras personalidades sepultadas no Cemitério da Consolação são: Marquesa de Santos, que foi amante de Dom Pedro I. Ela também foi quem deu dinheiro para a construção da capela do Cemitério da Consolação. Os atores globais: Armando Bógus (o Zé das Medalhas da novela Roque Santeiro) e Rubens de Falco (o Coronel da primeira versão da novela Escrava Isaura). O Barão de Antonina, Barão de Anhumas, Ruth Cardoso (esposa do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso), o escritor Monteiro Lobato, os empresários Cândido Fontoura e Francesco Matarazzo

Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, o maior da América Latina. Esse mausoléu que do subsolo ao pico possui 25 metros de altura e tem o tamanho aproximado de um prédio de três andares, ocupa uma área de 150 metros quadrados. É ornamentado por um conjunto escultório em bronze italiano, obra de Luigi Brizzolara.

Interior do cemitério.

Interior do cemitério.

Túmulo da Marquesa de Santos.

Túmulo da Marquesa de Santos.

Detalhes de um mausoléu.

Detalhes de um mausoléu.

Túmulo do Presidente Campos Sales.

Túmulo do Presidente Campos Sales.

Mausoléu da família Matarazzo.

Mausoléu da família Matarazzo.

Túmulo do escritor Monteiro Lobato.

Túmulo do escritor Monteiro Lobato.

Visitando o Cemitério da Consolação.

Visitando o Cemitério da Consolação.

Diário de um Banana

Descobri meio sem querer uma série de livros sensacional e que me fez rir muito. A série de livros “Diário de um Banana” é um misto de revistinha em quadrinhos com livro. É destinada a crianças e adolescentes, mas muitos adultos (como eu) vão adorar. Diary Of A Wimpy Kid (em português: Diário de um Banana) é uma série de livros escrita e ilustrada por Jeff Kinney, um norte-americano criador e designer de jogos online. Greg Heffley, o personagem principal foi criado em janeiro de 1998 num pequeno apartamento em Massachusetts. Ao princípio não havia quase nada sobre ele, era só um esboço num papel. Jeff Kinney foi criando esboços e histórias ao longo dos anos até que juntou todas as piadas num só caderno. O resultado foi um caderno de 1300 páginas que foi publicado online no site Funbrain.com em 2004. Um ano depois a editora New York Times decidiu publicar o “Diário de um Banana” e foi assim que Greg Heffley passou de um caderno de esboços para um livro best-seller internacional traduzido em 28 línguas e com milhões de cópias vendidas em todo o mundo, sempre com enorme sucesso. A história baseia-se num garoto que no seu dia-a-dia tem que lidar com os seus irmãos Rodrick e Manny, os seus pais e a escola. Além disso, tem o desejo de se tornar famoso e popular.

A série tem sete livros, além de uma edição “faça você mesmo” que é um tipo de diário onde você pode escrever sobre o seu dia-a-dia. Em 2010 produziram o filme do primeiro livro, com Zachary Gordon como personagem principal. O segundo filme estreou em março de 2011 e o terceiro filme foi lançado em agosto de 2012.

PS: Segue um agradecimento especial a Mylena Bathke, que me emprestou os quatro primeiros livros da série.

Livros da série: "Diário de um Banana"

Livros da série: “Diário de um Banana”

O sétimo livro da série.

O sétimo livro da série.

Página de um dos livros.

Página de um dos livros.

Um dos filmes baseado na série de livros.

Cartaz de um dos filmes.

Capa do livro "Faça você mesmo".

Capa do livro “Faça você mesmo”.

Uma das muitas tiras dos livros.

Uma das muitas tiras dos livros.